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A Melhor Amiga da Barbie

04
Out18

O regresso à escola da VI - e os essenciais da malinha dela.

Ana Gomes

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O regresso da Vitória à escola foi completamente diferente daquilo que eu podia prever. 

Depois de um mês inteiro em que estivemos juntas sempre, e em que ela mostrava estar muito dependente de mim ( sempre a deixei em qualquer lado sem problema, e durante essa fase ela não ficava bem em lado nenhum ). Eu andava mesmo com um nervoso miudinho porque não me dava jeito que ela não ficasse bem. 

Convenhamos : eu precisava que ela voltasse para a escola para eu tentar voltar a trabalhar... mas não sou de ferro e não me iria sentir bem se a deixasse a chorar. 

 

A Vitória resolveu-me o problema. No primeiro dia em que ficou na escola nem olhou para trás. Ela queria era os amigos, as educadoras ( de quem deveria ter mesmo muitas saudades ) e aquela azáfama de brinquedos misturada com a rotina ( e as crianças, caso não saibam, adoram rotinas já que lhes transmitem segurança ). 

 

Na escolinha dela não há fardas nem bibes ( apesar de eu adorar ver os miudos de bibe ). Preparei a mochila da escola com ela, eu a arrumar e ela a desarrumar... obviamente! Mas foi uma forma de nos prepararmos ( de me preparar... óbvio ) para a separação. Uma muda de roupa, uma xuxa, as fraldas - usamos as Mummi - são livres de químicos e por isso amigas do ambiente e dos bebés, as indispensáveis Waterwipes e ainda lhe escondo umas bolachas na mochila. A escola não permite que levemos comida de casa, mas por vezes quando saio com ela vou directa para qualquer lado e tenho ali um reforço ;) As nossas preferidas ( sim... porque eu também as como ) são as da Ella's Kitchen de Banana e Baunilha, sem açucar... como poderão adivinhar. 

 

E lá foi ela... toda crescida e independente. Sem lágrimas! Bom... sem lágrimas quando a deixamos... não se pode dizer o mesmo quando a queremos arrancar de lá para casa. Há por aí mães de babies com estas manhas? 

23
Jan18

Do Amor Incondicional.

Ana Gomes

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Quando engravidamos falam-nos do Amor Incondiconal. 

"Vais sentir um Amor tão especial." 

É complexo, por vezes, falar deste tal Amor. 

Até ver é um sentimento permanente, tem dias que é tão forte que parece que vamos explodir de sensações - como aqueles momentos em que percebemos que estamos muito muito muito apaixonados. Há outros dias em que se neutraliza esse sentir e em que isso se transforma numa força que nos faz ser capaz de tanto... 

Há semanas que não durmo decentemente. Todas as noites penso - e muitas verbalizo - que não vou aguentar mais, que não sei como vou suportar o dia seguinte. E suporto.

Passo metade do tempo a entoar a frase "A mamã está aqui" como se isso fizesse alguma diferença... e acreditando que efectivamente faz. 

Repito as brincadeiras que dão certo, que lhe arrancam sorrisos e nunca consigo resistir aqueles bracinhos que se erguem a pedir colo : mesmo quando as minhas costas ardem e a cabeça lateja depois de um dia difícil que não melhora com as birras. 

É saber que qualquer refeição fora de casa geralmente implica que o metro quadrado onde nos sentamos mais pareça um campo de guerra, que só consiga comer com uma mão e que vá - invariavelmente - repetindo quase como um mantra "não, não, não". É acabar por ir desistindo e perceber que jantamos tão melhor todos em casa. 

É ficar com falta de ar se estão mal. Ter dores no peito se têm tosse, se ficam com febre ou se estão num dia mais chocho. 

É dançar para ela e com ela.

É ir pensando no nosso bebé durante o dia - se está bem, se pensa em nós, se está a brincar ou a ter um dia difícil. E também é desejar que alguém chegue a casa para nos ajudar, para nos aliviar o tempo. 

É não ter tempo para nós e ao mesmo tempo não saber bem o que fazer quando esse tempo aparece. 

E também é chegar ao fim do dia de rastos e não ter força nem sequer para chorar. 

 

E há os sorrisos que nos desarmam, os colinhos que nos aquecem por dentro e os carinhos que fazem aumentar um Amor que achávamos impossível ser maior. 

 

Não sei de que é feito este Amor. Mas todos os dias sei que ela é o que importa e é o meu coração que me explica isso. 

 

 

 

 

 

09
Jan18

Pequena Vi cheia de Estilo - e não tanta roupa assim.

Ana Gomes

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Acho que sou uma mãe relativamente "contida". Custa-me imenso não perder a cabeça com todas as coisas lindas que vejo para a Vitória - é um facto - mas nem acho que a Vi tenha muita roupa. Há inclusive momentos em que acho que precisava de mais umas pecinhas - é nesses momentos que vou às compras e lá fico eu doida com as coisas que compraria - mas como faço duas máquinas de roupa dela por semana vai sempre dando para "manter" um closet ajustado. 

Há todo um mundo de estilos, cores e peças e sendo aqui a mãezinha super eclética acaba por ser ainda mais complicado escolher e decidir as peças para ela. E depois como tenho a minha própria marca é claro que se veste muitas vezes de Picolé Limão... 

Nas fotos que partilho hoje convosco está com uma touca ( que eu amoooo ) e que comprei na KNOT logo no principio da estação, um vestido que acho um máximo também da KNOT e que recebeu de presente de Natal dos meus super vizinhos e umas merceditas de princesa que acho mesmo bonitinhos e que encomendámos na PISAMONAS - reparem como a pequena se diverte com as caixinhas... tem dias em que me pergunto porque é que gastamos dinheiro com brinquedos quando eles gostam é de papeis e caixas ahaha! Encomendei também umas botinhas cinza com pelinho por dentro e uns vermelhos tão mas tão giros! 

A verdade é que a Vi só tinha sapatilhas e queria que tivesse uns sapatinhos mais princesinha ( lá está... sou muito eclética e os estilos saem todos misturados ). As encomendas da PISAMONAS chegam mesmo rápido ( de um dia para o outro, na realidade ) e acabei por ter de trocar os sapatos e o processo é super fácil e aprovadissimo. O motivo da troca foi a minha falta de experiência... achava que a Vi calçava o 17 mas como agora anda sempre com meias + collants o ideal será sempre o tamanho acima!  

Entretanto até dia 23 de Janeiro há Saldos e todos os produtos no site têm 15 % de desconto :) 

 

 

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26
Dez17

Um mês de Cada Vez - Crónica MITOSYL - Esta perfeição e uma mensagem para todas as mães.

Ana Gomes

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>Acabei de adormecer a Vitória. 

Adormeceu a sorrir comigo a fazer-lhe festinhas na cabeça. 

A minha filha é perfeita e não a podia ter sonhado melhor do que ela é. 

 

A primeira vez que estive longe dela desde que nasceu deixei um caderno no meu quarto com isto mesmo escrito "Amo-te Meu Amor. Não te podia ter sonhado mais perfeita". Eu... que sempre tive medo da vida e nunca do seu oposto... temi que no momento em que me afastasse dela algo me pudesse acontecer e não lhe pudesse dizer aquilo que precisava que ela soubesse sempre. Fui o caminho todo a tremer e enviei uma mensagem a uma das melhores amigas e fiz-lhe prometer que se me acontecesse alguma coisa ela faria a Vitória sentir isto mesmo: que eu não a podia ter sonhado mais perfeita. 

 

Há dias... momentos únicos, deliciosos que fazem o coração transbordar. Um sentimento que é maior que Amor. Que nos deixa com a barriga gelada, o corpo a ferver e uma vontade absurda de engolir o nosso bebé tal é a complexidade daquela felicidade louca. 

Há dias... momentos difíceis, duros. Em que o cansaço toma conta de nós. São muitos meses sem dormir uma noite inteira, sem saber pensar primeiro em nós, com um choro que nos entra pela ouvido e um desespero que acampa em nós e nos faz quase gritar que não sabemos mais o que fazer ou pensar. O que se passa? Porque não paras de chorar? O que foi? 

 

A maternidade é dos processos mais complexos pelo qual a vida nos faz passar. É avassalador porque nos esmaga e ao mesmo tempo gigante porque nos mostra que somos capazes de muito mais: física e emocionalmente. Os bebés precisam de colo... mas acreditem que as mães também! 

 

E não me canso de dizer que não há clichés suficientes para descrever isto tudo. Hoje sentei-me a pensar que há coisas que gostaria de ter sabido. Palavras que gostava que me tivessem dito. E decidi escrevê-las para quem precisar de as ler... e acima de tudo para não me esquecer disto. 

 

- Aproveita a gravidez. Namora a barriga, o teu corpo, namora também o bebé que cresce dentro de ti e aprecia cada momento e a magia que te está a acontecer. 

 

- Cria memórias: momentos felizes onde planeaste e sonhaste uma vida com o teu bebé. Deixa que te mimem, aceita todos os carinhos, cedências, palavras de conforto e acima de tudo toda a ajuda.

 

- Não sejas demasiado dura contigo própria. A gravidez é uma fase muito particular na tua vida. Nem tudo é culpa das hormonas mas acredita, há muitas coisas que são. Se as lágrimas caírem... logo retocas a maquilhagem. 

 

- Não ponhas a tua vida em stand by pela gravidez. Podem ser necessárias adaptações... podes ter algumas privações... mas procura um estilo de vida com o qual te sintas bem. O bebé é muito importante mas o teu bem estar é mais de meio caminho andando para que tudo possa fluir naturalmente. 

 

- Confia na Mãe Natureza. Se sentes que tens de abrandar ou parar faz isso mesmo. Há dias em que tudo o que vais querer é ficar em casa. Fica :) É o teu ninho e tudo faz sentido.

 

- Quando o teu bebé nascer confia no teu instinto. No final saberás sempre o que é melhor para ele. Ainda que toda a gente te possa dar um conselho ou tenha uma opinião a dar... tu saberás o que fazer.

 

- Não cries demasiadas expectativas ou verdades absolutas. Todas as experiências são novas e diferentes. Todos os dias são diferentes e as rotinas demoram a estabelecer-se. Nunca digas nunca... nem sempre. Aprende a ser flexível e a gerir cada dia - ou cada hora - como merece ser gerida.

 

- Aprende a dizer não. Diz não às visitas que não queres receber, diz que não fazes, que não consegues, que precisas de outro apoio ou de uma ajuda extra. Um par de mãos nunca é demais quando um novo ser vem ao mundo. E nem sempre tem de ser para o agarrar. Pode pura e simplesmente ser para nos dar mais tempo para aquele namoro bom. 

 

- Respeita-te. As tuas vontades, os teus ritmos, as tuas necessidades. Demora tempo no banho, marca uma massagem, aprende a gerir a vida também contigo. Uma mãe feliz é um bebé feliz. 

 

- Respira fundo. Se a amamentação não corre bem, se o bebé acaba a dormir na cama contigo... se hoje tens de lhe dar fruta do boião. Mesmo que tenhas jurado a ti mesma que nada disto iria acontecer. 

 

- Aproveita todos os momentos. Vive o vosso crescimento. Quando nasce um bebé nasce uma mãe e vais descobrir que és uma pessoa ainda mais incrível! 

05
Dez17

Um Mês de Cada Vez - Crónica MITOSYL 5 e 6 Meses.

Ana Gomes

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E num voo passámos os 5 e os 6 meses. A minha bebé já tem meio ano ( uau ) e é um poço de simpatia. 

 

Sou uma mãe ultra babada porque adoro esta característica da Vitória : ri muito, presta muita atenção às pessoas e tem uns olhinhos doces que nos derretem em mil beijos e abracinhos. 

 

Estamos - aos poucos - a tentar encontrar o melhor equilíbrio entre as necessidades de todos. Já sabem que sou aquela chata que acha que todos precisamos dos nossos ritmos e dos nossos tempos. A Vi é a nossa prioridade - o conforto e o bem-estar dela sempre em primeiro lugar - mas... eu também tenho de trabalhar, tenho de encontrar um tempinho para as minhas coisas e não devo - nem posso - sentir-me mal por ter essa necessidade. 

Faço uma ginástica diária para coordenar horários e compromissos e quando é mesmo necessário desmarcar... desmarca-se. Certo?  Claro que esta é a atitude lógica e é o passo que costumo dar... mas às vezes bamboleio até parar aquele sentimento esquisito aqui dentro que me diz : está tudo certo, e mesmo que as pessoas não compreendam, ou que seja mesmo chato desmarcar alguma coisa em cima da hora... esta é a atitude correcta. 

 

Será justo partilhar que os meus principais receios foram resolvidos sem dramas : a Vi adora comer e ... adora a escola. Entrego-a de olhos fechados porque todos os dias vejo o carinho com que tratam todos os bebés, as actividades... os momentos de mimo. Por brincadeira até costumamos dizer que a estragaram na escola porque agora exige atenção! A Gena, a Rita e a Bela são 3 pessoas incriveis que arrancam sorrisos malandros à minha boneca. Adora brincar, entretém-se com tudo , gosta de conversa e nem queiram saber como reage a certas musicas! Dança e ri às gargalhadas - numa descoordenação tão doce que nos faz dançar e rir com ela. Já se tenta sentar e nem vos passa pela cabeça a quantidade de vezes que por estar mais irritada ou por enfiar as mãos na boca ouço ou dou por mim a dizer : são dentes. Mas não há sinais deles! E tenho dificuldade em eleger o melhor momento do nosso dia mas vou arriscar dizer que é o banho, onde se delicia com os patinhos na água... depois uma massagem e muitas gargalhadas - usamos o Tri-Active da Mitosyl - e finalmente um pijama quentinho, o leite e miminho no colo. 

 

Ver a Vitória a brincar traz-me muitas vezes à terra. É capaz de ficar maravilhada com objectos tão comuns como a xuxa com que anda todos os dias. E eu ponho-me a pensar que nós - os mais crescidos - estamos sempre à procura de novos estimulos e novos "objectos". E o sorriso com que acorda todos os dias? É uma felicidade ver-nos, receber um dia novo, começar a brincar, o colinho... os beijinhos! Quantos de nós acordamos assim? Sorridentes e gratos por ver que à nossa volta tudo continua a acontecer? 

 

Nestes meses tenho tido os meus altos e baixos. Há momentos em que o fluir natural das coisas atrapalha os planos que tinha para mim, as coisas que preciso de fazer. Muitas vezes os horários são uma condicionante e sinto a frustração. Apesar de me sentir mais adaptada ( ou direi... conformada? ) há dias em que preciso de um STOP. De respirar fundo. Há uma semana cheguei a casa - depois de um dia normal - e tudo o que queria era deitar-me no sofá e não pensar em nada. Claro que a Vitória chorava porque queria brincar, ou reclamava porque tinha fome, havia o banho, a massagem, o miminho... e eu a ficar cada vez menos disponivel... ela cada vez mais ansiosa. Uma pequena bola de neve. A dada altura já era eu que precisava de chorar e adivinhem? Não tinha tempo. É nestes momentos que é importante ter uma rede, um porto seguro que nos permita dizer "pega nela 10 minutos" e arranjamos força para nos restabelecer, para respirar fundo para um colo mais musculado. 

 

Horas de sono em défice, muitos livros por terminar e sessões de cinema adiadas. Uma bebé espectacular! 

13
Nov17

No mundo dos bebés há milhentos acessórios - e este tem sido essencial para nós :

Ana Gomes

O mundo dos bebés e dos acessórios é infinito! 

A generalidade das pessoas admite que as coisas se vão simplificando à medida que o tempo passa ( ou que se tem mais filhos ) mas há várias coisas que considero mesmo essenciais. Pelo menos na nossa dinâmica familiar! 

E falo-vos desta camarazinha incrível que ainda nos vai dando uma espécie de liberdade. 

 

A Vitória ainda dorme no nosso quarto ( e sinceramente parte-me o coração deixar de ter a minha companheira do meu lado ), mas senti necessidade de ter uma câmara de vigilância bem cedo. 

 

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p>A Vi sai da escola cedinho ( pelas 16h já estamos em casa ) e a essa hora o meu dia de trabalho não vai nem a meio. Telefonemas, vídeos, um pequeno chinfrin em casa já que é por aqui que tenho de me organizar. E então gosto de a deitar no quartinho a dormir a sesta. Outra situação é quando damos um jantar em casa e está tudo mega animado e sei que ela não está a conseguir descansar ( é uma curiosa do pior ) e prefiro "recolhe-la".  É uma forma agradável de ter o melhor para todos : ela descansa e nós conseguimos fazer mais alguma coisa. Como não tenho por hábito ver televisão durante a semana acabo por ir cedo com ela para o quarto e fico a trabalhar na cama enquanto ela dorme no Next2Me. Mas nas restantes situações dá mesmooooo muito jeito! Depois claro que o Pai adora que esta câmara de vigilância seja cheia de tecnologias : Dá para tirar fotos, fazer clips de vídeo, dá para comunicarmos com ela... Para além disso tem câmara com infravermelhos e dá para ver a temperatura do quarto, estão a ver o filme? 

 

Eu sim - literalmente. 

 

 

O nosso é este , Top Digital Video da Chicco. 

 

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01
Nov17

Um Mês de Cada Vez - Crónica MITOSYL 4.

Ana Gomes

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Escrevo este post enquanto a Vi dorme na espreguiçadeira. 

Num dia normal já a tinha deitado na alcofa... mas passou o dia a tossir. 

Caramba. O sufoco de ter um bebé adoentado é avassalador. Os 4 meses começaram assim: nariz entupido, expectoração muita tosse. O meu coração mudou de tamanho e passei umas três noites a olhar para ela. Hoje é a tosse que me apoquenta e fico de vigia. 

Ela é super rija. Como é que um ser que nasceu tão pequenino e aparentemente tão indefeso se tornou numa espertalhaça. 

 

Os 4 meses representaram dois momentos de transição enorme na vida dela - e naturalmente na minha - a diversificação alimentar e a entrada no berçário. Estava aterrada com qualquer uma delas... e claro que quem teve de aprender fui eu! Quando lhe ofereci sopa e fruta aceitou como se tivesse comido a vida toda. E o berçário? Fica na maior. Na maior!!! Estou super feliz com a escola, as educadoras e auxiliares são um amor e muito prestáveis o que facilita - e muito - todo o processo. A Vi quase salta do meu colo para o delas quando entramos na escola e eu balanço entre um ciuminho e um orgulho desmedido por ter uma bebe tão querida e simpática. 

 

Desde que soube que estava gravida que disse que ela iria para a escola na primeira oportunidade. E sim : precisava desesperadamente de algum tempo para fazer as minhas coisas com mais concentração. Mas........ quem vai para casa todos os dias ( e já passou um mês ) com um friozinho na barriga sou eu. E claro que é maravilhoso recuperar algum tempo para mim - seria hipócrita fingir que é tudo complicado - mas passo o dia a pensar nela naturalmente. 

 

No final do mês passado achei que os dentinhos nos estavam a fazer uma visita: andava irritada, instável, a querer roer tudo e a fazer chorinho o dia todo... mas o Pediatra tirou/nos dai o sentido apesar de eu já andar com o balsamo primeiros dentes da Mitosyl na carteira.... just in case. 

 

Aiiiii e o que ela cresceu neste mês! Em tamanho - esta enorme - e na interactividade. Já brinca imenso, ri para as pessoas, palra, faz bolhinhas, gosta de ouvir musica, segue-me para todo o lado. É tão, mas tãããão diferente! 

 

Há uma coisa engraçada que me continua a acontecer. Acontece-me varias vezes achar que isto tudo não passa de um sonho. Não estou a romantizar a ideia. Acho - mesmo - que vou acordar e isto não passou de uma ilusão. E isto acontece-me desde que sai da maternidade... recorrentemente. A verdade é que apesar de tudo na minha vida ter mudado radicalmente... já não saberia bem o que fazer sem este Amor. 

 

Minha Vi pequenina, minha maior companheira, minha forca inesgotável. A mama descobriu que a vida é muito mais doce, simples e importante desde que tu nasceste. És a minha maior lição. A mamã Ama-te... e nem sabia que era isto o amor. 

24
Out17

O Quartinho da Vi - This Little Room x La Redoute

Ana Gomes

 

 

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 A porta ficou entreaberta e podem - finalmente - espreitar o quarto da minha Vi! 

O projecto - como partilhei no passado - foi feito pela This Little Room e o mobiliário foi escolhido online no site da La Redoute. 

Ficou exactamente como o tínhamos desenhado: simples, bonito, pratico e com um toque divertido. 

Para já o quarto so é utilizado para mudar a fraldinha, pequenas sestas e para guardar a roupinha da princesa. 

Quis começar por um ambiente mais calmo e sóbrio porque sei que pouco faltara para se encher de vida e cor. Basta ela começar a mandar - ainda mais - nisto tudo. :) 

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  Os Stikers que usamos numa das paredes resultaram de uma parceria que fiz com a This Little Room e podem ser adquiridos online através do facebook - This Little Room.  A parede oposta foi pintada com duas tonalidades muito suaves da Barbot ( cores usadas Branco leite 153 , inocência 211, Branco Puro RAL 9010  ) e quer uma quer outra parede são aquele detalhe que - a meu ver - marca a diferença e da ainda mais personalidade ao espaço. Fiquei muito feliz com o resultado final. 

 

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27
Set17

A primeira sopa. :)

Ana Gomes

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As crianças crescem a uma velocidade assustadora! 

De repente... a minha bebé começou a comer. O pediatra sugeriu sopa e fruta apenas ao almoço e até aos 6 meses e eu fiquei satisfeita com a ideia. Na minha cabeça também preferia que começasse pela sopa não fosse depois habituar-se ao docinho da Papa e não querer outra coisa. 

 

Estava um pouco nervosa com esta nova etapa e preferi adiar uns dias já que fui um fim-de-semana para fora. Mas mal voltei passei no Celeiro para comprar os legumes biológicos e lá me dediquei a esta nova etapa - que a meu ver também começa nas compras - decidi usar para a primeira sopa a seguinte combinação : 

Batata Doce, Abóbora Hokkaido, Cebola e Cenoura. Descasquei os legumes, coloquei água : já se sabe... sem sal e com azeite apenas depois de cozinhado e deixei a Cuisine Companion fazer o resto enquanto lhe dava banho. É uma ajuda preciosa já que me permite cumprir aquele papel de mãe : o multitasking! Não há sopa queimada, não há várias coisas para lavar, fica tudo prontinho no mesmo recipiente : cozinhado e passado. 

 

Estava com muito receio desta nova fase e como em tudo com esta bebé deliciosa correu às mil maravilhas. Adora a sopinha :) Mas também... modéstia à parte... estava mesmo boa! <3 

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20
Set17

Um Mês de cada vez - Powered by Mitosyl - 3.

Ana Gomes

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Há alturas em que escrever sobre a maternidade é um desafio. Falta-me a inspiração - apesar de não me faltarem coisas para dizer - e porquê? Porque de repente parece que caí num poço de clichês. 

Na realidade tudo o que nos dizem acaba por se confirmar. E aquilo que sentimos é visto de uma forma muito peculiar por quem nos rodeia : ou lhes é indiferente - porque não experienciaram nada do género e por isso não se conseguem relacionar, ou então desvalorizam porque "já sei". 

 

Ainda que cada bebé seja um bebé isto da maternidade é um processo evolutivo que acontece na mulher. E que de facto pode ter as maiores variáveis de acordo com as possibilidades de cada um. Ups... fui longe demais? Talvez. Mas acho mesmo que as possibilidade que temos ou a forma como as conseguimos gerir influencia um pouco a experiência. Não falo de Amor ou de sentimento - nunca entraria por aí. Mas o apoio familiar, a possibilidade de ter alguém a tratar das coisas ou ficarmos completamente ocupados com as tarefas domésticas e maternais influenciam o nosso nível de cansaço e a possibilidade que temos - ou não - de viver para além do pequenino ser. Eu acho que vivo num meio termo : não tenho ninguém a tomar conta dela e tenho uma pessoa que me ajuda em casa duas vezes por semana. Ainda assim sinto-me muito cansada, principalmente no espectro emocional. Já consegui compreender que é também uma questão de hábito. 

 

A Vi é uma doçura. Com a chegada dos 3 meses as cólicas deixaram de dar sinal de vida o que facilitou IMENSO todo o processo. Ela dorme bem - acorda no máximo duas vezes por noite - e acorda muito bem disposta. Entretém-se bem sozinha e adora estar na cama dela e no muda-fraldas ( go figure... ) . Tenho sido um pouco rigorosa na forma como trato dela : claro que já entrou num centro comercial... e já perdi a conta à quantidade de vezes que entrou no IKEA mas evito ao máximo que seja muito estimulada : televisão nem vê-la - literalmente. E sempre que apanho o Pai a tentar distrai-la com a caixinha mágica mudo-a de posição. Sendo uma bebé calma e bem disposta - que adora a ouvir música e ficar a olhar para a roupa a baloiçar na corda do estendal, nem sempre é fácil trabalhar com ela em casa. É natural : se não lhe estou a dar leite, mudar a fralda ou um miminho... estou a lavar biberons, separar a roupa, orientar almoço ou jantar e a tentar arrumar alguma caixa. A hora do banho é sagrada : tento que entre as 19h e as 21h esteja despachadinha, depois adormece cedo e lá fico eu a lutar contra o sono e a tentar responder a emails. 

As teorias que temos sobre os filhos e a forma de os educar transforma-se depois de nascerem. Lá se vão por terra as verdades absolutas e as certezas. Tenho sentido isso tanto com coisas simples do dia-a-dia como com coisa mais complexas : eu não me medico... e tive de perder as minhas manias e medicá-la antes das vacinas por não suportar o desconforto que senti na primeira toma.

 

Estou completamente apaixonada pela minha gordinha. Emociono-me muitas vezes ao perceber como está a crescer rápido, como de um momento para o outro começou a interagir connosco, nos dá sorrisos largos e gargalhadas toscas. Como quer absorver tudo e engolir o mundo com os seus olhinhos de azeitona. Fico tempos perdida a olhar para ela a dormir serena ou a tentar agarrar o seu elefante num malabarismo entre mãos, boca e pés. E não gosto de lhe negar colinho... porque continuo a ser eu que me derreto com a minha bolinha quente a respirar nos meus braços. 

 

 

 

 

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