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A Melhor Amiga da Barbie

25
Jun15

Cozinhar é um acto de Amor.

Ana Gomes

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(na foto com a Andreia do blog Glimmer Le Blonde)

 

 Cozinhar é um acto de Amor. 

Não foi dificil compreender isso. 

A minha mãe sempre tão cuidadosa, persistente e apurada nas receitas que preparava para nós. Depois as minhas tias e as mesas cheias de cor e aromas resultado de tantas horas de volta dos ingredientes e dos tachos. Nos almoços de familia nunca falta opção para ninguém... seja o petisco preferido ou a sobremesa de eleição. E ai de quem diga que gostava mesmo era "daquilo" ... é que o que quer que "aquilo" seja estará na mesa no próximo encontro. 

Aprendi tanto sobre a vida enquanto amassava pão, mexia bolos ou espreitava a massa a levedar. 

Cada vez menos usamos o nosso tempo para cozinhar. E sendo assim é necessário que o Amor passe para a escolha do menu. Parece tonto? Mas não é! Todas sabemos que a comida são sentimentos - o que é errado do ponto de vista nutricional - mas tão certo emocionalmente. E nada é melhor do que chegar a casa e saber que alguém se lembrou de nós quando comprou o jantar. Somos um bocadinho de cada coisa. Somos um pedacinho de cada gosto ou preferência. 

Eu adoro sujar as mãos e cozinhar. Não gosto particularmente de cozinhar para mim... mas adoro preparar refeições. Abrir a dispensa, o frigorifico e as gavetas cheias de frasquinhos e inventar o suficiente para que no final o sabor seja o certo, ou o mais agradável possível. 

Depois há aquela minha crença de que os alimentos nos podem curar e é aí que aprender sobre cada um deles se torna magia pura. 

Ontem pude meter as mãos na massa ( assim mesmo literalmente ) e partilhar com pessoas que pensam como eu receitas que nos fazem felizes. 

 

Obrigada Mafalda Pinto Leite. Pela aprendizagem, pelas partilhas e por esta foto tonta! 

 

(Workshop realizado a convite da Elleta Watches do qual falarei em detalhe num post cheio de fotos bonitas ). 

02
Jun15

Casamento e preparação :)

Ana Gomes

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Comecemos pelo fim. Aqui já tranquilos, no carro, quase a chegar ao casamento da Joana e do João. 

 

Mas até aqui... zero tranquilidade. Recebemos o convite da Joana para o casamento com muito carinho. Afinal de contas o Tiago já a conhece há mutios anos e eu... sou prima do namorado dela e com os "eventos" familiares fomo-nos conhecendo. Por isso a coincidência de ambos sermos próximos da noiva tornou este casamento no primeiro "evento" de casal. 

E se deixarmos de lado a parte prática... ser convidado para um casamento é bem bonito! É que os noivos estão-nos a escolher como testemunhas daquele acto ( cada vez menos comum ) de partilha e amor. 

Sobre os casamentos há ainda outro detalhe : o dia é dos noivos! Não é nosso!! Isso não quer dizer que tenhamos de ser desleixados - nada disso - quero com isto dizer que não podemos ser egoistas e deixar os nossos stresses ou indisposições estragar a festa! Aprendi isto o ano passado a caminho do casamento de uma grande amiga. Estava triste, chateada e pensei : já não quero ir. 

Depois fui iluminada por mim própria e disse : Que birra idiota! Não podes deixar a tua amiga pendurada ou mal só porque sim. 

 

Sobre este casamento : os dias iam passando e não conseguia tratar de nada. Fui vendo vestidos e nada me agradava, depois tinha receio de comprar um na Zara ou H&M e aparecer alguém igual... e por ultimo não queria fazer um investimento muito grande o que complicava o assunto. 

 

Escrevo regularmente para a Magazine de Tendências da La Redoute e foi durante uma pesquisa para um artigo que me apaixonei por um vestido. Já tinha outro de reserva mas estava convencida de que AQUELE é que era. Tratei logo de o encomendar ( preço espectacular e modelo super simples como gosto ) e em dois dias chegou. Confesso que tremi um bocadinho porque achei que podia não me servir e iria ficar triste mas... funcionou! E enquanto me via ao espelho na confusão que é o meu closet... encontrei as minhas Melissa velhinhas mas que são o topo do conforto e sendo muito pouco convencionais serviam na perfeição o meu estilo. 

 

Já tinha marcado com a Patricia no Jean Louis David para ir tratar do meu cabelo e fazer o penteado "Loreal porque eu mereço" como lhe chamamos em brincadeira e comecei a pensar que... talvez fosse melhor investir numa maquilhagem decente e pôr um pestanão. Sorte a minha que tenho à porta de casa os melhores serviços e marquei na loja da Benefit com a Ana! Ela ainda fez o favor de antecipar o meu horário ( que eu comecei a ficar nervosa com as horas ) e honestamente fiquei MUITO contente com o resultado final. 

Enquanto me ia maquilhando falou-me de uns workshops que têm organizado e divulgado via facebook em que podemos usar o valor da inscrição em produtos e tirar duvidas ou pedir dicas! 

 

E agora aqui entre nós : há muito tempo que não me sentia tão bonita :) E isso foi uma sensação óptima já que o meu par... é um gato ;) 

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Aqui com as pestanas maravilhosas! 
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Vestido : La Redoute; Sapatos : Melissa; Clutch : Bimba & Lola, Brincos : H&M;  Cabelo : Jean Louis David; Maquilhagem : Benefit 

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Apesar de desfocada... adoro esta foto :) 

 

08
Jan15

Uma Espécie de Manifesto pelo Direito a Um Amor Melhor.

Ana Gomes

Uma Espécie de Manifesto pela Direito a Um Amor Melhor. 

 

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Vivi tanto tempo presa a "falso amor". 

O problema é : quanto mais falava sobre isso mais sabia que não estava certo e que era demasiado comum. Não estou a falar de uma relação. Refiro-me a uma sucessão de vários encontros, relações e desencontros. 

Então acabei por considerar que era isso mesmo. O que eu queria - por muito razoável que me parecesse - era só um ideal, um sonho qualquer que no fim do dia me fazia sentir ridícula. 

Eu queria - e vamos falar com franqueza - o Amor e a Tesão. O carinho e o desejo. 

Eu queria viver em paz e acima de tudo em liberdade. Beijar e ser beijada. Abraçar, puxar e ser desejada.  

Sem saber : eu queria que me elogiassem. Que me fizessem sentir bem, bonita. Em silêncio ou verbalmente. Mas também queria ser protegida. Queria que os abraços, as palavras e as partilhas fossem de confiança e de carinho. 

Eu nunca quis uma pessoa focada só em mim. Não. Eu quis uma pessoa ao meu lado focado no mundo. A caminhar no mesmo passo, no mesmo sentido e até aceitava que por vezes optássemos por atalhos diferentes. 

Ah... e eu sempre quis o mais piroso no Amor : as mensagens de bom dia os desejos de boa noite. 

Os "gosto tanto de ti" e os "quero ir ter contigo". Sim. Eu quis isto tudo. Mas sempre soube que isso eram exigências irreais e coisas de filmes. Eram? 

Aos poucos fui-me habituando a viver assim - afinal de contas eu nunca tinha vivido de outra maneira. 

Mas era? Eu nunca me senti absolutamente feliz. Muito menos Amada. 

Nunca me senti particularmente Especial. 

Não é a aprovação exterior que nos faz ser mais Mulher. Nem deve ser isso que nos faz ser melhores ou ter uma auto-estima maior. 

Mas acreditem. Pode ser isso que nos priva de algum amor-próprio. Porque quem aceita viver assim... por muito que não consiga perceber logo está-se a privar de uma vida melhor. 

 

Eu sei : é mais confortável ter algum Amor do que ter Amor algum. 

Mas quando temos a capacidade de dizer : Basta! O cenário muda. Muda mesmo! 

Quando temos a capacidade de nos começar a Amar em pleno, a cuidar de nós e a abrir o coração para o mundo é mais fácil ter "Sorte". Saber dizer : não. Não gosto assim. Quero desta maneira. Chorar sozinha sempre que for preciso, enviar mensagens às amigas se necessário. Dizer "Que Merda... Estou Farta Disto!"

 

Um dia :

Dizer : "Estou feliz. Temos de ir beber café para te contar tudo."

 

Mesmo que demore muito tempo. 

25
Jul14

Adoptar um animal : Ginja!

Ana Gomes



O dia de ontem não foi fácil. 

Na verdade foi bastante complicado. Entre recebermos a noticia de que a Ginja tinha sido entregue a outras pessoas, passando pela impotência perante o assunto e os detalhes que íamos sabendo... 


Como estava planeado hoje pegava no carro e vinha ter com os meus pais. Quando fui ter com a minha mãe para um café... ela não estava no trabalho. 

Tinha saído para : IR COM A GINJA AO VETERINÁRIO! 


Resumindo : ela tinha-nos sido devolvida. 


Há contornos da história que pouco importam neste momento. Nós não fizemos nada de errado e eu só quero agradecer a todos os que desse lado deram uma força! E a todas as pessoas da associação que compreenderam que o erro tinha de ser reparado. 


Pelo que soube as outras pessoas acabaram por ficar com um cão - como sempre teriam querido - e nós com a nossa cadelinha Ginja.


A Pipas não lhe liga nenhuma. Confesso que quando cheguei ao jardim e vi a Pipas pensei : O que é que ela vai sentir? Será que acha que gostamos menos dela? É que há quem compreenda o amor pelos animais ( e eu sou muito grata à minha cadela por pequenas coisas que ela demonstrou e fez quando eu estava doente ) e por isso saberá que não é substituível. Para outros isto é só ridiculo.

Devagarinho e um dia de cada vez vamos tentar que o amor se multiplique para que não tenhamos que o dividir ( mesmo que em partes iguais ).


A Ginja está vacinada e tratadinha.


Por aqui estamos todos de coração cheio.


Obrigada!  
16
Fev14

A nônô e o Principezinho

Ana Gomes


A minha sobrinha Nônô está apaixonada pelo Principezinho.
Não pelo rapaz, mas pela história. Quando a mãe ( que é uma masterchef das festas (0) ) lhe perguntou qual era o tema que queria para o amiversário... Pequena nono escolheu... A rosa.
Sim... A rosa com quatro espinhos que faz parte da história.
Ontem jantei com eles, tinha mais saudades do que imaginava. E quando regressei a casa decidi reler o livro. Pela 90 vez... E pelo mesmo número de vezes fui levada a crer que de facto é uma história mágica.
E fico feliz que ela esteja disposta a aprender as mil lições que o pequeno livro tem... Já eu fiquei com esta para (re)aprender :

"É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometa essas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim um recomeço."

antoine de saint-exupéry
16
Jan14

Mercado de Santos - O meu Texto sobre o Amor.

Ana Gomes

Quando me contactaram da organização do "Mercado de Santos" para escrever uma história de Amor, ou sobre o Amor... respondi que não conseguia. Que não tinha nada de verdadeiramente inspirador para contar. Nada que acalentasse ou motivasse alguém a acreditar. 

 

Mas houve um argumento maior que me convenceu a escrever. 

 

Para quem não sabe o Mercado de Santos é "o mote para os eventos solidários realizados, periodicamente, no Porto. A organização, a cargo de um grupo de voluntários com um grande coração e muita força de vontade, procura promover o espírito solidário, recuperar laços de comunidade e vizinhança e apoiar causas humanitárias. Todos os lucros obtidos com a organização dos eventos revertem para causas previamente identificadas."

 

A próxima edição será dia 1 de Fevereiro, mas podem saber tudo na página de Facebook do Mercado de Santos . 

 

No final não sei se era isto que queria dizer. Mas foi o que disse: 

 

 

A tua forma de dizer Amor. 

Nunca soube o que era o Amor nos outros. 

Sei o que Amo, sei como o sinto, mas demoro a compreender o que é o Amor dos outros. 
Sei o quanto me custa verbalizar “Amo-te”. E o frio na barriga que senti a última vez que o disse pela primeira vez. O som daquela palavra, sussurrado ou gritado, tem uma vibração demasiado intensa.
Era assim que ia compreendendo o Amor dos outros. Nunca saberei o que sentem, mas posso acreditar que o sentem quando dizem : Amo-te.

Nunca dizes que me Amas. São algumas as alturas em que dizes que gostas de mim. Principalmente quando somos confrontados com coisas sérias. Dizes “tu sabes que gosto de ti.” e e eu diria “Eu só sei isso porque acabaste de o dizer.”, mas sempre calei essa resposta e ainda bem que o fiz. 
Do hábito da ausência da expressão veio a reacção ao Amor alheio. Raras são as vezes em que ao ver alguém conjugar o verbo Amar não me comovo. 
Do tempo ou da necessidade veio finalmente a compreensão. 
O teu Amor é quereres sempre perceber o que se passa comigo e ficares sentido se falo mal contigo ou se tenho menos paciência. É tapares-me os pés quando a manta fica mal ajeitada e apareceres com um grande copo de chá porque eu adoro. Deixares-me chorar anormalmente quando estou a escrever e - não compreendendo o porquê das lágrimas - saberes que não é momento para fazer perguntas. São as canecas de café e as torradas de pão escuro pela manhã. E reclamares se o meu verniz estalou ou se o cabelo está despenteado. É a tua falta de vontade para muitas das coisas de que gosto e acima de tudo a transparência desse enfado. É o orgulho que mostras quando me ouves falar com outras pessoas. A forma como aprendemos a adormecer juntos e como o fazemos tantas vezes a rir. É receber uma mensagem durante o dia para beber um abatanado e conversar, só porque sim.
Eu não posso fingir que foi fácil. Ainda não é. Mas sei que é bonita a forma como me tratas, o respeito que tens pela minha forma estranha de ser. Vou aprendendo a viver com o que não ouço e a saber que :

Trazes “Amo-te” nas coisas que fazes. 


Ana Gomes
Janeiro 2014

13
Jan14

Escrever.

Ana Gomes

Passei a semana passada a dormir muito muito mal. 

Tinha dificuldade em adormecer e acordava várias vezes durante a noite... Não é que geralmente durma profundamente, mas não houve um único dia que conseguisse descansar. 

E porquê? Entra várias pequenas coisas... por ter um trabalho para terminar. E não conseguia pegar naquilo. E quanto pior dormia, pior me corria o dia e trabalho NADA.

Ontem cheguei a casa com a perspectiva de mais uma semana de projectos e prazos para cumprir. Orientei as coisas e sentei-me no sofá.

Não sei o que me deu mas estive a escrever sem parar das 9 da noite às 4.30 da manhã. Acabei o trabalho.

Quando me fui deitar já eram 5 e o despertador estava programado para as 8.30.

 

Claro que foram as três horas e meia mais bem dormidas das últimas semanas.

 

A próxima insónia será culpa do Amor. Ah... eu a escrever sobre o Amor. Não vou deixar de lado o compromisso que assumi... isso de maneira nenhuma. Mas está-se a revelar mais difícil do que era suposto. Rascunhos, ideias soltas, frase daqui, frase dali. Registos de conversas. Estou a juntar o material todo. E é interessante perceber que a repetição é comum : 

 

" E foi esse o Amor da tua vida? (pausa) Não, não foi esse o Amor da minha vida. "

 

09
Dez13

Escrever sobre o Amor.

Ana Gomes

 

 

Quando me pediram para escrever sobre Amor gelei. 

 

Recebi a mensagem com alguma surpresa. Mas não posso negar nunca a satisfação que sinto quando me pedem para escrever.

 

"Escreve sobre o Amor. Conta a tua história. Tenho a certeza que vais encher o coração de muita gente de esperança."

 

Lamento. 

 

Posso dizer que caí. Caí tantas vezes. No Amor mais puro. No amor carnal. E se servir de inspiração para alguém... posso dizer que estou aqui. Que quando parecia que nada mais fazia sentido e que o mundo ia acabar... Não acabou. Acabou-se "um" mundo. Não O mundo. 

 

Sobre o sentido das coisas não posso falar. Faziam antes? Alguma vez fizeram? Qual é o sentido? 

 

Não acredito no "para sempre", apesar de não achar que isso faça de mim uma pessoa menos romântica. Ou menos empenhada. Acho que sou só observadora, eterna insatisfeita e neurótica com alguma vontade de ter o calor de um abraço. 

 

Sei que há histórias de Amor que são lindas. Que são elogios à vida.

Mas não é Essa a minha história. 

E talvez por ter sabido de tantas dessas histórias maravilhosas. Por ter lido tanta prosa e tanto poema de homens que amaram sofregamente. Por saber viver a ilusão dos outros e ficar presa à minha realidade. Talvez por todas estas coisas não tenha uma história de Amor que possa inspirar. 

 

Acredito que aceitar a doçura do conforto, a adrenalina do improviso e a cumplicidade que vem numa lágrima ou numa gargalhada sejam tão importantes como confiar que vai tudo correr bem.

 

Em relação ao pedido que me foi feito, escreverei com ternura sobre o Amor. Mas não sobre o meu. 

 

 

 

 

21
Nov13

We all accept the love we think we deserve.

Ana Gomes

Hoje estou muito cinematográfica e acho que a culpa é de andar a ver poucos filmes. 



"We accept the love we think we deserve." encaixa-se no grupo de frases que marca um filme. Dura mais que o imaginário do próprio argumento, e propraga-se como as "frases feitas" ou as "filosofias de algibeira". Acontece que estas afirmações contagiosas são repudiadas por muitos, por as acharem básicas e pouco "profundas" ou pouco apropriadas. 


Para mim estas frases não são mais do que verdades, filosofias ou mantras que "encaixam" na vida da grande maioria das pessoas num ou noutro momento.


E hoje encontrei a frase num banco de imagens. E a minha cabeça fez aquele gesto de quem diz "concordo" e 5 segundos depois lembrou-se do "The Perks Of Being A Wallflower" - de onde é "originária".


A simplicidade desta frase mostra-nos o que lá está, apesar de nem sempre termos descernimento para o compreender " Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos" e muitas vezes quando as relações terminam e conseguimos distanciar-nos do sofrimento da perda pensamos... "Como é que eu pude viver assim? Aquilo na realidade não fazia sentido." Pois... mas quando estávamos na relação aceitávamos aquele "amor" como o certo. 


Sempre que sofremos em silêncio por não nos sentirmos amados ou desejados o suficiente estamos a fazer isso mesmo... a aceitar que o amor que recebemos é o que merecemos. Caso contrário teríamos de verbalizar esse sentimento, teríamos de estar inconformados... logo não aceitar aquele "amor". 


Não digo que devessemos estar sempre a exigir mais. Em última análise poderíamos falar do que gostaríamos que fosse diferente. Exigências não devem fazer parte das relações. E se do outro lado nada mudar e formos nós os únicos incumbidos de nos adaptar aquela falta... Mais uma vez... "Aceitamos o amor que achamos que merecemos."


O que mais existe no mundo são pessoas a receber um Amor muito diferente daquele que mereciam. 

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