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A Melhor Amiga da Barbie

Pequenas Conquistas no Mundo da Cozinha.

04.07.18 | Ana Gomes

A mudança de casa e a Vitória ter começado a diversificação alimentar foi a "desculpa" perfeita para me dedicar mais à cozinha.

 

Afinal de contas sempre adorei cozinhar, experimentar novas receitas e testar combinações diferentes. Parte das minhas memórias de criança passam pela bancada de casa dos meus pais, pelo olhar supervisor da minha mãe e pela paciência infinita da sua madrinha. A madrinha da minha mãe era alentejana e tinha sido cozinheira numa casa de fados em Lisboa... se vocês soubessem a sabedoria que existia naquela mulher. Ela sabia cozinhar tudo... eu deliciava-me - literalmente - com as coisas que fazia. Fui enganada durante ANOS quando me diziam que não podia ser eu a juntar as claras em castelo às massas dos bolos porque ficava mesmo difícil e duro e era complicado para uma criança. Mal eu sabia que havia muita ciência na forma como se envolvem - sem quebrar - as claras batidas em castelo ao resto da massa do bolo. 

 

Quando aprendi a ler comecei a devorar tudo e mais alguma coisa que dissesse "receitas". E passei a transcrever todas as que tinham natas e leite condensado como ingredientes principais - claramente percorri um longo caminho até chegar a este momento em que não aprecio nem uma coisa... nem outra! - adorava fazer doces ( e fazia-os bem ) e achava que souflé de pescada era o melhor prato do mundo. 

Pouco tempo depois começou a minha aventura no mundo vegetariano e íamos testando receitas. Sem acesso à internet e sem a massificação de informação que temos hoje em dia não era simples! Até porque a roda dos alimentos não ajudava propriamente a avançar sem medos... A minha mãe lá se esforçava e eu ia rasgando receitas de revistas para depois experimentar. Hoje entendo que essas receitas eram basicamente : coloca soja onde antes colocavas carne... e ... aproveita essa textura esponjosa com um molho que te faz pensar "quem me dera que isto fosse outra coisa". Mas... sobrevivi! A já citada madrinha da minha mãe achava que eu comia fiambre às escondidas... e vinha atrás de mim tipo sombra para tentar perceber se eu comia ou não. Não comia. Não voltei a comer desde que tomei a decisão de não comer carne. 

 

Os anos passaram mesmo muito rápido e em Lisboa os tempos de faculdade foram feitos à base do desenrascanço e de muito muesli com iogurte e fruta. Os jantares dos amigos já se sabe : "massa com qualquer coisa e está óptimo que eu só vim aqui beber álcool de má qualidade." Depois comecei a trabalhar e a coisa não melhorou... apesar de levar quase sempre marmita para o trabalho, sopa e uma salada com alguma coisa eram o suficiente. 

 

Está claro que a informação, a curiosidade e depois uma criança que adora comer me fizeram voltar a cozinhar. E a confirmar aquilo em que sempre acreditei! A cozinha é a nossa maior farmácia. Os alimentos são o nosso combustível! 

Quando vim para a casa nova decidi que sempre que possível iria investir em mais coisas que fizessem sentido e que me fizessem gostar ainda mais desse espaço onde passo tanto tempo! Não sei se sabem mas decidi deixar a minha cozinha aberta para a sala para podermos comunicar sempre que estamos em casa. 

Têm sido investimentos pontuais mas... muito satisfatórios. E agora posso finalmente dizer que tenho esta lindeza no meu balcão, o robot de cozinha da SMEG na versão pink! Em caso de dúvidas técnicas podem sempre consultar o site. Mas penso nela como uma aliada perfeita para massas de bolos, pão, gelados e até massas mesmo! Tem um acessório que nos permite fazer a verdadeira "pasta". Ainda não me aventurei... confesso! Mas mal encontre uma receita que me faça sentir desafiada vou em frente... quem sabe uma pasta al pesto all made by me! 

 

É mesmo bonita, não é? Finalmente é minha!!! 

 

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