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A Melhor Amiga da Barbie

A "happiness" de Philip Seymour Hoffman.

02.02.14 | Ana Gomes



Estive duas horas fora de casa. 

Quando me liguei ao Facebook o meu mural estava inundado por partilhas de noticias sobre a morte do actor. 


Eu só me lembrei de uma coisa. De resto.. a coisa em que penso sempre que vejo uma imagem de Philip Seymour Hoffman.

Do filme Happiness, que comprometeu para sempre a minha forma de observar este ser humano. É que ele teve a profunda capacidade de me deixar agarrada à personagem que interpretou neste filme, não conseguindo olhar para ele nunca mais de outra forma. 


Um homem perturbado e nojento, no que para mim é um filme de terror ( já que não entra nas minhas classificações o género de terror fantástico ou os violentíssimos "Saw" quando digo terror, digo - um filme que me deixou com medo, ansiosa, enojada). 

Foi preciso um bocadinho de maturidade para conseguir olhar para ele e tentar não pensar naquela personagem.

E no meu percurso académico - no conservatório de Teatro - foi sempre uma referência que mantive. Ser actor era aquilo. Era ser tão perfeito na representação que o risco de ser confundido seria profundo e eterno. 


O resto... é a vida. 




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