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A Melhor Amiga da Barbie

Rescaldo 17º Super Bock Super Rock

18.07.11 | Ana Gomes
Estou de volta...

Bom... De facto a grande conclusão que devo tirar para mim deste festival, é que já não tenho "estaleca" para acampar no meio do pó.
Valeu-me o espirito de chica esperta e tomar banho de mangueira num sítio que nem me atrevo a divulgar, sob pena, de aumentar o numero de banhistas. Muahahahah ( riso maléfico) .
Fico sempre a achar o mesmo: Para ir para festivais é preciso ter férias antes e depois.

Mas vamos lá falar de coisas sérias...

Comparativamente ao ano passado a estrutura do festival sofreu mudanças bastante grandes.
A área do campismo era substancialmente maior.
Tinha Luz.
Tinha mais casas de banho e mais chuveiros.
Muitas opções no que diz respeito à alimentação, e garrafões de água a 4 euros. Sim... água.
Maravilhosa a iniciativa dos transportes públicos. Saí do trabalho Quinta-Feira às 18.15 para apanhar um comboio e um autocarro cheguei ao recinto antes das 20h. Tendo em conta o trânsito do ano passado, muitoooo melhor!
A organização do parque de estacionamento. Muito boa.
CHROMEO. A primeira vez em Portugal. Para mim o melhor concerto do festival.

Os mais ou menos :

A Pizza Hut mesmo ao lado do palco principal. Óptima ideia claro.
Mas não dava para parar de comer pãozinho de alho quentinho.

E o MAU :

As coisas que nunca mudam... O pó. Muito. Impossível.
O som - PÉSSIMO, a qualidade de som de qualquer um dos palcos em qualquer dos concertos deixou bastante a desejar. Ouvi Rodrigo Leão e Portishead na tenda ( como convém... não são concertos de festival, não naquele cartaz, nem naquele contexto ) e ali sim a qualidade de som era razoável.
A dinâmica /disposição do público relativa ao palco principal era bastante estranha, e na minha opinião não estava pensada para tanta gente. A única tenda com som competente era a electrónica. ( O que pelos vistos incomodou algumas pessoas que assistiam a concertos no palco secundário ).

Haveria muito mais para dizer. Mas corria o risco de ser ainda mais aborrecida.

Gostar a sério, gostei de Chromeo. Era o que queria ver... foi o que me fez suportar o sofrimento atroz de voltar a comer sandochas de cogumelos enlatados.
Sorte a minha que, senhor organizador do festival, perante o meu sorriso embevecido e pelos olhinhos a brilhar para o palco na fila da frente, me perguntou se eu não gostava de ir para o backstage. OI!? E lá abriu as cancelas e me deixou passar.

E foi tão bom. E foi tãããão bom! :)
E agora umas fotos. A quantidade de pó fez com que ficasse com um derrame gigante na vista, e lá tive eu de assumir a personalidade toupeira no último dia.

O maravilhoso T0, quando eu ainda não era um montinho de pó com pernas e juba.



Era ali para trás que se tomava banho de mangueira. 

Gangsta Gangsta. Chapéu de menino e óculos de sol + lenço , mas nem assim me safava do pó.







Como ficar mal, muito mal, ao lado do rapaz. Mas pronto... foi um meio abraço sentido!


Pois que tive de vir a Lisboa para um issue familiar. E lá estava do outro lado o festival, bem escondidinho. 




Assim se assistem a concertos fofinhos. 


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