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A Melhor Amiga da Barbie

supermarket fashion

11.05.11 | Ana Gomes

Fotos de Torsten Blackwood, de um desfile que aconteceu ontem em Sydney, Austrália.

As criações dos novos designers (estudantes), tinha como premissa o desafio de criar um outfit completo por menos de 450€ e teve lugar num supermercado.

Nunca mais conseguirei olhar para o Mini-Preço da Calçada do Combro da mesma maneira.

Sou Benfiquista

11.05.11 | Ana Gomes
Sou do Benfica e isso me envaidece....




E não , não vou cantar o hino do Benfica, e podia ter invertido ali a ordem das palavras na frase de cima, mas fica mesmo assim.

Sou do Benfica desde pequena, porquê? Não sei. Acho que ha vários factores que influenciam o "clubismo" a saber :

Lavagem Cerebral dos elementos masculinos da família.
Andar na natação no Benfica desde os 4 anos. E subir a rampa a cantar o hino.

Mas a verdade é que ser do Benfica nasceu comigo. E não gostava muito dos amigos do meu pai que não eram do mesmo clube que nós. Aliás nem entendo como é que o meu pai tinha amigos de outros clubes.

Sou sócia, tenho lugar cativo no estádio, e acompanho o meu pai sempre que posso nas migrações sociais ao templo do Glorioso.

Sempre achei simpático "apresentar" os meu "amigos" ao meu pai no próprio estádio. Nada melhor do que uma carga de testosterona conjunta para se tornarem grandes compinchas. Nota : Os meus "amigos" eram do Benfica ( e isso me envaidece....... ) e mesmo que não falassem muito eu ia-lhes dando alfinetadas para dizerem umas asneiras nos lances menos justos e a coisa dava-se.

Não gosto da violência associada às massas associativas dos clubes. Não gosto mesmo. Irrita-me ter medo de ir ao estádio, porque um dia estava muito bem sentada e começaram a voar x-actos e facas do "terceiro anel" cá para baixo.

Mas como já disse várias, e talvez demasiadas vezes, sou uma fã de ideias originais. E ontem não pude deixar de me partir a rir quando recebo um mail do Sport Lisboa e Benfica cujo titulo era " Voltar a ter uma equipa de que os benfiquistas se possam voltar a ignorar " - e o conteúdo era... nada mais nada menos do que a newsletter do FCP a comemorar o titulo e tudo mais a que tiveram direito. Vivam os hackers.

Serviço de Consultoria de Imagem - Aslei - Cascais Shopping

10.05.11 | Ana Gomes
A ASLEI inaugurou um serviço de Consultoria De Imagem no Cascais Shopping.

Tive a oportunidade de passar por lá no dia da inauguração e o espaço está bastante giro.

Para quem quiser informações sobre o serviço :

O serviço Consultoria de Imagem do Cascais Shopping está disponível, mediante marcação prévia:
Presencial, no Lounge Consultoria de Imagem: Terças e Quintas – 12h às 15h e 18h às 21h
Telefone: 21 342 24 00 – Segunda a Sexta das 10hs às 18hs.
O serviço de Consulta de Imagem realiza-se:
Horário do serviço: Segunda a Sexta – 10h às 21h / Sábados – 11hs às 15hs
Duração: 3h/1hora
Valor: 90€ / 30€
Local: CascaiShopping - Piso 1, lounge em frente à loja Hugo Boss

Mais informações em http://www.cascaishopping.pt/fashion_advisor.php


Vão aceitar o desafio da Aslei?

...

10.05.11 | Ana Gomes
Hoje fui ao Indie e à Feira do Livro.


Sim porque não pode ser só trabalhar.





Talvez me tenha entusiasmado nos livros...........

Mano

09.05.11 | Ana Gomes
Quebra Corações.






Eu tenho um irmão. E damo-nos como irmãos.
Com tudo o que isto possa querer dizer, e não sei se é muito se é pouco. Mas será alguma coisa. Passo a explicar.

Quando o meu irmão soube que vinha mais um bebé lá para casa, quis muito muito muito muito que fosse um rapaz. Ele queria poder jogar à bola, ter mais bonecos do Iron Men, brincar às guerras, e sujar-se todo com um gajo tão fixe como ele. E até ao dia 10 de Janeiro ele achou que o João ia ser um benfiquista, e que iam ser a dupla mais porreira lá do bairro. Mas não… nasceu a Ana. Que de rapaz tinha aparentemente muito pouco. E para jogar à bola não dava, só se servisse mesmo de objecto de arremesso. Solução? Pegar nela e deitá-la no caixote lá ao pé de casa. Como lhe boicotaram o plano a nossa relação ficou altamente comprometida.

Passado algum tempo ele começou a perceber que ter uma irmã podia até ser divertido. É bom ter alguém inocente e ignorante que tem medo de nós e está sujeita à nossa perversidade sabidona. Então toca de mandar a Ana ir comprar electricidade em pó, toca de mandar a Ana fazer figuras tristes, toca de pôr todos os amigos da escola preparatória a espreitar pela janela da sala lá de casa, enquanto a Ana cantava e dançava ao som dos Onda Choque. (Continuar a enumerar as coisas que ele fazia será sempre mais humilhante para mim do que para ele, por isso este tópico acaba aqui.)

Passámos grande parte da nossa vida a bater um no outro, começávamos com ligeiros toquezinhos que terminavam em mordidelas e cenas animalescas para ganharmos lutas que nem sequer tinham razão de ser. Mas tínhamos os nossos momentos. Éramos demasiado cúmplices quando as coisas corriam mal. Uma vez estávamos sozinhos em casa, eu a voar no quarto dele, numa adrenalina desmedida, até que caímos os dois e partimos um copo de vidro. Acho que congelámos os dois e pensámos que íamos ficar eternamente de castigo. Enquanto eu controlava a porta de casa para ver se nenhum vizinho via, ele foi a correr deitar o copo no lixo. Passámos o resto da tarde a ouvir música sem falar sobre isso, como se nunca tivesse acontecido.

Quando éramos ainda mais pequenos e íamos à praia, eu pedia ao meu irmão baldinhos com areia molhada para fazer castelos, e ele metia sempre um ouriço no balde. E um dia ele e o seu melhor amigo Jonas decidiram pintar a cara da minha boneca preferida. Uma obra de arte feita com uma caneta bic que resultou numa boneca muito querida, mas com uns cornos desenhados, um olho roxo, bigode e uma mosca na barba. A promessa de que tudo iria desaparecer quando eu lhe desse banho acabou por ser só isso mesmo – uma promessa.

Passávamos horas infinitas no quarto dele a ouvir música e a cantar. No carro a mesma coisa. E brincávamos todos na rua. Horas e horas a fio. Passámos uma tarde inteira a ouvir a “Master Blaster” do Stevie Wonder em Loop e a cantar o refrão, cada um a sua parte sem nos tentarmos sobrepor.

Eu e ele somos pessoas completamente diferentes. Em tudo. Talvez não no olhar e na forma de falar. No humor somos definitivamente irmãos. E muitas vezes dizemos tudo sem ser preciso falar. De resto acho que é um gajo giro, com pinta e com muita lábia. Lembro-me de a determinada altura querer dar-lhe beijos na boca. Eu tinha prái 4 anos, só me lembro de tentar, e ele empurrar-me e dizer QUE NOJO. Sim… de facto era um nojo. Mas Freud explicaria isto.
Talvez não fosse preciso apelar a Freud para explicar porque motivo havia sempre chatice à pala da Game Gear (a única consola que alguma vez tivemos). Ou como eu acreditava que era estúpida porque ele me convencia que quando a voz do computador de brincar que os meus pais me deram dizia “estupendo” me estava a insultar – provando isto efectivamente que devia um pouco à inteligência.

O tempo foi passando, e as várias idades foram-nos distanciando e aproximando. Eu vim viver com ele para Lisboa, e era “ a hippie que vivia lá em casa “. De resto as discussões passaram a ser as discussões que as pessoas que vivem juntas têm.
“Mete a loiça na máquina”, “ Nunca levas o lixo para baixo”, “Acabou a pasta de dentes e não compraste mais”, “ E o papel higiénico, custa assim tanto por um rolo novo?”.
Ele nunca foi protector comigo, pelo menos que eu desse por isso, e nunca tivemos grandes pudores. Éramos irmãos, mas também éramos duas pessoas que co-habitavam. Que se encontravam na noite, que dançavam e cantavam juntos. Que se apresentavam aos amigos, que abriam a casa a toda a gente sempre que era preciso.

Continuamos a partilhar músicas, ideias para cortes de cabelo, continuamos a cantar, a discutir ideias e a ver fotografias e vídeos que achamos geniais. Continuamo-nos a dar mal e bem ao mesmo tempo no mesmo dia. Continuamos a ser irmãos.

Mas ontem acordei, levantei-me para ir lavar a cara e tentar acordar, e quando olho para o armário, que não tem espelho porque ele o partiu, e vejo que as coisas dele não estão lá… o meu coração ficou pequenino. Deu-me um nó na garganta e pensei que não estava ainda bem acordada, pisquei os olhos e não estava lá nada. Foi com algum alívio que vi a escova de dentes dele ali no copo. Mas foi com desilusão que percebi que parte da roupa também já tinha ido.

Agora aqueles 50m2 vão ser mais para mim. Mas ele está ali, em todo o lado.

Mano… só gostava de te pedir uma coisa.

Compra um espelho para o armário da casa de banho sim?

Praiaaaa

09.05.11 | Ana Gomes
Pelo andar da carruagem e olhando para a minha querida agenda este ano a minha praia de eleição vai se chamar :


Auto-Bronzeador. Pelo sim pelo não já tenho dois diferentes. Pode-me sempre apetecer variar.


E dois bikinis também... só para ficar com a marca e fingir que é mesmo a sério.