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A Melhor Amiga da Barbie

20
Set17

Fim-de-Semana São Pedro do Sul - Termas Centro.

Ana Gomes

A semana já vai a meio - e está a ser bem intensa e com muitas novidades - mas a memória do fim-de-semana ainda anda por aqui.

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p>A memória... e a mala por arrumar ahaha.

Como partilhei convosco na Sexta-Feira, fui até São Pedro do Sul! Tinha lá estado há uns anos e a sensação e ideia que tinha mantiveram-se : paz, muito verde, cenários bonitos e ... termas! :) Desta vez fiquei no Hotel do Inatel - que é um palácio lindíssimo - e pude aproveitar algumas das iniciativas que estavam a acontecer ali no centrinho da vila, promovidas pelo projecto Termas Centro. É mesmo engraçado ver este dinamismo e a vontade de fazer alguma coisa acontecer, desde concertos, teatro de rua, jogos tradicionais, caminhadas, visitas guiadas, showcooking ou barraquinhas que vendiam produtos da região enfim... uma panóplia de actividades que complementavam as opções normais de quem visita estes locais. 

 

Acabei por fazer algumas compras - guilty- sobretudo de produtos regionais : a broa de lá é qualquer coisa do outro mundo. 

 

E claro que aproveitei as termas : fiz uma massagem de corpo inteiro com duche vichy e uma massagem ao rosto. 

 

A amplitude térmica desta zona do país é gigante! Chegámos e estava bastante frio - a Vitória até acordou meia constipada - e depois de almoço fomos beber café à beira da piscina tal era o calor que fazia :) Aproveitei para ler, para aproveitar a minha bebé sem o stress e a correria do dia-a-dia e ainda fiz duas boas caminhadas pelo meio daquelas paisagens bem verdinhas. Acabei por fazer as refeições todas no hotel - por isso não vos posso recomendar nenhum restaurante para aqueles lados! A recomendação que não posso mesmo deixar de fazer é que investiguem os benefícios dos tratamentos com águas termais e se aventurem por estas alternativas :) Trouxe comigo três produtos da marca das termas de São Pedro do Sul - a AQUA - que já tinha conhecido na minha ultima visita mas que na altura ainda não tinham sido lançados. Já ouviram falar? Tem mesmo muito boa reputação! 

 

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p>Aproveito para agradecer publicamente a ternura das pessoas. No pequeno-almoço, uma senhora muito querida com duas crianças ternurentas, foi ver a Vitória no carrinho e quando desabafei a minha preocupação por sentir que ela estava constipada e que talvez fosse melhor levá-la ao pediatra.... se prontificou a falar com o Pai que estava hospedado no hotel e que era pediatra. Ele foi super simpático, auscultou-a, descansou-me e "guiou-me" na forma de tratar dela.

Eu não faria diferente. Mas não deixo de sorrir quando vejo que ainda há pessoas prestáveis, e preocupadas. <3 

 

Para mais informações sobre estâncias termais em Portugal consultem o site da Termas Centro. 

 

 

 

 

15
Mar17

Estadia Porto - NH Collection Porto Batalha.

Ana Gomes

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Na minha ultima estadia na cidade linda do Porto decidi ficar no NH Collection Porto Batalha. 

Estava muito curiosa com esta unidade depois de ter visitado este conceito em Lisboa. Confusos? Bom... os hoteis NH têm uma excelente reputação no alojamento e decidiram criar uma série de hotéis "especiais" que têm esta denominação Collection. Fiquei mesmo bem impressionada com as alterações que fizeram ao hotel da Avenida da Liberdade e ouvi falar tãooo bem do hotel do Porto que pensei : próxima visita à Invicta fico lá. 

 

E assim foi. Para começar a localização é perfeita : é super central, dá para ir a pé para a zona mais vibrante da cidade e a Praça da Batalha é mesmo bonita. 

 

Para além disso o NH oferece uma série de condições que são perfeitas para quem vai estar fora um fim-de-semana e quer ser o mais prático possível : sabiam que podem solicitar que vos passem uma peça de roupa sem custos extras? Se quiserem usar uma peça especial e mais delicada e for necessário um "retratamento" isso dá imenso jeito. Já no quarto os aménities são de sonho e dispensam malinhas de viagem complicadas! Tem mesmo tudo : desde escova de dentes, a creme de mãos, produtos de higiene feminina e máscara de cabelo. São itens pouco comuns, para além disso há a nota: caso precisem de qualquer outro produto basta ligar para a recepção. 

 

O pequeno-almoço é de sonho: uma óptima selecção de queijos, fruta, ovos feitos ao momento, vários tipos de leite vegetal e até uma zona dedicada aos celíacos. Ninguém fica de fora neste momento. E a influência espanhola permite-nos ter "pan com tomate" ao pequeno almoço... nhommmm! :) E a cereja no topo do bolo é que ao Domingo podemos aproveitar o buffet até às 12h! 

 

 

Para além disso adorei a decoração do hotel. O lobby é mesmo giro, e tem sempre fruta. gomas e água à disposição e dá mesmo para ficar por ali a ler um livro. Os quartos são muito espaçosos - o meu tinha uma varanda maravilhosa como podem ver na primeira foto - e tinha um cadeirão vermelho no quarto que amei! 

O hotel ainda dispões de um ginásio, de um SPA e de uma piscina interior. 

 

Apesar de não ter um parque de estacionamento próprio, o hotel tem acordos com outros parques bem perto. Como conseguimos ir para todo o lado a pé optámos por solicitar que nos estacionassem o carro e pagámos um valor fixo de 10€ por um dia de estacionamento. 

 

Aconselho mesmo a estadia neste hotel caso visitem o Porto em breve. Para além de ter umas infra-estruturas maravilhosas fica num sitio lindo! :) 

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Contactos : 

Hotel NH Collection Porto Batalha 

Site : https://www.nh-collection.com/pt/hotel/nh-collection-porto-batalha

Morada e Contacto :

Praca da Batalha, 60-65

4000-101 Porto 

+351 227660600

 

06
Mar17

Steak 'N Shake - A combinação deliciosa de hambúrgueres e batidos.

Ana Gomes

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Como sabem o fim-de-semana passada estive no Porto! 

Já estava a morrer de saudades da cidade linda e de ter tempo para passear por lá! 

Já tinha ouvido falar do Steak'N Shake ( a propósito do grande mural da Joana Vasconcelos ) e decidi ir lá jantar logo no dia em que cheguei. 

Como podem perceber este conceito é diferente da minha alimentação regular mas ADORO experimentar coisas novas e não me arrependi NADA. 

O conceito é importado dos Diners Americanos ( tanto a nível de decoração como de combinações alimentares ) e não fizemos a coisa por menos : toca de pedir batidos com os hambúrgueres. 

Quer dizer... mais ou menos! Eu optei pela sanduíche vegetariana ( óptima... com cogumelos e guacamole ), os rapazes pediram batidos ( pedimos Caramelo Salgado, Morango e Bolacha ) e a nossa companheira Alemã não resistiu a uma cerveja - não a podemos culpar!

Também fizemos "avarias" nas batatas : com cheddar, cheddar e bacon, queijo parmesão e as minhas de sal e vinagre! IMG_6160.JPG

 

 

 

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 Caramelo Salgado : Aprovado! 

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Eu estive no Steak ' Shake do Porto ( Praça de Guilherme Gomes Fernandes 67, 4050-159 Porto ) mas a Sul também podem experimentar o conceito nos Fóruns Montijo e Almada! <3 

 

 

 

 

 

27
Fev17

WAYNABOX : destino Frankfurt tudo sobre a viagem.

Ana Gomes

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É verdade que acabei de chegar do Porto mas o que ainda não vos contei foi... como correu a viagem a Frankfurt. :) 

Se eu pudesse andava sempre com a mala atrás, entre check-in, voo, hotel e novos mapas. Passei de uma pessoa que tem dificuldades imensas em sair de casa para alguém que... quase nunca desfaz a mala. 

Estou a aceitar que esta vida agitada terá de abrandar mas aproveitei o facto de ainda ser possível viajar sem complicações ou preocupações acrescidas para a gravidez e decidi fazer a viagem da WAYNABOX

Quando vos expliquei o conceito - neste post - a vossa reacção foi exactamente igual à minha! "Mas isso é uma grande ideia" - e é mesmo - e se há pessoas que duvidam da qualidade do serviço ou colocam em causa a qualidade do que nos é oferecido podem ficar com as dúvidas desfeitas. 

Durante a viagem recebi várias mensagens de seguidores que queriam saber como estava a correr a experiência. É neste momento que entre a minha primeira nota - a WAYNABOX garante voo e estadia, apoio caso haja alguma questão : eu por exemplo tive de lhes pedir ajuda com o check-in dos voos e ajudaram na hora, e fornece-nos um guia que pode ajudar na viagem. Como é óbvio toda a restante experiência está do nosso lado. 

 

O destino foi-me revelado 48h antes e abri o e-mail com IMENSA curiosidade. Apesar de ter escolhido não viajar para 3 destinos - por ter estado nos 3 recentemente - deixei em aberto outras cidades às quais voltaria tranquilamente. Por sorte calhou-me FRANKFURT onde nunca tinha ido. 

 

Acabei por não planear nada. Os dias antes da viagem foram super stressantes por outro motivos e estava louca para me enfiar no avião. Que - by the way - foi um voo TAP na sexta bem cedo, com regresso no Domingo ao final do dia num voo da mesma companhia. 

 

Aterrámos em Frankfurt e apanhámos o metro directos para a Estação de Comboios - 3 paragens - e andámos 8 minutos até ao hotel. Que hotel LINDO. Podem checkar no site - Wydham Grand Frankfurt. 

O hotel fica mesmo bem localizado e deslocámo-nos a pé para os principais pontos de interesse : a praça central, as ruas das lojas "caras" - que termina no largo da Ópera - e atravessando as pontes temos a zona dos museus e uma parte mais alternativa onde encontrei um café muito giro : Die Brucke e um pequeno mercado de comida alternativa muito ao estilo londrino : Markt Im Hof - que acontece todos os Sábado entre a hora de almoço e o lanche. É também ao Sábado que acontece o grande Flea Market - FLOH MARKT ( que alterna entre as margens do rio e uma localização ligeiramente mais afastada ), eu gosto muito deste tipo de "programinha" e começámos o nosso Sábado assim, a "desgraça" foi controlada : 20€ e três discos. Estas foram aliás as únicas compras que fizemos. Muita atenção a este pormenor : está tudo fechado na cidade ao Domingo! Eu já estava de sobreaviso - o melhor amigo da minha Mafalda mora lá e foi beber um café connosco e deu-nos imensas dicas úteis! 

 

Claro que o Tiago descobriu um super museu/centro de carros clássicos e para aí sim tivemos de ir de Táxi ( a única aplicação de transportes que funciona na cidade é a My Taxi ). 

 

É muito fácil ter um estilo alimentar "alternativo" em Frankfurt. Encontrei opções sem lactose e sem glúten em quase todos os espaços, muita comida vegetariana - apesar de terem como prato referência as Salsichas - eu que sou mega fã de comida asiática acabei por me desforrar. Pode ser tolo mas não comendo carne não fazia sentido ir para pratos típicos, right? O MoschMosch é uma cadeia super gira e boa de comida asiática e o EATDOORI é um restaurante Indiano mesmo cool e muito bom. Vale a pena a visita :) 

 

Trouxe um carregamento de Pretzels - tão bons - que comprei num supermercado ao peso: paguei por 5 o mesmo que teria pago por 1 em qualquer outro lugar ;)  

 

Eu adorei a experiência, o conceito, a ideia de poder fazer uma viagem com um destino que não conheço... enfim! Apoio estas empresas e estes momentos em que as pessoas concretizam ideiais geniais. 

Caso queiram fazer uma viagem WAYNABOX podem usar o meu código promocional que vos garante um desconto de 20€ basta dizer que são BarbieWayners e aproveitarem a viagem ao máximo.  
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FACEBOOK WAYNABOX. 

28
Dez16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a NY - 2.

Ana Gomes

 

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Vamos voltar um bocadinho atrás no tempo e falar dos últimos dias em Nova York. 

Como vos expliquei neste post a viagem foi um misto de trabalho e lazer já que queria muito aproveitar o timing para uma viagem grande antes do final da gravidez. 

Esteve MUITO - mas mesmo MUITO - frio durante o tempo todo e isso fez com que explorássemos menos a cidade. Isto não foi um problema já que não foi a primeira vez por terras Americanas para nenhum dos dois. 

Depois da viagem pela Ásia tinhamos falado em como seria giro fazer uma road trip pela route 66 e era esse o plano de viagem para 2017. Vamos ter de adiar o sonho por mais um tempinho mas tivemos a confirmação de que a queremos mesmo fazer. 

 

Passo a explicar : 

As diferenças entre bairros e zonas em Nova York é tão significativa que fazer uma viagem que envolva passar por vários estados deve ser de uma riqueza sem fim! 

Depois de Queens - Astoria e Manhattan decidimos ir até Brooklyn. Mas não fizemos a travessia pela Brooklyn Bridge ( a super famosa ). Como estavam 5 graus negativos optámos por usar o serviço Uber Pool e com 14 dólares chegámos ao bairro que queríamos conhecer : Williamsburg. 

 

Ainda que compreenda o "hype" em torno de Brooklyn - por ser de alguma forma uma contra-cultura - não fiquei muito surpreendida com o que encontrei. Entendo que de certa forma seja antagónico quando pensamos na "vizinha" do lado - Manhattan - mas quem conhece bem Londres e a vida dos mercados e da arte urbana sente-se em casa e nunca um estranho. 

 

Por ali proliferam várias lojas de artigos em segunda mão, moda vintage, pequenos cafés ( e não se avista o Starbucks - credo ) e o único Dunkin Donuts que vi tinha a frente de loja em preto e branco e não em cor de rosa! 

Perdi-me com as montras das "lojinhas" com peças de joalharia mesmo bonitas e roupa tão cool que mudava de estilo a cada 10 metros. 

Williamsburg é conhecido pela street art, pelos bons restaurantes e bares. Lembrou-me tanto Londres que até encontrei o ROUGH TRADE! Foi por lá que acabei por passar um bom pedaço da tarde : um chá quente, boa música, uma banda a fazer soudcheck e uma cookie gigante de chocolate e cereja ;) 

 

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Em Brooklyn almoçámos num restaurante mexicano. Uma tortilha de Tofu e uns nachos com queijo ( que desgraça ahah ) . Caminhámos o que conseguimos com o frio que estava e fomos até à margem do rio. O final de tarde estava mesmo incrivelmente bonito e ver Manhattan "deste lado" vale a pena. 

 

Ficámos umas duas horas no Rough Trade a aquecer e entretanto chegou o Nelson para nos levar a ver duas coisas de sonho : 

As decorações de Natal de Dyker Heights um bairro judeu também em Brooklyn em que as ruas acabam por ser cortadas tal é a afluência de gente para ver as iluminações das casas. E entende-se... é mesmo uma loucura! 

Nem saímos do carro! São kms de casas assim decoradas :) Sigam este link para terem uma ideia mais concreta daquilo que vos estou a tentar explicar. 

 

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As fotos estão ligeiramente desfocadas mas queria-vos mesmo que tivessem uma ideia desta magia! 

Tinha comentado com o Nelson que adorava ir a Coney Island - a culpa é dos filmes - e que estavamos quase a meter-nos no comboio para ir espreitar aquilo quando ele diz "então bora lá". 

Fiquei mesmooo contente! Coney Island e o Luna Park são referências frequentes no mundo do cinema e estar perto daquela roda gigante na praia era um sonho que - finalmente - podia concretizar. 

E lá fomos! E perguntam vocês : porque não há então fotos desse "cenário"? Porque com tanto grau negativo o Luna Park estava fechado. Estive lá à porta - confirmo - e os rapazes até quiseram ir comer um cachorro ao famosissimo Nathan's mas ninguém tentou bater nenhum record maluco. 

 

No regresso a casa e parámos num restaurante grego em Astoria para jantar. 

As experiências gastronómicas em Nova York são realmente incriveis. Associa-se muito esta viagem a "junk food" e sim... é muito comum e diria até apelativa, mas a confluência de culturas faz com que deste melting pot resultem óptimos restaurantes conduzidos por pessoas das próprias nacionalidades. 

Comi a melhor salada grega de sempre e umas lulas grelhadas maravilhosas!

 

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Os planos para domingo já estavam mais do que definidos! Passar o dia com o Nelson e com a Luna ( a filha ) e ver o Benfica numa comunidade portuguesa. Felizmente ganhámos ( e ficámos todos contentes naturalmente ) e durante 3 horas estivemos sempre a ouvir falar português. É mesmo engraçado compreender a união e a cumplicidade dos conterrâneos. 

Quando o almoço terminou fomos passear a um centro comercial e vivenciei a loucura das compras de Natal. Se por cá reclamamos das filas lá as coisas triplicam a dimensão : foi meio caminho andado para não cair em tentação. 

Mas sabem porque nos decidimos enfiar num centro comercial? É que quando saímos do restaurante estava a nevar! Ainda andei a dançar na neve mas parei mal começou a ser ridículo andar ao frio. 

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No último dia preparámos as malas para o regresso - ainda bem que decidi levar a minha mala de cabine da American Tourister praticamente vazia... voltou cheia com as compras do menino Tiago e com as coisas que nos tinham pedido - e saímos para um último pequeno-almoço. Andei a namorar uma Bakery que ficava na esquina da nossa rua e fomos tomar um American Coffee e uma grande fatia de bolo. 

Andámos durante umas duas horas pelo bairro e descobrimos lojas bem giras - como esta de discos onde quase comprei o meu gira-discos. 

 

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Regressámos a casa para nos despedirmos do Nelson e para irmos buscar as malas e ele sugeriu que fossemos "grab a bite" antes da viagem. A "bite" acabou por ser essa pizza gigantona! 

Com a promessa de um reencontro em breve lá nos metemos no metro e depois no comboio em direcção ao aeroporto. 

 

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Adorei a viagem. Foi muito importante para mim - psicologicamente - sentir que a gravidez não me impediu de continuar a fazer tudo como antes. Bom... com um pouco mais de cansaço e outro pouco mais de fome. Mas consegui fazer a viagem de avião na boa, diverti-me, aproveitei e senti que o tempo que passámos juntos foi igualmente enriquecedor.

 

Nova York é muito inspirador. Gosto de ir na rua e no metro e observar as pessoas. Sentar-me num café e perceber os diferentes estilos, as motivações. Costumo dizer que só quem faz esta viagem consegue entender realmente as comédias românticas, os dates nos bares ao final do dia e certos detalhes sociológicos que - apesar de tudo - são diferentes até entre grandes metrópoles.

 

Voltarei a Nova York sempre que puder. E recomendo a viagem!  

 

 

 

 

 

 

*Estes cadernos de viagem são escritos com o apoio da American Tourister.

 

Podem saber mais sobre a marca nas seguintes plataformas : 

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Loja Online;

Ou nos hashtags : #AmericanTourister #MyAtStyle 

 

10
Dez16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a NY - 1.

Ana Gomes

Aqui estou eu em mais uma viagem decidida em cima da hora! 

 

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Vim sem planos e sem um motivo particular. 

 

A verdade é que a primeira vez que vim a Nova York vinha completamente indiferente e mal aterrei fiquei apaixonada pela cidade. Sabia que queria voltar e assim que a oportunidade apareceu... agarrei-a! 

 

O Tiago tinha que vir ver um carro e decidimos juntar o útil ao agradável e prolongar a estadia. Encontrámos um voo barato ( 500€ ) e nem pensámos duas vezes. 

Na realidade encontrámos outro voo ainda mais económico : 360€ mas não era um voo directo e confesso que com a gravidez estava um pouco receosa - o cansaço e as várias horas nos dois voos foram determinantes para optar pela opção do voo directo. Nesta altura do ano os voos são mesmo caros ( a proximidade do Natal pesa imenso já que a cidade leva o espírito mesmo a sério ). 

 

O factor gravidez também teve um peso determinante na viagem : Com o passar do tempo fazer uma viagem grande começa a ser complicado, já tinha pensada uma viagem para o Brasil em Janeiro mas a ideia ficou por terra por causa dos vírus que estão a "atacar" as grávidas e os bébés. Então estava a ficar um pouco ansiosa : a realidade é que ADORO viajar e até então trabalhava precisamente por poder viajar e não ter grandes preocupações. Claramente que sendo realista a perspectiva está a ser alterada e o ideal é aproveitar agora para não "stressar" com isso depois :) Este principio do segundo trimestre é mesmo a altura perfeita para viajar, os enjoos já ficaram lá atrás, há mais energia e a barriga ainda não "atrapalha". Claro que me sinto muito mais cansada do que anteriormente, claro que tenho muito menos predisposição para algumas coisas, e sim... tenho bastante fome o que acaba por ser uma despesa acrescida ahaha mas a verdade é que dá para aproveitar! 

 

Trouxe duas malas de viagem - da American Tourister - uma maior e outra tamanho normal de cabine. A pequenina veio praticamente vazia ( para podermos levar alguma coisa que comprássemos ) e a maior vinha cheia com a nossa roupa: camisolonas e meias para além dos básicos de higiene e roupa interior. Como me disse o meu amigo Nelson : Vai estar muito frio! Tragam roupa bem quente e esqueçam lá isso de ser fashion : recado anotado. 

No avião cuidados redobrados: collants de compressão ( usei umas que comprei na loja ELA no Oeiras Parque e que me foram recomendadas para estes casos ) , roupa larga e muito confortável, beber bastante água e levantar-me várias vezes durante o voo para caminhar. Levei também alguns snacks para comer durante o voo já que fome é uma constante: uma banana, fruta desidratada e frutos secos. 

 

Antes de viajar para os Estados Unidos é necessário tratar do ESTA ( um visto especial que é pedido online e fica pronto no máximo em 48 horas ). Fui eu que tratei de tudo o que foi necessário para a viagem e nem reparei que no meu formulário o meu nr de passaporte estava errado ( numa das 5 vezes em que aparece... ) resultado... não consegui fazer o check-in. Fiquei SUPER nervosa, apetecia-me tudo menos ficar em terra, mas os assistentes de terra da United Airlines ajudaram-me a manter a calma e a fazer uma nova requisição online e a autorização por sorte foi dada no mesmo segundo! Muita atenção a esta questão do ESTA : o meu visto foi aprovado mesmo com aquele lapso no formulário, ou seja, eu estava mesmo descansada e achava que tinha tudo o que era necessário para embarcar. Outra coisa : este visto custa 14 dólares. Percebi que tinha sido enganada da primeira vez: paguei 80 dólares.... Por isso ESTE é o site correcto onde devem fazer o pedido .

 

O voo correu bem, estive o tempo todo a ver filmes e séries, e quando aterrámos nem perdemos tempo nenhum no controlo de passaporte ( da última vez demorei mais de duas horas ), quando estávamos à espera da bagagem pousei a minha mala no chão e vi um cãozinho super querido a vir na minha direcção, até que percebi que vinha acompanhado de um policia e que o cão tinha encontrado algo "proibido" na minha mala. Momento de pânico nr 2 : eu não tinha nada ilegal ( que soubesse... ), mas na realidade a minha mala estava no chão e podiam-me ter metido alguma coisa sem eu ver. Afinal era só uma banana.... É proibido entrar no país com fruta! Bastou deixá-la no controlo de fronteira e ver toda a bagagem revistada para entrar finalmente no país. 

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Muito frio, um comboio e um metro depois e estávamos em Astoria para deixar as malas em casa do meu amigo. 

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No primeiro dia nem fomos a Manhattan : demos uma volta pelo bairro e fomos jantar a um restaurante grego maravilhoso! Esta é uma das particularidades deste bairro de Queens : imensa cultura grega. 

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Claro que com os horários todos trocados acabámos por adormecer muito cedo e acordar de madrugada. Mas não perdemos tempo : duche, agasalhar bem, e sair para a cidade. Pelo caminho comprámos um Bagel e um café e fomos a comer no metro. 

 

Escolhemos a saída da 5ª Avenida ( mesmo ao lado do Plaza Hotel e do Central Park ) e fomos descendo. Não vim com o espírito de compras, nem com a ansiedade de ir aos pontos turísticos porque fiz tudo isso da última vez. Adoro inspirar-me a ver montras, observar as pessoas, parar nos cafés, andar pelas ruas, absorver as tendências e o espírito da cidade. Só tinha um objectivo : ver a árvore de Natal do Rockefeller Center. 

Claro que a meio do passeio não resisti e fiz umas comprinhas na Baby GAP mas... como resistir?  

Passámos em Times Square, vimos algumas lojas, fomos até à árvores de Natal e acabámos por interagir com um projecto solidário da Lady Gaga de inclusão social : Share Kindness Experience. 

 

Andámos quase 17 Kms até decidir voltar a casa para deixar os sacos e sair para mais uma voltinha pelo bairro e jantar. 

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Na quinta-feira saímos para Chinatown, Little Italy e Soho. O tempo tem vindo a ficar mais frio a cada dia que passa e é duro andar na rua! A sensação térmica são de 4 graus negativos mas é o vento que complica mesmo. 

O Soho é o meu bairro preferido e ficámos grande parte do tempo a passear por aqui. Mas mal saímos do metro em Canal St ( para caminhar entre Chinatown e Little Italy ) dei de caras com o showroom da Glossier - uma marca de beleza que sigo desde o principio - e que não fazia ideia que ficava ali : tinha aberto há três dias! Pontaria ;) 

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Quando estávamos a pensar voltar a casa o meu amigo Nelson ligou-me e fomos à Happy Hour do Classic Car Club, um espaço restrito em Manhattan para um grupo de "afiliados" que têm o culto dos carros clássicos. Voltámos para Astoria já perto das 22h e fomos a um restaurante Peruano incrível! Felizmente não tinha muita fome porque foi duro resistir aquele ceviche. 

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Tínhamos planeado ir a Brooklyn de carro com o Nelson mas tivemos uma peripécia com o vidro na noite anterior e teve de ir para reparar. Ainda esperámos algumas horas durante a manhã, mas o carro só ficou pronto no periodo critico do trânsito e fomos fazer um Brunch numa cadeia de panquecas super conhecida : IHOP - International House of Pancakes. Comi umas panquecas de red velvet que estavam divinais... e fiquei mal disposta o resto do dia! Nem queria acreditar, como é que uma coisa que me sabia tão bem me tinha deixado tão mal disposta. Já nem sei dizer se valeu pela experiência ahahah. Mas estava com tanta vontade de provar as panquecas dos Diners que ia acontecer de qualquer maneira. ;) 

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Seguimos para a cidade de metro e fomos a um evento de motos no centro de congressos - Javits Center - e caminhámos uns kms até Times Square para aproveitar a energia da cidade durante a noite, claro que ver a árvore de Natal do Rockefeller Center com o espectáculo de luzes na 5ªAvenida é uma experiência totalmente diferente! 

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Para o jantar escolhemos um restaurante de RAMEN: porque Nova York é isto mesmo, uma grande mistura de culturas! ;)

 

E agora temos mais dois dias e meio pela frente que iremos dividir entre trabalho e passeio! Ah... e o jogo do Benfica com a comunidade portuguesa: porque sim.. isto também é conhecer um país!

 

 

 

*Estes cadernos de viagem são escritos com o apoio da American Tourister.

 

Podem saber mais sobre a marca nas seguintes plataformas : 

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23
Set16

La France! Diário de Viagem.

Ana Gomes

Olá de França! 

Neste momento já não de Paris... mas de Chambery! Ando numa verdadeira Tour de France e uh la la ... j'aime voyager. 

 

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Não vim por nenhum motivo em especial : O Tiago tinha uma série de trabalhos e eu... trabalho para viajar! Desta vez a logística era meio complicada - várias reuniões em pontos diferentes e ajuda ter alguém para dar apoio. Eu! Ter sido produtora ajuda imenso a organizar estas viagens acreditem. Estou "treinada" para estudar as melhores opções em termos de distância, percurso ou forma de chegar de um ponto ao outro.  Isto não implica ter sentido de orientação ( tenho menos de zero ) mas tenho alguma paciência para organizar viagens : se me incluírem no plano, está bom de ver. 

 

Posto isto cá estamos: depois de um voo incrivelmente cedo de Lisboa para Paris, de vários kms a pé e outros tantos de Uber Pool, apanhámos o avião para Genebra e alugámos um carro para chegar a Chambery. A outra opção seria termos vindo directos de TGV para aqui, mas teríamos de alugar um carro para Várias deslocações e esta opção foi mais económica. Por outro lado já posso dizer que estive na Suiça. Foi só uma hora mas.. dá para por o pin no mapa? 

 

França está cada vez mais cara. Para conseguirmos um hotel com um preço razoável ( entre 50 a 60 euros por noite ) ficamos sempre em sítios inexplicáveis! Ontem ficámos num quinto andar sem elevador e com escadas em caracol... Só fazemos estas opções porque vamos apenas dormir e basta-nos o mínimo. Por uma refeição nunca consegui pagar menos de 15€ e estou a falar de uma salada e de um sumo. Sem café! Que custa em média 2,50€. Ontem fui ao supermercado comprar alguns " salva vidas " : 1 pacote de galetes de milho, uma maçã, um pacote de barritas de cereais, 1 garrafa de água e 1 saqueta de frutos secos e paguei... 18 euros! Incrível... não imagino gastar isto nem pelo dobro das coisas se fizer compras em Lisboa. Espero que a "invasão francesa" que se está a viver não inflacione os preços dos nossos supermercados. 

 

Hoje visitei o Lago Bourget em Aix Les Bains - chamam-lhe a Riviera dos Alpes - e é lindíssimo! 

 

Por aqui as lojas fecham incrivelmente cedo e mesmo quando optámos por ir a um shopping para dar uma vista de olhos nas lojas : tinham fechado às 19h! A senhora da recepção disse que os franceses não gostam de trabalhar. Não fui eu que disse... foi a senhora da recepção do hotel. Por aqui ficámos no meu adorado Ibis. É claro que AMO hoteis de charme, mas neste tipo de situações em que o orçamento tem de ser tido em conta e onde vamos apenas dormir o minimo conforto e a higiente do sitio são os únicos pontos que tenho em conta.. e nestes casos : Ibis Budget.  

 

Nota mental: não vale a pena pensar em "dietas" em França. Viva o queijo, as baguetes, o vinho e o chocolate. Preferencialmente na mesma refeição e tudo ao mesmo tempo. Com baton rouge. TOUJOURS! 

 

 

 

 

18
Ago16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 7

Ana Gomes

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Hoje chego a esta última parte dos Cadernos de Viagem! 

Sim.. como sabem já estou em Portugal e ainda meio confusa ( um mês e meio fora e uma vida tão diferente têm uma recuperação particular ). 

 

Nos últimos dias de férias praticamente não tirámos fotos : a verdade é que choveu copiosamente TODOS os dias. Ainda tentámos alugar um carro mas não devemos ter sido os únicos a ter essa ideia, já que os carros mais "simples" estavam esgotados e só existiam opções caríssimas disponiveis. 

 

Ficámos pelo lobby do hotel ou pelo restaurante em cima do mar a trabalhar. Os dois computadores ligados, a internet a bombar e lá começámos a regressar à vida real. Num dos dias ainda alugámos uma mota e arriscámos ir até Krabi. Apanhámos uma celebração local e por isso 90% do comércio estava encerrado. Ao Nang pareceu-me muito mais giro do que Krabi Town, o que me deixou satisfeita com a escolha que fizemos! Fizemos duas paragens em dois templos diferentes : Tiger Temple ( maravilhoso ) e o Wat Kaew que fica mesmo no topo de Krabi Town. Quando estávamos a regressar percebemos que ia começar a chover muito e decidimos parar num Tesco enorme que há no caminho para nos abastecermos de DVDS ( vimos TANTOS filmes durante a viagem! ) e para não apanharmos uma molha tremenda de mota. 

 

Caso tenham à vontade a conduzir vale mesmo a pena alugar mota para ir de Ao Nang para Krabi Town ou vice-versa. Um táxi custa 500 bahts por trajecto, a mota custa 200 bahts por dia! 

 

No último dia em Ao Nang, e apesar da chuva ininterrupta, decidi ir ao mar. Confesso que estava mesmo desanimadas nos últimos dias. Aqueles mergulhos souberam-me pela vida! Éramos os únicos na praia, apesar das esplanadas dos restaurantes estarem cheios, e eu parecia uma criança feliz aos pulos no mar. Valeu mesmo a pena : o mar é terapêutico! Fui beber a minha última água de coco e fazer a mala que no dia seguinte tínhamos voo às 7 da manhã. 

 

Passámos o último dia da viagem em Banguecoque. Reservámos mais uma noite na guest house onde tínhamos ficado anteriormente ( A&A na Rambuttri ) e onde tínhamos deixado a restante bagagem. Aproveitámos para ir a alguns centros comerciais mais virados para a eletrónica e percebemos que contrariamente ao que achávamos as compras não valem a pena. Há produtos em que os preços são ainda mais caros! Ainda assim decidi arranjar o monitor do meu IPAD que se tinha partido há mais de um ano. 30€ e duas horas depois estava como novo! 

 

Fizémos também a nossa ultima Thai Massage ( maravilhosa ) e estava tão cansada que nem consegui jantar. Em contrapartida bebi o melhor chá de gengibre da minha vida! Picante e reconfortante. No dia seguinte esperava-me mais um voo bem cedo e muiiiiiitas horas de voo. 

 

Amei esta viagem. Venho com uma energia boa, inspirada e feliz com a decisão. Acima de tudo estou grata por ter podido fazer esta viagem!

 

Gastei bastante dinheiro : mas importa entender que foram quase 2 meses, a dormir sempre em hoteis ( e nunca em camaratas ) e a fazer TODAS as refeições fora de casa. Praticamente não fiz compras : trouxe uns souvenirs, umas camisas, uns brincos, alguns produtos de beleza, e dois vestidos. 

Um bom conselho que podem levar é este: não vale a pena levar muita roupa! Há lavandarias em todo o lado e é mesmo muito barato lavar a roupa! Poderia ter levado metade das coisas que levei. Claro que também há a questão de querermos variar a roupa que usamos mas sinceramente uns acessórios podem bem resolver o problema ;) 

Os voos não foram baratos : fomos pela Emirates, fizemos apenas uma escala pequena entre os voos ( tirando os que fizemos para a Indónésia - fomos pela Air Asia e em dias diferentes ). Fizemos várias viagens dentro de ambos os países ( na Indónesia sempre de Táxi, Barco, Mota ou Uber - uma aplicação ainda mais polémica por lá do que por cá acreditem ) e na Tailândia barco ou avião ( novamente pela Air Asia ). 

 

Escolhemos 90% dos alojamentos pela aplicação AGODA. Sempre usei o Booking... mas falaram-me da AGODA e de facto tinha sempre melhores preços e mais opções! Fica a dica. 

 

Houve outras duas aplicações que foram fundamentais : O maps.me - que é um mapa que é descarregado online e funciona sempre offline com uma precisão incrivel : nunca nos falhou ( apesar de consumir IMENSA bateria ). E claro... o Spotify Premium com horas infinitas de música mesmo quando não tinha bateria ). 

 

Quando me perguntam se gostei mais da Tailândia ou de Bali : não consigo responder. ADOREI estar nos dois sitios. Na minha opinião a Tailândia ( e só estive em Bangecoque e em Krabi ) é mais metropole, tem um consumo desenfreado, uma cultura louca e praias paradisiacas. Já Bali tem uma doçura que cola, uma convivência bonita com vários inputs comerciais e está completamente direccionada para o surf! Também existem praias de postal ( as famosas Gilli ou Nusa Lembongan ) e valem sem dúvida a visita. 

 

Se tiverem dúvidas não hesitem! É óptimo poder partilhar a minha viagem convosco! 

 

Não tenho planos de viagens para breve. Mas tenho uma série de destinos debaixo de olho ;) 

E vocês?

 

*Estes cadernos de viagem foram escritos com o apoio da American Tourister.

 

Podem saber mais sobre a marca nas seguintes plataformas : 

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Loja Online;

Ou nos hashtags : #AmericanTourister #MyAtStyle 

 

 

 

11
Ago16

Pad Thai - prato favorito na Tailândia - e uma receita para experimentar.

Ana Gomes

Se comer saudável na Indónesia era uma tarefa muito simples o mesmo não se aplica na Tailândia.

Mãe, tenho imensas saudades das tuas sopas!

 

 

Por aqui tudo tem molho. Peço um chá frio e vem com leite condensado (apesar de pedir sem açúcar) e até uma "simples" omelete vem a nadar em molho agri-doce. Valha-nos a fruta e o marisco - que mesmo assim tenho receio de comer. Opções vegetarianas há muitas (ia escrever aos molhos mas seria redundante). Em caso de dúvida tenho optado por comer Pad Thai. Nunca falha! E sinceramente já comi versões bem saudáveis, em que os legumes se sobrepunham à massa (que é de arroz YEY ) e em que o molho era quase nenhum!

E é SEMPRE isso que como quando não quero pensar muito na refeição: Pad Thai! Começo inclusivamente a perceber que vai ser uma refeição que irá deixar saudades. A pensar nisso, e numa possibilidade de replicar a receita em Lisboa, lembrei-me de uma partilha da Marta - Martilicious - e fui-lhe pedir a receita empresta! 

Como podem perceber pela descrição ela ADORA picante. Eu... não! Mas podemos sempre gerir os condimentos, certo? 

 

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( esta imagem foi retirada do Google e é meramente ilustrativa. )  

 

 

Para os Noodles:
Massa Soba 
Óleo para wok
1 ovo biológico 
Camarões cozidos 
Couve branca (ou chinesa)
Cogumelos brancos 
Courgete 
Cenoura 
Cebolinho 
Pimento vermelho
Coentros frescos 
Cajus torrados e sultanas 
Para temperar: molho Tamari, molho Pad Thai e Sweet Chili 
Cozi a massa segundo as instruções na embalagem. 
No wok deitar 1 colher de sopa de óleo, depois de quente deitar o ovo, mexer bem e deitar todos os legumes finamente picados. Mexer sempre bem e quando começarem a ficar tenros adicionar o tempero, os camarões, os cajus e sultanas, os Noodles e envolver bem. Servir com coentros e molho de Sweet Chili por cima para extra picante (que eu adoro). 
Bom apetite!

 

( Obrigada Marta! ) 

 

 

11
Ago16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 6

Ana Gomes

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Apresento-vos a melhor rua para ficarem hospedados em Banguecoque : Rambuttri

Especialmente se forem jovens, procurarem apenas o essencial e preços económicos. Fica literalmente do outro lado da estrada de Khao San Road e tem uma vibe muito menos "estou de férias pela primeira vez sem os meus pais e quero beber até cair". A rua é bonita, movimentada e com restaurantes bons. Há massagens em todas as esquinas e dois Seven Eleven : está óptimo! 

 

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Os dias que estive em Banguecoque foram óptimos! 

Caso ainda não tenham visitado a cidade pensem num mundo de consumo extremo. Há sempre qualquer coisa para comprar, em qualquer recanto, a todas as horas. Há night markets ( que visitámos ), há mercados durante todo o dia, há Chinatown, há centros comerciais GIGANTES e há aquela que é considerada uma das maiores (senão a maior) feira do mundo : o weekend market Chatuchak.

 

O que se vende nestes sítios? Bom... basicamente SEMPRE a mesma coisa, na devida escala : quanto maior for o "mercado" mais diversidade, oferta e diferença de preços vão encontrar. Gostava de vos dizer : "Comprem em chinatown que é mais barato"... ou "nos centros comerciais é que é" mas esta lógica não existe. Das duas uma: ou está escrito "fixed price" ou então o preço mais barato vai ser determinado pela vossa capacidade de negociar. Não se preocupem: o ideal é nunca pagar mais do que o preço justo. É super provável que eles rejeitem a oferta ou que, depois de terem realizado o negócio, compreendam que o poderiam ter feito por um valor mais baixo. Então a máxima é mesmo esta : pagar um preço que consideramos justo. Afinal de contas quem vende também tem de ganhar dinheiro, certo? 

 

E podem encontrar TUDO. Então no weekend market atrevo-me a dizer que é literalmente tudo : desde objectos de decoração incríveis, passando por roupa, comida, imitações, peças rejeitadas de fábricas, roupas de jovens designers, peças vintage, animais exóticos, animais de estimação... TUDO! O que é mais complicado encontrar é sem dúvida uma banca pela qual tenham passado. Vi umas t-shirts lindas, fui beber um chá frio na "rua" ao lado e quando voltei... já não consegui encontrar a banquinha. Para terem uma ideia há imensos mapas espalhados pelo mercado, pontos de encontro e banquinhas de comida em todas as secções para evitar que as pessoas tenham de sair para comer. Passámos praticamente 7 horas lá dentro e acho que vale mesmo a pena a visita. 

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Ainda no "mundo" dos mercados decidimos fazer aquela incursão óbvia por um Floating Market. Não tínhamos nada programado para esse dia e decidimos apanhar um táxi para lá ( a viagem são cerca de duas horas ). Desilusão total! Toda a gente me tinha dito que seria imperdível mas se voltasse atrás não iria. Primeiro é caríssimo : conseguimos pagar 1500 bahts para duas pessoas mas super negociado, isto são quase 40 euros o que é um absurdo para os preços praticados por aqui. Depois sentimos claramente que tínhamos sido enganados pelo táxista. Dissemos que queríamos almoçar antes de entrar, fomos a uma espécie de restaurante perto da entrada do mercado e quando estávamos a pedir o taxista entrou, falou com a senhora do restaurante e explicaram-nos que não nos podiam servir porque a cozinha tinha acabado de fechar... rematando com "o melhor é comerem no mercado". 

E foi a única opção que tivemos... mesmo quando já estávamos a ponderar nem entrar. Talvez por ser domingo  a nossa viagem de barco mais parecia uma passeio por uma atracção abandonada da eurodisney. Em mau. 

Foi a primeira desilusão por estes lados e deixou-me de pé atrás com todas as atracções turísticas.

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Querem saber o que achei MESMO lindo? O Wat Pho ou Templo do Buda Deitado. Mesmo que não se identifiquem com a filosofia budista vale a visita. O bilhete custa apenas 100 bahts e para além de uma "pequena aldeia" budista podem ver artesãos a trabalhar em estátuas de Buda e uma figura impressionante em tamanho e beleza ( para terem uma ideia é maior que o Cristo Redentor no Brasil ) : um Buda Deitado! image.jpeg

  Para todos os passeios em Banguecoque é preciso muita paciência. O trânsito é caótico, as filas são demoradas e tudo parece longe! Mas acreditem : vale muito a pena. 

 

Como vos tinha contado tinha imensa vontade de conhecer as praias e ilhas paradisiacas da Tailândia. E é uma viagem que quero fazer com mais tempo e com novo orçamento! Como ainda tínhamos algum tempo por aqui ( tivemos de antecipar o regresso à Tailândia porque o visto da Indonésia terminou ) decidimos apanhar o avião para Krabi. Voltamos a Banguecoque no dia 14 ( e apanhamos o voo para Lisboa dia 15 ) assim deixámos toda a bagagem numa sala do hotel ( aqui todos têm essa opção ). Pagamos 20 bahts por dia mas pelo menos viemos esta semana apenas com um saquinho e com a mochila da American Tourister que por ter rodinhas torna o transporte super prático. 

Não temos tido sorte nenhuma com o tempo: é a pior época de chuvas na Tailândia. Mesmo assim tentámos não desistir: no primeiro dia fizemos uma grande caminhada a pé, no segundo dia apanhámos sol na praia e na piscina do hotel ( estamos em ao Nang ) e ontem arriscámos uma tour de barco por quatro ilhas com direito a snorkling e algumas horas em Railay Beach - considerada uma das mais bonitas do mundo. O tour passou por : Koh Poda, Koh Gai (Chicken Island), Koh Tub e Koh Mor; parando então em Railay para uma visita a Phra Nang Cave Beach : um local de culto e devoção muito ligado à sexualidade e fertilidade. 

 

Tudo ok nas duas primeiras paragens... tudo corria bem até começar a cair uma tempestade tão grande que não se via NADA no mar. Na realidade tudo correu bem. Foi um susto fácil de gerir, chegámos a casa tranquilos e encharcados e desde então ainda não parou de chover. Hoje queríamos ter ido até às ilhas Phi Phi mas decidimos não arriscar (e ainda bem). 

Um detalhe engraçado? Numa das ilhas em que parámos estavam a filmar um filme Indiano! Claro que fiquei fascinada com a coincidência! Lembrei-me logo da Diana e da nossa ida ao cinema em Mumbai.  

 

Factos : acho que é preciso uma intervenção urgente no que diz respeito à consciência ambiental. Há muita poluição e muito descuido no que diz respeito ao lixo. 

 

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