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A Melhor Amiga da Barbie

04
Set17

Não deixar cair a bola.

Ana Gomes

Hoje escrevo o meu primeiro post na minha casa nova. 

 

A Vitória dorme na espreguiçadeira, agarradinha à fralda de pano e encostada a um elefante de quem é muito amiga. 

 

É Setembro, está calor em Lisboa e entra uma brisa fresca pela janela. Ainda cheira tudo a novo : a madeira, a velas com cheirinhos doces, a móveis acabados de montar. Ainda estamos no meio do caos organizado. 

 

Há muitos anos atrás a minha mãe estava provavelmente neste lugar onde estou hoje. Eu dormiria algures. Com toda a certeza ela não estava sentada neste espaço exacto e muito menos escrevia um primeiro post num computador. Presumo que antes de existirmos - eu e o meu irmão - ela pensaria e viveria de uma forma bem diferente. Talvez tenha sentido a vertigem, as duvidas, os medos, as questões infinitas que se colocam e aqueles momentos em que voltamos a viver - na nossa cabeça - a vida antes de termos o coração a bater fora do nosso corpo. 

 

Há um ano atrás eu estava muito longe de imaginar que teria uma bebe deliciosa comigo. Ou que voltaria para a casa onde nasci. Ninguém me iria conseguir convencer que seria capaz de largar os meus metros quadrados no coração da cidade. Ninguém me iria fazer crer que poderia sentir paz com este silêncio, com esta brisa, com a respiração profunda da minha pequenina que dorme tranquila - agarrada à fralda, encostada a um elefante de quem é muito amiga. 

 

Ela também trocou os seus metros quadrados no coração da cidade por uma nova morada. Eles - Mãe e Pai - também começaram outra vida - bem diferente - desde que nós aparecemos por cá. E conseguiram - e conseguem - ser os melhores do mundo. Sempre disponiveis, educadores, complexos e completos. Sem nunca deixar cair a bola. Eu ainda ando nos treinos, há muitos dias em que deixo a bola cair. E quando ela cai - espero - que a Vitória ainda não dê por isso. 

 

A vida é a mesma e ao mesmo tempo a vida é outra. Troquei o coração da cidade pelo coração doce da minha menina. E sei que vou ser feliz. Porque tenho de ser : por ela e por mim - que sou dela. 

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25
Ago17

Um mês de cada vez - Powered by Mitosyl - 2.

Ana Gomes

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A quantidade de emoções que a maternidade nos traz são inqualificáveis.

E acho que é importante esclarecer que é normal nem tudo ser um mar de rosas. Decidi começar esta crónica precisamente por este sentimento porque começo a entender que é o que mais se fala. Senti isso desde o início - no momento em que soube que estava grávida - e em que dizer que para mim era um facto complicadíssimo encaixar na minha vida foi recebido com muitos "vais-te arrepender do que estás a dizer".

A sensação de ter um bebé, de ter uma vida nos braços é indescritível. A vida a acontecer, os momentos de paixão, a ternura e aquela aura de amor são em tudo maravilhosos e incomparáveis. Mas nos últimos tempos já dei por mim a ter verdadeiros momentos de desespero em que penso: em que é que se transformou a minha vida?

Para já a minha vida é este ser pequenino que sorri na mesma proporção em que chora - o que lá vai equilibrando a balança. A sério... um sorriso de um bebé é o melhor antidepressivo desta vida. Sempre achei estranho as mulheres que se anulavam com a maternidade, mas hoje sei que isso é mais uma consequência do que uma escolha ou um desleixo.

Houve dias - e estou certa de que muito mais estarão por vir - em que me perguntam o que se passa comigo e respondo: nada. Sendo que este nada é o pior que me podia estar a acontecer naquele momento. São dias em que não acontece absolutamente nada. Fico nos mesmos m2 durante horas a fio, muitas vezes de pijama, a sentir a vida a acontecer lá fora. Acabou a liberdade de sair de casa a qualquer momento, de ir ao ginásio a qualquer hora, de decidir por mim, já para não falar em cinema, férias ou viagens. Eu sabia - desde o inicio - que esse iria ser o meu maior obstáculo e confesso que está a ser uma parede difícil de escalar. Por outro lado, dou saltos muito altos quando, por exemplo, vamos as duas no carro e consigo sorrir e sentir uma felicidade tremenda quando percebo que nunca mais estarei sozinha. Um filho é - indiscutivelmente - um ótimo propósito para quem precisa de uma motivação.

 

E convenhamos: a Vitória é uma bebé incrível. Tem-me dado noites maravilhosas (primeiro com um relógio de precisão suíço que acordava de 2h em 2h horas e ultimamente com períodos bem longos que podem ir da meia noite às seis da manhã). Se começou com sorrisos tímidos o evoluir dos dois meses brindou-nos com sorrisos rasgados e uma interacção inacreditável. Gosta de ouvir música - e tenho ouvido mais música clássica do que nunca - mas também temos os nossos momentos de Girl Power com Beyoncé e afins! Continua a amar os seus banhos na Shantala (a banheira que parece um baldinho e imita o ambiente do útero) e os nossos momentos de massagem - uso a gama Tri-Active da Mitosyl no corpo e no rosto. Derrete-se com as longas conversas que o meu pai tem com ela e estica o corpo quando vê a minha mãe (sabe bem quem a acalma sempre com um colinho delicioso). Acho que os avós são a melhor coisa que uma criança pode ter. Para além da paciência que parece infinita são uma ótima forma de dar alguma liberdade aos pais. Aproveitem bem esses avós!!! 

 

Amo vê-la a crescer mas não deixo de ficar de coração apertadito quando vejo a roupa que lhe deixa de servir: é mesmo verdade - é tudo um instante! Repito demasiadas vezes por dia “a Mãe está aqui" sabendo que só a conforta quando realmente apareço e me vê ou sente e caramba... beijo infinitamente aquela cabecinha sempre morninha e as bochechas frescas. Toda a gente garante que estes primeiros meses são os mais complicados ... mas não dá para negar que o amor que se recebe destes seres pequeninos compensa cada momento de desespero. Afinal de contas a maternidade é uma montanha russa, isso ninguém nos escondeu!  

 

 

Sobre a Mitosyl®: 

Mitosyl® é uma gama especialmente concebida para dar resposta às necessidades do bebé, passo a passo, e é uma marca de confiança dos pais no momento de proteger a pele dos seus bebés.

12
Jul17

Um Mês de Cada Vez - Powered by Mitosyl.

Ana Gomes

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  ( texto escrito a 18 de Junho 2017 ). 

 

Já perdi a conta à quantidade de vezes que comecei a escrever este texto. 

Fui sempre interrompida por um pensamento, por uma memória ou por uma prioridade chamada Vitória. 

 

Caramba... já passou um mês! A minha pequenita já tem um mês. E não há clichês suficientes para descrever todos os momentos. É uma verdade universal : o tempo passa a correr. Principalmente este primeiro mês que é uma espécie de bolha transparente onde há muito medo, muito amor, muita ansiedade e muito mimo. 

 

Nunca pensei que escrever sobre este período fosse assim tão complicado. De repente toda a noção de tempo, rotina ou urgência se transforma. E a realidade é que, como muita gente me disse, já nem me lembro do tempo que passei internada ou em repouso absoluto : ou seja, lembro-me se usar algum tempo a pensar nisso. O que senti naquela altura é apenas uma memória. Assim sendo:  aproveito para dar força a todas as pessoas que possam estar nessa situação... o famoso "cérebro de grávida" parece que se agrava com o nascimento de uma criança e esquecemo-nos de IMENSA coisa.

 

Mas... vamos lá! Depois de todo o turbilhão que foi o dia do parto os dias atropelaram-se. No hospital fui lutando contra o desconforto do pós-operatório de uma cesariana e aprendendo a tomar conta da minha bebé. Sabe o que dizem do instinto? É em parte muito verdade e acaba por funcionar para quase tudo. Penso que tinha mudado duas fraldas a vida toda e fazê-lo parece a coisa mais inata do mundo, fralda nova pronta, compressas com àgua, creme muda-fraldas e em 2 minutos a rotina está completa. O colo, o carinho, o aconchego... vamos aprendendo as duas o que funciona melhor connosco. O mais engraçado? Olhar para ela e realizar que aquele ser começou por ser um pontinho a piscar numa ecografia e que tinha evoluído desta forma... mais... tinha cabido assim dentro da minha barriga. Tudo isto pode soar ridículo mas a realização deste momento é pura magia.

 

Pelo meio houve a visita do Papa, um Benfica Campeão e o Salvador Sobral a vencer a Eurovisão. Saí do hospital "fresca e fofa" e a Amar pelos Dois eheh. Depois de uma viagem de carro bastante dolorosa ( muitas lombas e ressaltos que em nada combinam com uma cicatriz fresquinha ) cheguei a casa dos meus pais. Na bagagem trazia mais duas coisas : a minha menina e uma catrefada de hormonas prontas para me levarem para um canto e se transformarem em lágrimas de "terror". 

A ajuda nestes primeiros tempos é fulcral! Não ter de me preocupar com as minhas refeições ou com a lida da casa foi meio caminho andado para tentar recuperar parte da minha vida. 

E sublinho: todos os dias uma nova aprendizagem. 

Dizem que o primeiro mês é o mais complicado. Não posso assegurar isso. Penso que entrámos rapidamente num bom entendimento. Os primeiros tempos foram duros : a Vitória não aumentava de peso e as constantes visitas à neonatologia foram muito stressantes e cansativas, cada nova visita representava uma nova estratégia de alimentação e rotinas. E na balança não se registavam aumentos. Até que as coisas acabaram por funcionar. Cada grama era uma batalha ganha e temos ganho boas e deliciosas batalhas nas últimas semanas :) 

 

A gravidez também me ensinou que nem sempre a nossa vontade ou aquilo que temos idealizado se concretiza. Aconteceu isso com o parto e com a amamentação. Neste momento cumpre-se um plano de aleitamento materno e suplemento. Uma pequena derrota para mim... mas que se esquece quando vemos que tudo está bem e que ela está a crescer. Sei que até hoje não desisti de dar maminha muito por culpa da enfermeira Célia que me acompanhou nas aulas de preparação para o parto. Utilizo muitas das coisas que aprendi lá, e uma troca de mensagens na primeira semana ajudou-me muito a não desmotivar. E numa das idas à neonatologia para pesar a pequerrucha acabei por ir pedir ajuda à enfermeira Lurdes ( que foi incansável no meu primeiro internamento ) e que me ajudou também nesta "luta" pela amamentação. O curso pré-parto também me ajudou a lidar com naturalidade com várias coisas que aconteceram na maternidade. 

Sabem a sensação com que fico? O nascimento de uma criança é uma coisa tão normal - especialmente para estes profissionais de saúde que lidam com vários nascimentos por dia - que fica muita coisa por ensinar e por explicar. Foi nesse momento que aprendi a valorizar - ainda mais - o curso que fiz. 

 

Já em casa ainda não se viveram dois dias iguais. Tentamos criar algumas rotinas, sendo que a mais estável é mesmo a do banho. E ela - que detestava o banho nos primeiros dias - passou a adorar este momento desde que começámos a usar a shantala! Águinha bem temperada, o quarto todo pronto, damos o banhinho tentando que ela aproveite o relaxamento e seguimos para uma sessão de massagens com o Creme de Corpo Mitosyl Tri-Active. Depois vem o leitinho :) Optei pelo banho antes de jantar para depois podermos aproveitar esse momento com mais calma ( e com ela já a descansar ) .  

 

De resto é impressionante como todos os dias se nota alguma evolução e crescimento! E há um misto de alegria e "pena" quando as roupinhas deixam de servir.

 

E querem saber um segredo? Não sei quem precisa mais de colinho. Se ela do meu ou eu do dela. 

 

 

 

Sobre a Mitosyl®: 

Mitosyl® é uma gama especialmente concebida para dar resposta às necessidades do bebé, passo a passo, e é uma marca de confiança dos pais no momento de proteger a pele dos seus bebés.

14
Jun17

Maternidade Real - Ainda não estás despachada?

Ana Gomes

 

 

 

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São 6.45 da manhã.

O despertador, vulgo Miss Vi, dá sinal. 

Que nada te falte pequenina, fralda mudada, leitinho, um bocadinho de brincadeira em cima das pernas da mãe.

São 7.30, daqui a minutos toca o outro despertador. A Vitória está sem sono e ponho música a tocar. Ela brinca, eu vou vendo uns episódios das portas dos fundos que me apareceram como sugestão no youtube. É a primeira vez, num mês, que vejo alguma coisa que se pareça com uma série. 

Vitória não tem sono e não se consegue entreter. Levanto-me para ir tomar o pequeno-almoço. Tomo-o com ela deitada na alcofa do carrinho, as duas de mão dada. 

Vitória chora... nada na fralda...terá frio? Vestimos um casaquinho. Ah... como está melhor e mais confortável! 

Voltamos para o quarto para tentar trabalhar um bocadinho, abro um e-mail: Vitória chora. Terá fome? Tem... 

Bom... se calhar era só mimo. Vitória adormece a mamar. Tento fazer o mínimo movimento e pego no telefone já que não vou conseguir responder ao email no computador. 

5 minutos e acorda. Mama um bocadinho mais. Adormece. Ficamos neste embalo 1 hora. Tento fazer cocegas no pé, falar com ela... não está para isso. Lá vem o biberon. Que maravilha! Bebe a dose normal mas quer mais! É tão fácil beber no biberon. Levanto-me e preparo um pouco mais. Bebe sofregamente. 

Mudo a fralda. São 11 da manhã.

Vitória chora. DESESPERADAMENTE. São cólicas mãmã. Ou pelo menos tudo indica que sejam. Ajudo-a a fazer ginástica, embalo-a, dobro as perninhas. Tentativa, erro, tentativa, erro. Acalma. 

É meio dia. Adormeceu no meu colo. 

 

Espera lá... é meio dia! 

Coloco-a de novo na alcofa do berço. Espero 3 minutos para perceber se - efectivamente - adormeceu. 

Vou pé ante pé até à casa de banho. Percebo que o Senhor Vulcão se escapou entre as minhas pernas. Porra - penso mas não digo - não é suposto que ande por este lado da casa. Não posso ralhar, a miúda ainda acorda, e por isso deixo que entre na casa de banho. Bonito cenário : eu enrolada numa toalha, a Vitória no carrinho a dormir e o Vulcão - todos na casa de banho. 

Entro no duche, finalmente um momento de sossego, Vitória chora, Vulcão chora.. abro a porta do poliban, falo com ela, dou-lhe a chucha. Acalmam os dois. Eventualmente acalmamos os três. 

Apresso - ainda mais - o duche. Ponho óleo no corpo para antecipar o tempo que não vou ter para por creme.

Embrulho-me na toalha, empurro de volta o carrinho e vou - agora a correr - a fugir do Vulcão que, ao descobrir o óleo nas minhas pernas, tem como missão lambê-las. 

 

Mensagem no telefone : então ainda não estás despachada? 

 

Respiro fundo. Sabem quem acordou? 

 

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04
Abr17

A segunda bomba a cair e estamos... internadas!

Ana Gomes

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E ontem caiu a segunda "bomba". 

 

Fui à consulta de rotina, cheia de energia e feliz por sair de casa. 

Mal cheguei à clínica puseram-me a fazer um CTG e estava animada e feliz por ter o Tiago comigo e todo bem disposto. Estávamos inclusivamente a "dançar" porque ele dizia que o barulho da máquina lhe lembrava uma rave. E riamos : felizes.  

Até que ele me disse que o ritmo ficava diferente numa passada constante. E eu pensei imediatamente : merda. Vou ser internada. 

 

5 minutos depois a obstetra entra e diz " Ana... lamento... sabe o que vai acontecer? Não quero que esta bebé nasça já e vamos ter de lhe dar medicação e hidratar... vou mandá-la para o internamento." Esperei que ela saísse e comecei a chorar. 

Passaram-me mil coisas pela cabeça. Não tenho medo que a Vitória nasça, não tenho medo do parto, mas não sei bem explicar o que senti : impotência, frustração, desconforto, aquela coisa egoísta de ficar presa num hospital por tempo indeterminado... não pensar que isto me pudesse acontecer... enfim! Não podia ser mais sincera. Foi um misto de impotência, frustração e desconforto. 

 

Tinha uma janela de hora e meia para passar de um hospital para outro e decidi nem ir a casa. Precisei de ir dizer um até já ao Vulcão. Chorei um bom bocado, ele confuso a lamber-me as lágrimas da cara e eu abraçada a ele - drama! ahaha Agora tenho vontade de rir de todo este cenário mas fiquei mesmo descompensada. 

Entretanto temos uns amigos mesmo maravilhosos que se prontificaram para - mais uma vez - ficar com o nosso Vulcão para não estarmos preocupados com a logística :) Tenho a certeza que ficou optimamente e hoje deve ir para casa dos meus pais. 

 

Por falar neles... já se sabe... são do caraças. Apesar de ter dito que não valia a pena fazer a viagem, porque estava a ser internada de noite e ia passar por uma série de logísticas que me iam impedir de lhes dar atenção e etc, puseram-se cá ainda eu não estava de bata. Com uma mala com tudo o que podia precisar ( e que nem tinha pedido porque o Tiago ia buscar a casa ). Mãe é mãe e não faltava NADA das minhas rotinas de beleza ( desconfio que viu o meu live no facebook da semana passada e trouxe tudo o que faria sentido num hospital ). 

 

O Tiago tem passado aqui bastante tempo, o que sempre ajuda, e a família tem-se desdobrado. A minha cunhada até me fez o favor de passar na RFM para trazer algumas coisas para que possa tentar trabalhar já que estava meia ansiosa com isso também. 

A boa noticia é que aparentemente as contracções desapareceram e já levei a última injecção para a maturação dos pulmões : ou seja... se por acaso as contracções se mantiverem assim durante o dia de hoje posso ter alta nos próximos dias. Uma alta do hospital... volto para casa mas sempre estou no meu espaço :) 

 

Miúda apressada esta! :) Sim... todos te queremos conhecer e saber como és. Mas fazemos todos o esforço de esperar um pouquinho mais... podes aguentar firme bonequinha? :) 

 

 

 

 

03
Mar17

This Little Room - O Projecto do Quarto da Vi.

Ana Gomes

 

 

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Como já vos tinha dito o projecto do quarto da pequenita Vi ficou entregue a duas miúdas MEGA talentosas: A Kátia e a Miriam da This Little Room

 

Marcámos um almoço para nos conhecermos melhor, num ambiente informal e partilhámos ideias, conceitos e imaginários. 

O passo seguinte teve o feliz enquadramento das "redes sociais" : criámos uma pasta conjunto da pinterest, e partilhei com elas a pasta de inspiração que já tinha para o quarto e para o resto da casa. A ideia é que pudessem conhecer o meu estilo e a minha vontade. 

 

Como não tinha uma planta disponível da obra, marcámos encontro por lá para tirarmos medidas e ter ideias das limitações do espaço. Efectivamente a área disponível não é grande e é sempre necessário perceber o que é possível fazer - ou adaptar. Como elas tão bem referem num post que escreveram sobre o assunto ter a casa numa obra de remodelação é um bónus : podem-se alterar materiais, localização de tomadas, pontos de luz... enfim! Uma série de coisas nas quais eu NUNCA iria pensar. 

Aliás o post delas - This Little Room - ajuda-vos a perceber precisamente como tudo irá evoluir, existem fotos de obra e tudo ehehe. 

 

Planta desenhada e recebi o primeiro e-mail! Já sabia que estávamos muito alinhadas e foram muito ligeiras as alterações que fizemos : mudar o "motivo" do papel de parede, um outro detalhe - que estava precisamente relacionado com a nova temática - e o Pai quis trocar o tapete ( eu adorava... mas nestas coisas acho que as cedências são importantes ). 

 

O projecto que me enviaram contempla já uma "evolução" de quarto de bebé para criança. Acho uma óptima mais-valia já que é possível visualizar as potencialidades do espaço. 

 

A mobília será toda da La Redoute - a culpa é da caminha pela qual me apaixonei - e terá um guarda-roupa totalmente recuperado com indicações das decoradoras mais queridas. 

 

Para já não vamos revelar tudo!! Mas deixo-vos com algumas das possibilidades de cadeirões que me foram sugeridas, afinal de contas é por ali que vou passar muito tempo. 

 

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Estas serão as cores possíveis para o projecto, que escolhemos do catálogo da Barbot

 

11
Jan17

Detalhes Baby Shower Vi <3

Ana Gomes

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 O meu dia de ontem foi tão atribulado quanto feliz! De tal forma que hoje ainda estou a recuperar de tudo :) 

 

 Há uma coisa que a vida já me tinha tentado explicar... mas que a gravidez confirmou : os clichés existem por algum motivo. E tudo o que me apetece dizer sobre o Baby Shower de ontem é que não podia ter idealizado uma coisa melhor. 

ADOREI tudo... a decoração, o ambiente, o carinho e o amor que recebi. A equipa da Well's ( na foto representada pela Diana e pela Sara ) foi incansável, e a Maa Feliciano ( responsável pela magia da Que Seja Doce ) ajudaram a que tudo fosse perfeito e delicioso ( literalmente ). E tenho de agradecer MUITO à Liliana - do International Design Hotel - pela paciência e colaboração : escolhi o loft para fazer o Baby Shower e acabámos por celebrar o meu aniversário num dos restaurantes mais giros de Lisboa : O Bastardo! 

 

É verdade que tivemos condições excepcionais ( o loft do hotel é muito giro, dá para ver pela alcatifa e pelas paredes que combinaram na perfeição com o tema ) e existiam imensos sofás e mesinhas, bem como um sistema de som, que permitiram que todos estivessem confortáveis e animados. 

 

Para já deixo-vos com alguns detalhes da decoração e uma chamada de atenção para a Campanha Especial Bebé da Well’s que começa hoje com descontos especiais em produtos para o bebé (higiene, alimentação, puericultura, saúde do bebé), e essenciais para a mummy ( estou a adorar o creme de prevenção de estrias como já vos contei no post dedicado a esse tema ) .  

 

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