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A Melhor Amiga da Barbie

18
Ago16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 7

Ana Gomes

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Hoje chego a esta última parte dos Cadernos de Viagem! 

Sim.. como sabem já estou em Portugal e ainda meio confusa ( um mês e meio fora e uma vida tão diferente têm uma recuperação particular ). 

 

Nos últimos dias de férias praticamente não tirámos fotos : a verdade é que choveu copiosamente TODOS os dias. Ainda tentámos alugar um carro mas não devemos ter sido os únicos a ter essa ideia, já que os carros mais "simples" estavam esgotados e só existiam opções caríssimas disponiveis. 

 

Ficámos pelo lobby do hotel ou pelo restaurante em cima do mar a trabalhar. Os dois computadores ligados, a internet a bombar e lá começámos a regressar à vida real. Num dos dias ainda alugámos uma mota e arriscámos ir até Krabi. Apanhámos uma celebração local e por isso 90% do comércio estava encerrado. Ao Nang pareceu-me muito mais giro do que Krabi Town, o que me deixou satisfeita com a escolha que fizemos! Fizemos duas paragens em dois templos diferentes : Tiger Temple ( maravilhoso ) e o Wat Kaew que fica mesmo no topo de Krabi Town. Quando estávamos a regressar percebemos que ia começar a chover muito e decidimos parar num Tesco enorme que há no caminho para nos abastecermos de DVDS ( vimos TANTOS filmes durante a viagem! ) e para não apanharmos uma molha tremenda de mota. 

 

Caso tenham à vontade a conduzir vale mesmo a pena alugar mota para ir de Ao Nang para Krabi Town ou vice-versa. Um táxi custa 500 bahts por trajecto, a mota custa 200 bahts por dia! 

 

No último dia em Ao Nang, e apesar da chuva ininterrupta, decidi ir ao mar. Confesso que estava mesmo desanimadas nos últimos dias. Aqueles mergulhos souberam-me pela vida! Éramos os únicos na praia, apesar das esplanadas dos restaurantes estarem cheios, e eu parecia uma criança feliz aos pulos no mar. Valeu mesmo a pena : o mar é terapêutico! Fui beber a minha última água de coco e fazer a mala que no dia seguinte tínhamos voo às 7 da manhã. 

 

Passámos o último dia da viagem em Banguecoque. Reservámos mais uma noite na guest house onde tínhamos ficado anteriormente ( A&A na Rambuttri ) e onde tínhamos deixado a restante bagagem. Aproveitámos para ir a alguns centros comerciais mais virados para a eletrónica e percebemos que contrariamente ao que achávamos as compras não valem a pena. Há produtos em que os preços são ainda mais caros! Ainda assim decidi arranjar o monitor do meu IPAD que se tinha partido há mais de um ano. 30€ e duas horas depois estava como novo! 

 

Fizémos também a nossa ultima Thai Massage ( maravilhosa ) e estava tão cansada que nem consegui jantar. Em contrapartida bebi o melhor chá de gengibre da minha vida! Picante e reconfortante. No dia seguinte esperava-me mais um voo bem cedo e muiiiiiitas horas de voo. 

 

Amei esta viagem. Venho com uma energia boa, inspirada e feliz com a decisão. Acima de tudo estou grata por ter podido fazer esta viagem!

 

Gastei bastante dinheiro : mas importa entender que foram quase 2 meses, a dormir sempre em hoteis ( e nunca em camaratas ) e a fazer TODAS as refeições fora de casa. Praticamente não fiz compras : trouxe uns souvenirs, umas camisas, uns brincos, alguns produtos de beleza, e dois vestidos. 

Um bom conselho que podem levar é este: não vale a pena levar muita roupa! Há lavandarias em todo o lado e é mesmo muito barato lavar a roupa! Poderia ter levado metade das coisas que levei. Claro que também há a questão de querermos variar a roupa que usamos mas sinceramente uns acessórios podem bem resolver o problema ;) 

Os voos não foram baratos : fomos pela Emirates, fizemos apenas uma escala pequena entre os voos ( tirando os que fizemos para a Indónésia - fomos pela Air Asia e em dias diferentes ). Fizemos várias viagens dentro de ambos os países ( na Indónesia sempre de Táxi, Barco, Mota ou Uber - uma aplicação ainda mais polémica por lá do que por cá acreditem ) e na Tailândia barco ou avião ( novamente pela Air Asia ). 

 

Escolhemos 90% dos alojamentos pela aplicação AGODA. Sempre usei o Booking... mas falaram-me da AGODA e de facto tinha sempre melhores preços e mais opções! Fica a dica. 

 

Houve outras duas aplicações que foram fundamentais : O maps.me - que é um mapa que é descarregado online e funciona sempre offline com uma precisão incrivel : nunca nos falhou ( apesar de consumir IMENSA bateria ). E claro... o Spotify Premium com horas infinitas de música mesmo quando não tinha bateria ). 

 

Quando me perguntam se gostei mais da Tailândia ou de Bali : não consigo responder. ADOREI estar nos dois sitios. Na minha opinião a Tailândia ( e só estive em Bangecoque e em Krabi ) é mais metropole, tem um consumo desenfreado, uma cultura louca e praias paradisiacas. Já Bali tem uma doçura que cola, uma convivência bonita com vários inputs comerciais e está completamente direccionada para o surf! Também existem praias de postal ( as famosas Gilli ou Nusa Lembongan ) e valem sem dúvida a visita. 

 

Se tiverem dúvidas não hesitem! É óptimo poder partilhar a minha viagem convosco! 

 

Não tenho planos de viagens para breve. Mas tenho uma série de destinos debaixo de olho ;) 

E vocês?

 

*Estes cadernos de viagem foram escritos com o apoio da American Tourister.

 

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Ou nos hashtags : #AmericanTourister #MyAtStyle 

 

 

 

04
Ago16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 5

Ana Gomes

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p class="sapomedia images" style="text-align: left;">Olá da Tailândia! 

É verdade: acordei em Bali e adormeço em Banguecoque. 

A viagem fez-se bem e sem atrasos ( mais curta quase uma hora do que a viagem no sentido contrário ) mas depois estivemos HORAS para passar o controlo de passaporte. Foi a segunda vez que entrei na Tailândia e da ultima vez o processo foi mesmo rápido. 

Acho que isso acabou por nos fazer quebrar a energia.. apanhámos um táxi e lá viemos para a nossa nova morada : bem perto da Khao San Road mas com a distância certa ( da última vez sofremos com a barulheira infernal ). 

 

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Esta última semana em Bali foi um pouco diferente das habituais. Escolhemos ficar em Kuta apenas pelo posicionamento estratégico e por termos encontrado um hotel com um preço bom ( 17€ por noite - no centro de Kuta e a 5 minutos a pé da praia ) . Honestamente - e apesar da maioria das pessoas ser “despejada” em Kuta - não considero que seja o melhor sitio para ficar. Foi para nós durante esta semana porque já tínhamos experimentado vários lugares ao longo do mês e quisemos esgotar os créditos por ali : regressámos a UBUD, fomos dois dias até canggu e passeámos MUITO por Seminyak que tem as lojas mais bonitas que vi na vida. A sério: o design dos restaurantes e lojas é sublime! Muitos dos espaços fizeram-me lembrar aos lojas do SOHO em Manhattan. 

Entretanto tivemos duas experiências MUITO turísticas : fomos beber um copo ao Hard Rock ( onde acabámos por ter uma noite mesmo divertida com um bom concerto ) e fomos comer camarão ao Bubba Gump ( tinha de ter esta experiência uma vez na vida e acabou por ser mesmo em Bali - é um restaurante referência para quem gosta do filme Forest Gump ). 

 

 

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Adivinhem o que também fizemos? CINEMA! Não tinha a mínima esperança de encontrar umas salas de cinema como as que encontrei em Ubud ou em Nusa Lembongan, mas num dos restaurantes vegetarianos que descobri vi uma indicação de outro espaço com cinema… e no dia seguinte lá estavamos: o princípio era o mesmo… consumir alguma coisa do menu e acesso gratuito à sala de cinema! Perfeito:) Desta vez no Divine Earth

Também em Seminyak descobri um café/bar super giro : Sea Circus. Comi a minha última Dragon Bowl ( uma taça de fruta e granola cuja base era Pitaia ou Dragon Fruit ) e o Tiago escolheu um hamburger vegetariano de Tempeh e Feijão que foi o melhor que já provei na vida. 

Fizemos praia todos os dias e algumas massagens ( a sério… vou sentir tanta falta destas massagens nas pernas por 5 euros/hora ). 

 

 

 

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A hora de fazer as malas é dramática. Faz mochila, desfaz mochila: tenta que tudo caiba miraculosamente. A pior ideia que tive foi trazer a mochila no limite das suas capacidades. Toda a gente me disse para não trazer nada porque cá podia comprar tudo barato: de acordo. É verdade. Mas pensei : para quê comprar… se não preciso de nada?! De facto não tenho feito grandes compras ( estou orgulhosa por me conseguir conter ). Mas efectivamente poderia ter trazido menos coisas já que as lavandarias são muito baratas, rápidas e existem quatro por esquina!! E claro que trouxe a mochila da American Tourister cheia de livros, computador e acessórios das máquinas fotográficas mas com espaço para alguns extras (vulgo compras por aqui). 

 

Depois da missão cumprida com sucesso ( e ter praticado o desapego ao deixar meia dúzia de coisas pelo caminho ) embarcámos para a Tailândia. Chegámos a meio da tarde e depois de instalados fomos jantar. Demos um passeio a pé e decidimos que o ideal seria ir espreitar um dos vários night markets. Melhor transporte por estes lados: Tuc-Tuc. 

E o táxista que nos trouxe do aeroporto? Não só não falava Inglês… como berrava connosco em tailandês. Quase me bateu quando lhe tentei mostrar a morada do nosso hotel ( ok… eu tentei umas dez vezes.. mas era uma preocupação legitima ) e só conseguimos começar a comunicar quando deixámos de lhe dar importância e lhe começámos a “responder” em português! Hilariante. Foi um diálogo completamente sem sentido mas a verdade é que ficámos na rua certa ( longe do hotel porque a rua não tem trânsito ). 

 

Agora importa descansar e aproveitar esta cidade louca ao máximo! Sobre a internet : continuo com a pontaria louca... no hotel onde estou há 10 redes de internet ( literalmente ) no meu quarto não nos conseguimos conectar a nenhuma!

 

Nem acredito que já passou um mês. 

 

 

*Estes cadernos de viagem são escritos com o apoio da American Tourister.

 

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28
Jul16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 4

Ana Gomes

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Tenho de começar este texto a explicar que poderia fazer um rating dos hoteis com pior internet : basicamente todos em que fiquei depois de Ubud. Ver redes sociais, abrir e-mails ou actualizar o blog tem sido um verdadeiro desafio! Mas bom… dos poucos que tenho enfrentados nos últimos dias. Mas vamos ao mais importante : as coisas não virtuais que por aqui acontecem.

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No último “caderno” estava no Uluwatu e foi lá que fiquei até Segunda-Feira. É muito provável que esta zona de Bali faça parte do vosso imaginário caso tenham visto (ou lido) Comer, Orar e Amar. Queria muito ir para esta zona porque já sabia que as praias eram de areia branca… ( lamento.. mas as praias de areia escura ainda não estão no topo das minhas preferências ) só que há um detalhe… a “areia branca” é na realidade coral : doloroso para os pés!

Podem já guardar esta dica : para maior conforto vale a pena trazer na mala de viagem uma daquelas sandálias de borracha que usávamos em pequenos para o peixe-aranha!

Foi engraçado perceber que cada uma das praias tinha uma nacionalidade predominante : em Bingin vimos bastantes brasileiros, em Dreamland imensos chineses, que se divertem todo o dia a tirar fotos na rebentação das ondas COMPLETAMENTE vestidos e a gritar num misto de medo e divertimento*, em Padang Padang e no Uluwatu muitos australianos e em Balangan espanhóis! Todas estas praias estão na mesma linha de praias e são todas completamente diferentes : valem a pena a visita! O acesso mais complicado é à praia de Bingin - é obrigatório descer uma escadaria super irregular e caso regressem depois do por-do-sol não há luz no caminho - mas é onde se fazem refeições maravilhosas com o pé na areia. Perfeito para comer peixinho grelhado! Mas não se preocupem : também há um bar vegetariano e vegan com produtos orgânicos que funciona até tarde.

Mais uma vez comemos maravilhosamente bem nesta zona de Bali. Tanto em restaurantes menos baratos ( para os preços deles.. mas ainda assim aceitáveis para nós ) como em casas típicas. Boas alternativas, imensa comida vegetariana e não processada. É nesta zona que está um dos mais famosos bares para ver o pôr-do-sol - Single Fin - com uma festa semanal : ao domingo. Também visitámos o templo do Uluwatu onde há uma pequena floresta com imensos macacos!

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Com o aproximar do final da semana começámos a sentir a pressão de ter de escolher o próximo destino. Mas as previsões de chuva fizeram-nos recuar na decisão de ir às Gilli. Queríamos ir às ilhas próximas claro… mas não valia a pena um investimento monetário acrescido para apanhar mau tempo. Decidimos ir até Nusa Lembongan e começámos a pesquisar qual a melhor forma de chegar. Como já sabíamos que iríamos passar a última semana em Kuta ( a cidade que fica perto do aeroporto e tem praia ) decidimos que não faria muito sentido deixar a bagagem no Uluwatu, ir até Nusa Lembongan, regressar para apanhar a bagagem e seguir para Kuta ( se olharem para o mapa forma um triângulo ). Assim decidimos que o mais sensato seria passar uma noite em Sanur ( onde se apanham os barcos ) deixar as malas na recepção do hotel e partir apenas com a mochila da American Tourister para Nusa Lembongan.

De facto foi o melhor que fizemos! Sanur não tem nenhuma atracção em particular ( para além de ser o porto de partida dos barcos para as Gilli e para Nusa Lembongan ), fizemos um bocadinho de praia, comprámos os bilhetes de barco e no final do dia fomos para a rua mais movimentada onde jantámos um restaurante mexicano giríssimo “ La Cocina “.

No dia seguinte embarcámos às 9h da manhã. Existem várias opções de barcos : Public Boat, Fast Boat e Public Fast Boat. Escolhemos a última opção: o trajecto seria apenas meia hora ( contra uma hora e meia do Public Boat ) e com um preço mais aceitável do que os Fast Boats “privados” .

A viagem é só por si uma aventura : embarcamos com a água pelos joelhos e mais parece que entramos numa atracção da DisneyLand… com uma pequena nuance : aqui não estamos num parque temático… estamos mesmo no meio do mar. Os saltos que o barco dá, os saltos que nós damos nos bancos do barco, os gritos que se ouvem o caminho todo, o nervoso miudinho que vai crescendo dentro de quem tenta ser super sereno ( eu… ). Bom! A viagem de regresso parecia um cenário dantesco com mais de metade dos passageiros a vomitar!

Se vale a pena? Sim! A ilha é mesmo especial. Aqui encontramos das águas mais transparentes ( acho que só as Gilli é que conseguem ser ainda mais bonitas ), uma floresta incrível ManGrove Forest que é atravessada em canoas já que está dentro do mar e uma série de espaços dedicados ao yoga e à recuperação activa da ilha ( a poluição por estes lados é demasiado notória ). É também nesta ilha que os amantes de mergulho podem perder a cabeça! O que fizemos aqui? O passeio de barco na floresta, várias viagens de mota à volta da ilha, descobrimos miradouros naturais maravilhosos e fomos duas vezes ao cinema! Sim… duas vezes! Encontrámos mais um daqueles lugares especiais ( como em Ubud ) mas desta vez ao ar livre : a entrada no cinema é gratuita se fizermos por lá as refeições. Foram serões mesmo confortáveis e divertidos.

 

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Hoje deixámos a ilha ( na tal viagem que já descrevi! ), fomos apanhar o resto da bagagem ao hotel e arrancámos para Kuta. É aqui que estamos. Já tínhamos estado aqui durante o dia mas confesso que não me tinha apercebido da quantidade de vida que há aqui! Ao contrário de todos os lugares onde estivemos não parece que haja uma única estrada sem luz… ou sem uma loja. Tenho o resto da semana para perceber isso ;)

Para já.. fazia-me falta mais uma mala! A quantidade de coisas que comprava aqui… minha nossa!! Em Portugal já é possível comprar as malas da American Tourister online aqui

 

*aposto que há vídeos disto no youtube.

 

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PS - A Internet que tenho não me está a deixar fazer upload de mais fotos... prometo que amanhã procuro outro lugar para conseguir fazer upload de todas as fotos!  

21
Jul16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 3

Ana Gomes

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Como vos contei no último Caderno de Viagem seguimos viagem para Ubud. 

Objectivo : aula de culinária e fazer yoga. Tudo cumprido! 

 

Como previsto deixámos grande parte da bagagem no hotel em Canggu e levámos a mochila da American Tourister com os super básicos para três dias. No caminho passámos numa das mil lavandarias que existem em cada esquina e deixámos alguma roupa a lavar. Apesar de serem poucos kms - cerca de 30km - a viagem é MUITO cansativa. O trânsito é indescritível, as estradas más estão longe das que consideramos más em Portugal e isso torna os caminhos um pouco mais duros. 

Optámos por não marcar nenhum hotel: procurei duas ou três referências no Agoda e no Booking e foi essa a morada que pusemos no GPS. Acabámos por desistir da primeira opção ( ficava bastante mais cara do que o que tínhamos previsto gastar ) e seguimos para uma outra morada que acabou por se revelar um pequeno paraíso. 

Mas voltámos ao principio: quando cheguei a Ubud pensei... "oh não... quero voltar para canggu". Estou a ter alguma dificuldade em adaptar-me positivamente aos novos lugares. Mas lá está... a estranheza tem durado pouco mais de umas horas. 

Devidamente instalados começámos a explorar Ubud a caminhar... primeira curva, primeiro encanto : um mercado ao ar livre. As lojas dedicadas ao yoga multiplicavam-se em cada esquina, o ambiente era de facto diferente e um pouco mais zen. Não chegámos a visitar o templo dos macacos: choveu bastante durante a nossa estadia. Mas passámos lá à porta e deu para perceber que quem manda naquele quarteirão são efectivamente os bichos! Marquei uma aula de culinária local para a manhã seguinte e nessa noite ainda jantámos num restaurante encantador em cima de uma plantação de arroz! 

 

Sábado o despertador tocou às 7 da manhã e o dia começou com um pequeno-almoço em contra-relógio em cima da piscina do nosso "hotel". Passado uma hora estávamos a mergulhar no impressionante mercado de Ubud. O principio da aula de culinária pressupunha um primeiro contacto com os ingredientes. O meu estômago começou-se a contrair à medida que avançava pelo meio da confusão do mercado... penso que a chuva não ajudou mas a quantidade de bichos que se passeava entre as leguminosas e a fruta era mesmo impressionante. 

Apelei ao meu bom-senso e tentei-me abstrair disso durante a aula. Claro que cozinhámos numa casa particular, num páteo sem a confusão ou a misturada do mercado. Logo a abstracção foi a melhor arma para não desistir. Adorei aprender a preparar alguns pratos típicos, preparar os alimentos, apurar os temperos e no final almoçar o que cozinhámos! Foi uma manhã longa mas muito enriquecedora ( e que já me valeu vários desafios culinários ). Como expliquei que não comia carne adaptaram receitas para mim e fizeram questão que não preparasse nenhum dos pratos com galinha. Prometo que depois partilho algumas receitas convosco ;) 

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Domingo também foi dia de madrugar! Aula de Yoga no sitio mais incrível para a prática! Uma sala completamente integrada na natureza onde pudemos ouvir o rio a correr o tempo todo. No final? Um sumo verde de cortesia! A aula custou 120 mil rupias ( cerca de 10€ ) e valeu o investimento :) Escolhemos o Taksu Yoga por ficar perto do nosso alojamento e por ter bons feedbacks. 

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Passeámos o resto da tarde. Kms e kms a contornar a chuva e a caminhar por Ubud. Até que... uma placa na rua me chamou a atenção! Estava escrito Paradiso e por baixo "cinema / organic and raw food". Pedi ao Tiago para entrar comigo naquela rua e tentar encontrar o tal Paradiso... e encontrámos. O espaço é super simples mas senti que valeria a pena passar ali algum tempo. O filme das 19h era o Danish Girl que nenhum de nós tinha visto e acabámos por comprar bilhetes... 50 mil rupias cada que se podiam reverter em comida no bar. Corremos para casa para um duche e em 20 minutos estávamos de volta para uma das melhores refeições que comi por cá ( e olhem que tenho comido maravilhosamente ). Quando entrei na sala de cinema nem queria acreditar... as cadeiras eram uma espécie de espreguiçadeiras/sofás enormes... Experiência MARAVILHOSA. 

 

Em Ubud também visitámos o Rice Terrace, o Holy Spring Water Temple ( onde me atrevi a fazer o ritual de purificação ) e uma plantação de café. No nosso último dia em Ubud acordámos para mais um temporal e decidimos pedir ao senhor que nos levou a fazer esta pequena tour ( e que tinha sido o motorista para a aula de culinária ) e pedir-lhe para nos levar aos famosos armazéns e a uma parte mais "local" e menos turística. A verdade é que fazer a viagem de volta para Canggu de mota com aquele tempo seria impensável. 

Almoçámos com ele em mais um dos "spots" locais que não aparecem nos gps e no final do dia fizemo-nos à estrada. Foram duas horas longas de caminho... já em Canggu apanhámos as nossas malas, a roupa que tinha ficado na lavandaria, comemos uns fresh spring rolls no restaurante vietnamita da rua do hotel e apanhámos um táxi para o Uluwatu. É por aqui que temos andando nos últimos dias. E sim... o tempo só voltou a melhorar hoje. 

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Reencontrámos o Tiago e a Nadine ( com quem temos partilhado momentos óptimos ) e fomos explorar esta zona. Chegar no primeiro dia de lua cheia valeu-nos uma full moon party na praia de Padang! Dançar com o pé na areia, há maior sensação de liberdade?

Infelizmente a viagem deles está a terminar... ontem fomos juntos até Kuta ( a parte mais "cidade" de Bali ) onde vão ficar até se irem embora e andámos a explorar aquelas ruas labirínticas. 

Hoje acordámos com sol ( finalmente ) e fomos até Bingin. A praia é paradisíaca e requer um óptimo trabalho de pernas para subir e descer uma escadaria que termina numa areia branca e num mar apetecível. Seis horas de praia ( nem me lembro da última vez que fiquei tanto tempo no areal ) e um jantar mágico com o por do sol. Quinta-Feira é noite de música ao vivo no Cashew Tree e foi lá que terminámos a noite. 

 

Para já o plano é explorar as praias desta zona. Há muitoooo para ver! Estou mesmo feliz por estar a viver esta experiência. Curiosamente não penso nesta viagem como umas férias gigantes... mas antes como um momento de aprendizagem e de descoberta. 

 

 

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20
Jul16

Pequeno-almoço :

Ana Gomes

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Come-se absurdamente bem por estes lados. Convenhamos : não é comida típica ( isso temos deixado para os jantares ) mas a quantidade de lugares com comida saudável é tanta que há motivo para nos inspirarmos. Por aqui as refeições locais são as 3 iguais ( quando pensamos numa família típica de trabalhadores ) : arroz cozido com legumes tofu ou galinha. Sim : pequeno-almoço, almoço e jantar. Isso faz-me acreditar que os "nasi goreng" ( arroz com legumes frito e servido com ovo por cima ) não é propriamente uma comida típica mas antes uma espécie de fast food gulosa que até os locais comem. Este pequeno almoço de hoje ( na foto ) nada tem de típico. Mas tem tudo de bom ( e que delicia que estava )!

14
Jul16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 2

Ana Gomes

 

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 Já passou uma semana desde o último caderno de viagem e sinto-me bem diferente!

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A chegada à Villa onde passámos os primeiros dias não foi super confortável. O quarto era simpático e tínhamos uma piscina mesmo bonita mas ( e tinha que haver um mas ) a casa de banho não tinha porta e as janelas não tinham vidros! Ou seja... a entrada a animais era super convidativa. Dormir com repelente ? Obrigatório!

Depois rapidamente percebemos que o "pequeno-almoço" incluído nunca iria acontecer porque ... "a cozinheira não veio hoje" . Pois... Não foi nunca! Para além disso ficava numa zona um pouco afastada: impossível ir a pé para a praia ou qualquer centro de animação. Sabem que mais ? No segundo dia já nada disto me incomodava!

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Ainda assim decidimos mudar para algo um pouco mais confortável e perto da "civilização" e no domingo arrancámos para um hotel mesmo simpático e com um preço razoável. É daqui que vos escrevo! Koa D Surfer Hotel, dá para ir a pé para a praia, fica junto de uma rua com uns restaurantes e bares engraçados e tem um piscina super gira no topo do hotel. O pequeno-almoço não é nada de especial : mas tem uma zona onde cozinham ovos ( estrelados, mexidos ou omeletes ) que sempre permite uma refeição saudável para começar o dia.

Falando em refeições saudáveis! A zona onde estamos - Canggu - parece uma espécie de Meca da alimentação saudável. Tem cafés e restaurantes com decorações fenomenais e menus de babar. As famosas "bowls" são uma perdição - uma espécie de "papa" de fruta congelada com granola e fruta fresca por cima - e servem como uma refeição substancial para um bom dia de praia com muitos mergulhos : ou muito surf! Esta zona é o paraíso dos surfistas.

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Mas não são só as "bowls" que são maravilhosas : tostas de abacate com ovo escalfado, saladas com tofu, spring rolls vietnamitas, imensas opções de comida "raw". Estou muito inspirada e feliz com as alternativas alimentares que por aqui se encontram. Quantos aos preços... pintaram-me uma versão diferente da história! "Lá comes barato em todo o lado". Convenhamos que não pago um balurdio como em muitos países da europa para onde viajei... mas pago quase o mesmo que em Portugal! Tirando aquelas refeições que fazemos à beira da estrada com os locais. Ovo e arroz com vegetais 2/3€.

Hoje descobri um restaurante interessante! Na porta podia-se ler " healthy food with local prices " e foi mesmo! Funciona numa espécie de buffet em que cada ingrediente tem um preço e no final é tudo somado : o meu prato composto por arroz selvagem, milho, brócolos, tofu panado, um ovo com molho de chilli e feijão verde com cenoura ficou por 2€ também! Acho que o segredo é mesmo esse : ir procurando.IMG_0023.JPG

Ontem fiz também a minha primeira massagem em Bali. Paguei uma ninharia! 6€ por uma hora de massagem. Mas não gostei :( Mentalizei-me que seria bom fazer uma massagem por semana. Com estes preços é óbvio que temos que aproveitar mas... desta vez não correu bem! Mas sabem porque decidi fazer a massagem ontem? Porque tive a minha primeira aula de surf por estas bandas e levei uma valente tareia deste mar puxado ahhaah. Soube-me SUPER bem acreditem... apesar de confirmar que não tenho talento nenhum para interagir com pranchas de surf.

 

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Até aqui tem tudo corrido super bem. As pessoas são simpáticas, prestáveis e falam muito menos inglês do que seria de esperar. Mas lá nos desenrascamos. Um destes dias ao final da tarde ( que aqui já é noite cerrada ) ficámos sem gasolina e tivemos de caminhar pela berma durante algum tempo. Quando os locais se começaram a aperceber do que nos tinha acontecido não paravam de rir. É que aqui NINGUÉM anda a pé. E não comecem a achar ( mãe e pai ) que ficámos sem gasolina por distracção... o leitor da mota estava avariado, ok?!

 

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Os templos ou as referências "divinas" multiplicam-se. É normal que as entradas de qualquer edifício mas simples pareçam a entrada de um templo!

Visitámos esta semana um lugar muito especial - Tanah Lot - mas como a maré estava cheia não pudemos entrar dentro do templo.

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Temos saídos TODOS os dias à noite. Há quem chame a Bali " Balifórnia" pela cultura do surf e skate que se vive aqui. O nosso roteiro não sai dos mesmos locais - Old Man's, DEUS e Pretty Poison. Se o primeiro é super popular - tem inclusive um dia dedicado a uma série de jogos tontos tipo Beer Pong - o segundo vive da cultura das motas ( e é mundialmente conhecido ) , já a Pretty Poison tem um encanto especial! Parece um barracão abandonado, com muita vibração punk, e uma piscina sem água que serve de bowl para skatar. Foi lá que acabámos por ir mais vezes : concerto, sessão de cinema e open mic.IMG_9628.JPGIMG_9626.JPG

Mas sabem qual foi a noite mais divertida que tivémos? A noite em que Portugal fez aquele jogo incrível contra França. Saímos do hotel ainda não eram 8 horas ( aqui os eventos começam entre as 19 e as 20 ) e fomos para a DEUS - era noite de música ao vivo. Vimos dois concertos e acabei por encontra um casal conhecido de Lisboa ( Olá Nadine e Tiago ), ficámos a conversar e a dançar e à meia noite a festa acabou... faltavam 3 horas para o jogo começar... decidimos seguir todas as motas que saiam dali e fomos parar a uma festa na praia! Dançámos, rimos, fomos tentando aliviar os nervos mas às duas da manhã já estávamos a caminho do Old Man's para ver o jogo : Imaginem : 10 portugueses e uns 100 franceses. Fomos gozados, enxovalhados, enfim... nunca parámos de cantar, gritar e "manter o orgulho". Quando Portugal marcou nem imaginam como nos sentimos! É que uma coisa é ver o jogo rodeado de portugueses... outra coisa foi o alivio e o contentamento depois de termos sido gozados durante HORAS!

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Amanhã partimos para UBUD. O objectivo é ter umas aulas de culinária e voltar ao Yoga. Vamos fazer o caminho de mota ( cerca de uma hora ) e levamos apenas a mochila que trouxe da American Tourister. O resto da bagagem fica aqui guardada no hotel até regressarmos!

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*Estes cadernos de viagem são escritos com o apoio da American Tourister.

 

Podem saber mais sobre a marca nas seguintes plataformas : 

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Ou nos hashtags : #AmericanTourister #MyAtStyle 

 

11
Jul16

As cores do céu.

Ana Gomes

Captura de ecrã 2016-07-11, às 17.21.40.png

 Esta é das fotos que mais gosto que tirei aqui :) 

 

O céu tem sempre umas cores especiais no final de tarde. E as caminhadas à beira mar são das partes mais refrescantes do dia. 

Sim... na verdade em Canggu ( lê-se xangu ) as praias não são de mar calmo e areia branca. Não são praias de postal. Mas têm o encanto especial do surf e das dezenas de pontinhos que se contam no mar antes do sol se pôr. 

 

( o pareo é da Brazilian Bikini Shop antes de vir de viagem mandei vir dois bikinis ( este e este ) super giros e este pareo... dizem que não devemos trazer areia para a praia ( vulgo levar de viagem coisas que podemos comprar no destino ) mas na realidade não vi - ainda - nada de jeito a esse nível para comprar aqui ! ) . 

07
Jul16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 1

Ana Gomes

São 22.22. Começar a escrever um texto numa capicua só pode ser bom sinal! 

Bom... mas são 22.22 em Bali. Mais precisamente 15.22 em Portugal ou 21.22 na Tailândia de onde acabei de chegar. 

 

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Importa tentar enquadrar a viagem : há cerca de 2 semanas fui desafiada a embarcar nesta "aventura" pelo Oriente. Sem grande tempo para organizar as coisas em Lisboa coloquei como meta o primeiro aniversário do meu sobrinho e a partir dali consideraria arrancar. E assim foi : Segunda-Feira, depois do aniversário no Domingo, estava na aeroporto de Lisboa com várias horas de voo pela frente. 

O destino final era Bali, mas confesso que nunca sonhei ou idealizei a viagem, por isso tinha - e tenho - zero expectativas. Como estamos em época alta, e decidimos a viagem literalmente em cima da hora, percebemos que poupávamos algum dinheiro se o trajecto fosse feito via Tailândia. Aqui sim... o meu sonho existia! Mas para não dispersar decidimos que ficaríamos apenas um dia. 

Khao San Road era a indicação que levávamos como a rua dos "backpackers" e como encontrei um hotel a um preço razoável e com bom aspecto marquei! Claro que havia uma detalhe maravilhoso : o nosso quarto ficava mesmo em cima da discoteca mais movimentada da rua. Foi um susto - achei que nunca iria conseguir adormecer - mas claro que cansada como estava dormi super bem toda a noite. <

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Trouxe uma mochila muito prática da American Tourister ( na foto ) onde coloquei roupa para dois dias, comprimidos produtos básicos de higiene, computador e uns livros. Foi a mala que andou comigo sempre no avião - como kit de sobreviência -  caso a mochila maior de extraviasse! Isso não aconteceu ( felizmente ) mas ainda nem a abri porque tenho os básicos todos organizados aqui. 

Obviamente que em apenas um dia não aprendi grande coisa sobre Banguecoque : é barato ( só o álcool não é tão barato... pagamos tanto por uma cerveja como por uma refeição ), come-se de TUDO (sim... não é mito que se vendem baratas e aranhas fritas nas ruas), não é limpo: mas pareceu-me bem mais limpo do que Índia, há muita poluição ( no ar... no rio ) e é muito movimentado. Fiquei com a impressão de que a cidade era "pegajosa". Mas sofri HORRORES com o jet lag e com a decisão precipitada de tomar um comprimido para dormir para tentar acertar o fuso horário : passei o dia a adormecer em TODO o lado : TUC-TUC, sofá do restaurante, quando entrei no quarto de hotel para ir buscar o bikini... enfim!

 

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Um mergulho na piscina do hotel ao final do dia, um duche, mais uma soneca e sair para jantar : Pad-Thai! Simples, barato e muito saboroso. Acabei por me render a uma "foot massage" que ajudou MUITO a desinchar as pernas e passei numa "Seven Eleven" - lojas que estão abertas SEMPRE - para umas compras básicas.

A única vantagem de ter dormitado o dia todo? Ter estado super desperta para ver Portugal ganhar. Eram duas da manhã e éramos os únicos Portugueses a ver o jogo contra o País de Gales : foi uma experiência bem gira! Não costumo ligar aos jogos da selecção ( ou sofrer com eles ) o Benfica leva a minha quota parte de emoção desportiva. Mas ver um jogo do nosso país quando estamos fora tem um gosto especial! 

 

Mais 3 horas de sono e já estava de mala pronta para seguir para o aeroporto. Agora sim com destino a Bali. Cheguei à pouco. Eram 7 da tarde e já era noite escura. Um trânsito infernal : duas horas para um percurso de 40 minutos. Chegámos à Villa que tinha reservado e confesso que não foi uma sensação confortável. Às 21h o restaurante já tinha fechado... encontrámos um lugar na berma da estrada onde jantámos por 3,50€! imaginem : 3 pessoas = 3,50€. Comemos 3 pratos de arroz com legumes e ovo, duas àguas e umas entradinhas tipo galetes de arroz. Fomos 3 porque convidámos o senhor que nos trouxe do aeroporto até aqui para jantar : foi super disponivel e simpático! 

 

Agora é hora de descansar : dizem que aqui o dia começa mesmo cedo. Não dúvido. Não se houve agitação na rua, nem na Villa. 

 

Só consigo pensar no mergulho que quero dar quando acordar.

 

 

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