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A Melhor Amiga da Barbie

28
Dez16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a NY - 2.

Ana Gomes

 

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Vamos voltar um bocadinho atrás no tempo e falar dos últimos dias em Nova York. 

Como vos expliquei neste post a viagem foi um misto de trabalho e lazer já que queria muito aproveitar o timing para uma viagem grande antes do final da gravidez. 

Esteve MUITO - mas mesmo MUITO - frio durante o tempo todo e isso fez com que explorássemos menos a cidade. Isto não foi um problema já que não foi a primeira vez por terras Americanas para nenhum dos dois. 

Depois da viagem pela Ásia tinhamos falado em como seria giro fazer uma road trip pela route 66 e era esse o plano de viagem para 2017. Vamos ter de adiar o sonho por mais um tempinho mas tivemos a confirmação de que a queremos mesmo fazer. 

 

Passo a explicar : 

As diferenças entre bairros e zonas em Nova York é tão significativa que fazer uma viagem que envolva passar por vários estados deve ser de uma riqueza sem fim! 

Depois de Queens - Astoria e Manhattan decidimos ir até Brooklyn. Mas não fizemos a travessia pela Brooklyn Bridge ( a super famosa ). Como estavam 5 graus negativos optámos por usar o serviço Uber Pool e com 14 dólares chegámos ao bairro que queríamos conhecer : Williamsburg. 

 

Ainda que compreenda o "hype" em torno de Brooklyn - por ser de alguma forma uma contra-cultura - não fiquei muito surpreendida com o que encontrei. Entendo que de certa forma seja antagónico quando pensamos na "vizinha" do lado - Manhattan - mas quem conhece bem Londres e a vida dos mercados e da arte urbana sente-se em casa e nunca um estranho. 

 

Por ali proliferam várias lojas de artigos em segunda mão, moda vintage, pequenos cafés ( e não se avista o Starbucks - credo ) e o único Dunkin Donuts que vi tinha a frente de loja em preto e branco e não em cor de rosa! 

Perdi-me com as montras das "lojinhas" com peças de joalharia mesmo bonitas e roupa tão cool que mudava de estilo a cada 10 metros. 

Williamsburg é conhecido pela street art, pelos bons restaurantes e bares. Lembrou-me tanto Londres que até encontrei o ROUGH TRADE! Foi por lá que acabei por passar um bom pedaço da tarde : um chá quente, boa música, uma banda a fazer soudcheck e uma cookie gigante de chocolate e cereja ;) 

 

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Em Brooklyn almoçámos num restaurante mexicano. Uma tortilha de Tofu e uns nachos com queijo ( que desgraça ahah ) . Caminhámos o que conseguimos com o frio que estava e fomos até à margem do rio. O final de tarde estava mesmo incrivelmente bonito e ver Manhattan "deste lado" vale a pena. 

 

Ficámos umas duas horas no Rough Trade a aquecer e entretanto chegou o Nelson para nos levar a ver duas coisas de sonho : 

As decorações de Natal de Dyker Heights um bairro judeu também em Brooklyn em que as ruas acabam por ser cortadas tal é a afluência de gente para ver as iluminações das casas. E entende-se... é mesmo uma loucura! 

Nem saímos do carro! São kms de casas assim decoradas :) Sigam este link para terem uma ideia mais concreta daquilo que vos estou a tentar explicar. 

 

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As fotos estão ligeiramente desfocadas mas queria-vos mesmo que tivessem uma ideia desta magia! 

Tinha comentado com o Nelson que adorava ir a Coney Island - a culpa é dos filmes - e que estavamos quase a meter-nos no comboio para ir espreitar aquilo quando ele diz "então bora lá". 

Fiquei mesmooo contente! Coney Island e o Luna Park são referências frequentes no mundo do cinema e estar perto daquela roda gigante na praia era um sonho que - finalmente - podia concretizar. 

E lá fomos! E perguntam vocês : porque não há então fotos desse "cenário"? Porque com tanto grau negativo o Luna Park estava fechado. Estive lá à porta - confirmo - e os rapazes até quiseram ir comer um cachorro ao famosissimo Nathan's mas ninguém tentou bater nenhum record maluco. 

 

No regresso a casa e parámos num restaurante grego em Astoria para jantar. 

As experiências gastronómicas em Nova York são realmente incriveis. Associa-se muito esta viagem a "junk food" e sim... é muito comum e diria até apelativa, mas a confluência de culturas faz com que deste melting pot resultem óptimos restaurantes conduzidos por pessoas das próprias nacionalidades. 

Comi a melhor salada grega de sempre e umas lulas grelhadas maravilhosas!

 

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Os planos para domingo já estavam mais do que definidos! Passar o dia com o Nelson e com a Luna ( a filha ) e ver o Benfica numa comunidade portuguesa. Felizmente ganhámos ( e ficámos todos contentes naturalmente ) e durante 3 horas estivemos sempre a ouvir falar português. É mesmo engraçado compreender a união e a cumplicidade dos conterrâneos. 

Quando o almoço terminou fomos passear a um centro comercial e vivenciei a loucura das compras de Natal. Se por cá reclamamos das filas lá as coisas triplicam a dimensão : foi meio caminho andado para não cair em tentação. 

Mas sabem porque nos decidimos enfiar num centro comercial? É que quando saímos do restaurante estava a nevar! Ainda andei a dançar na neve mas parei mal começou a ser ridículo andar ao frio. 

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No último dia preparámos as malas para o regresso - ainda bem que decidi levar a minha mala de cabine da American Tourister praticamente vazia... voltou cheia com as compras do menino Tiago e com as coisas que nos tinham pedido - e saímos para um último pequeno-almoço. Andei a namorar uma Bakery que ficava na esquina da nossa rua e fomos tomar um American Coffee e uma grande fatia de bolo. 

Andámos durante umas duas horas pelo bairro e descobrimos lojas bem giras - como esta de discos onde quase comprei o meu gira-discos. 

 

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Regressámos a casa para nos despedirmos do Nelson e para irmos buscar as malas e ele sugeriu que fossemos "grab a bite" antes da viagem. A "bite" acabou por ser essa pizza gigantona! 

Com a promessa de um reencontro em breve lá nos metemos no metro e depois no comboio em direcção ao aeroporto. 

 

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Adorei a viagem. Foi muito importante para mim - psicologicamente - sentir que a gravidez não me impediu de continuar a fazer tudo como antes. Bom... com um pouco mais de cansaço e outro pouco mais de fome. Mas consegui fazer a viagem de avião na boa, diverti-me, aproveitei e senti que o tempo que passámos juntos foi igualmente enriquecedor.

 

Nova York é muito inspirador. Gosto de ir na rua e no metro e observar as pessoas. Sentar-me num café e perceber os diferentes estilos, as motivações. Costumo dizer que só quem faz esta viagem consegue entender realmente as comédias românticas, os dates nos bares ao final do dia e certos detalhes sociológicos que - apesar de tudo - são diferentes até entre grandes metrópoles.

 

Voltarei a Nova York sempre que puder. E recomendo a viagem!  

 

 

 

 

 

 

*Estes cadernos de viagem são escritos com o apoio da American Tourister.

 

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23
Nov16

Passatempo American Tourister :

Ana Gomes

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 Têm férias marcadas? Ou... vão passar o Natal a casa de algum familiar? 

Bom, na verdade não é necessário que tenham nada marcado. Há sempre um dia em que vamos... e quando vamos temos de ter mala! 

A minha aliada das viagens tem sido a American Tourister e temos esta belezura para oferecer a um leitor sortudo. 

As regras do passatempo são muito simples e o sorteio é feito no random.org. 

A mala será na cor da imagem - Skydiver Blue, peso 2,7kg e é 100% poliprolipeno! Extra resistente e segura faz parte da colecção Lock'n'Roll da American Tourister e tem um pvp de 145€.

 

Resultado Passatempo:

 

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28
Jul16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 4

Ana Gomes

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Tenho de começar este texto a explicar que poderia fazer um rating dos hoteis com pior internet : basicamente todos em que fiquei depois de Ubud. Ver redes sociais, abrir e-mails ou actualizar o blog tem sido um verdadeiro desafio! Mas bom… dos poucos que tenho enfrentados nos últimos dias. Mas vamos ao mais importante : as coisas não virtuais que por aqui acontecem.

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No último “caderno” estava no Uluwatu e foi lá que fiquei até Segunda-Feira. É muito provável que esta zona de Bali faça parte do vosso imaginário caso tenham visto (ou lido) Comer, Orar e Amar. Queria muito ir para esta zona porque já sabia que as praias eram de areia branca… ( lamento.. mas as praias de areia escura ainda não estão no topo das minhas preferências ) só que há um detalhe… a “areia branca” é na realidade coral : doloroso para os pés!

Podem já guardar esta dica : para maior conforto vale a pena trazer na mala de viagem uma daquelas sandálias de borracha que usávamos em pequenos para o peixe-aranha!

Foi engraçado perceber que cada uma das praias tinha uma nacionalidade predominante : em Bingin vimos bastantes brasileiros, em Dreamland imensos chineses, que se divertem todo o dia a tirar fotos na rebentação das ondas COMPLETAMENTE vestidos e a gritar num misto de medo e divertimento*, em Padang Padang e no Uluwatu muitos australianos e em Balangan espanhóis! Todas estas praias estão na mesma linha de praias e são todas completamente diferentes : valem a pena a visita! O acesso mais complicado é à praia de Bingin - é obrigatório descer uma escadaria super irregular e caso regressem depois do por-do-sol não há luz no caminho - mas é onde se fazem refeições maravilhosas com o pé na areia. Perfeito para comer peixinho grelhado! Mas não se preocupem : também há um bar vegetariano e vegan com produtos orgânicos que funciona até tarde.

Mais uma vez comemos maravilhosamente bem nesta zona de Bali. Tanto em restaurantes menos baratos ( para os preços deles.. mas ainda assim aceitáveis para nós ) como em casas típicas. Boas alternativas, imensa comida vegetariana e não processada. É nesta zona que está um dos mais famosos bares para ver o pôr-do-sol - Single Fin - com uma festa semanal : ao domingo. Também visitámos o templo do Uluwatu onde há uma pequena floresta com imensos macacos!

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Com o aproximar do final da semana começámos a sentir a pressão de ter de escolher o próximo destino. Mas as previsões de chuva fizeram-nos recuar na decisão de ir às Gilli. Queríamos ir às ilhas próximas claro… mas não valia a pena um investimento monetário acrescido para apanhar mau tempo. Decidimos ir até Nusa Lembongan e começámos a pesquisar qual a melhor forma de chegar. Como já sabíamos que iríamos passar a última semana em Kuta ( a cidade que fica perto do aeroporto e tem praia ) decidimos que não faria muito sentido deixar a bagagem no Uluwatu, ir até Nusa Lembongan, regressar para apanhar a bagagem e seguir para Kuta ( se olharem para o mapa forma um triângulo ). Assim decidimos que o mais sensato seria passar uma noite em Sanur ( onde se apanham os barcos ) deixar as malas na recepção do hotel e partir apenas com a mochila da American Tourister para Nusa Lembongan.

De facto foi o melhor que fizemos! Sanur não tem nenhuma atracção em particular ( para além de ser o porto de partida dos barcos para as Gilli e para Nusa Lembongan ), fizemos um bocadinho de praia, comprámos os bilhetes de barco e no final do dia fomos para a rua mais movimentada onde jantámos um restaurante mexicano giríssimo “ La Cocina “.

No dia seguinte embarcámos às 9h da manhã. Existem várias opções de barcos : Public Boat, Fast Boat e Public Fast Boat. Escolhemos a última opção: o trajecto seria apenas meia hora ( contra uma hora e meia do Public Boat ) e com um preço mais aceitável do que os Fast Boats “privados” .

A viagem é só por si uma aventura : embarcamos com a água pelos joelhos e mais parece que entramos numa atracção da DisneyLand… com uma pequena nuance : aqui não estamos num parque temático… estamos mesmo no meio do mar. Os saltos que o barco dá, os saltos que nós damos nos bancos do barco, os gritos que se ouvem o caminho todo, o nervoso miudinho que vai crescendo dentro de quem tenta ser super sereno ( eu… ). Bom! A viagem de regresso parecia um cenário dantesco com mais de metade dos passageiros a vomitar!

Se vale a pena? Sim! A ilha é mesmo especial. Aqui encontramos das águas mais transparentes ( acho que só as Gilli é que conseguem ser ainda mais bonitas ), uma floresta incrível ManGrove Forest que é atravessada em canoas já que está dentro do mar e uma série de espaços dedicados ao yoga e à recuperação activa da ilha ( a poluição por estes lados é demasiado notória ). É também nesta ilha que os amantes de mergulho podem perder a cabeça! O que fizemos aqui? O passeio de barco na floresta, várias viagens de mota à volta da ilha, descobrimos miradouros naturais maravilhosos e fomos duas vezes ao cinema! Sim… duas vezes! Encontrámos mais um daqueles lugares especiais ( como em Ubud ) mas desta vez ao ar livre : a entrada no cinema é gratuita se fizermos por lá as refeições. Foram serões mesmo confortáveis e divertidos.

 

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Hoje deixámos a ilha ( na tal viagem que já descrevi! ), fomos apanhar o resto da bagagem ao hotel e arrancámos para Kuta. É aqui que estamos. Já tínhamos estado aqui durante o dia mas confesso que não me tinha apercebido da quantidade de vida que há aqui! Ao contrário de todos os lugares onde estivemos não parece que haja uma única estrada sem luz… ou sem uma loja. Tenho o resto da semana para perceber isso ;)

Para já.. fazia-me falta mais uma mala! A quantidade de coisas que comprava aqui… minha nossa!! Em Portugal já é possível comprar as malas da American Tourister online aqui

 

*aposto que há vídeos disto no youtube.

 

*Estes cadernos de viagem são escritos com o apoio da American Tourister.

 

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PS - A Internet que tenho não me está a deixar fazer upload de mais fotos... prometo que amanhã procuro outro lugar para conseguir fazer upload de todas as fotos!  

21
Jul16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 3

Ana Gomes

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Como vos contei no último Caderno de Viagem seguimos viagem para Ubud. 

Objectivo : aula de culinária e fazer yoga. Tudo cumprido! 

 

Como previsto deixámos grande parte da bagagem no hotel em Canggu e levámos a mochila da American Tourister com os super básicos para três dias. No caminho passámos numa das mil lavandarias que existem em cada esquina e deixámos alguma roupa a lavar. Apesar de serem poucos kms - cerca de 30km - a viagem é MUITO cansativa. O trânsito é indescritível, as estradas más estão longe das que consideramos más em Portugal e isso torna os caminhos um pouco mais duros. 

Optámos por não marcar nenhum hotel: procurei duas ou três referências no Agoda e no Booking e foi essa a morada que pusemos no GPS. Acabámos por desistir da primeira opção ( ficava bastante mais cara do que o que tínhamos previsto gastar ) e seguimos para uma outra morada que acabou por se revelar um pequeno paraíso. 

Mas voltámos ao principio: quando cheguei a Ubud pensei... "oh não... quero voltar para canggu". Estou a ter alguma dificuldade em adaptar-me positivamente aos novos lugares. Mas lá está... a estranheza tem durado pouco mais de umas horas. 

Devidamente instalados começámos a explorar Ubud a caminhar... primeira curva, primeiro encanto : um mercado ao ar livre. As lojas dedicadas ao yoga multiplicavam-se em cada esquina, o ambiente era de facto diferente e um pouco mais zen. Não chegámos a visitar o templo dos macacos: choveu bastante durante a nossa estadia. Mas passámos lá à porta e deu para perceber que quem manda naquele quarteirão são efectivamente os bichos! Marquei uma aula de culinária local para a manhã seguinte e nessa noite ainda jantámos num restaurante encantador em cima de uma plantação de arroz! 

 

Sábado o despertador tocou às 7 da manhã e o dia começou com um pequeno-almoço em contra-relógio em cima da piscina do nosso "hotel". Passado uma hora estávamos a mergulhar no impressionante mercado de Ubud. O principio da aula de culinária pressupunha um primeiro contacto com os ingredientes. O meu estômago começou-se a contrair à medida que avançava pelo meio da confusão do mercado... penso que a chuva não ajudou mas a quantidade de bichos que se passeava entre as leguminosas e a fruta era mesmo impressionante. 

Apelei ao meu bom-senso e tentei-me abstrair disso durante a aula. Claro que cozinhámos numa casa particular, num páteo sem a confusão ou a misturada do mercado. Logo a abstracção foi a melhor arma para não desistir. Adorei aprender a preparar alguns pratos típicos, preparar os alimentos, apurar os temperos e no final almoçar o que cozinhámos! Foi uma manhã longa mas muito enriquecedora ( e que já me valeu vários desafios culinários ). Como expliquei que não comia carne adaptaram receitas para mim e fizeram questão que não preparasse nenhum dos pratos com galinha. Prometo que depois partilho algumas receitas convosco ;) 

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Domingo também foi dia de madrugar! Aula de Yoga no sitio mais incrível para a prática! Uma sala completamente integrada na natureza onde pudemos ouvir o rio a correr o tempo todo. No final? Um sumo verde de cortesia! A aula custou 120 mil rupias ( cerca de 10€ ) e valeu o investimento :) Escolhemos o Taksu Yoga por ficar perto do nosso alojamento e por ter bons feedbacks. 

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Passeámos o resto da tarde. Kms e kms a contornar a chuva e a caminhar por Ubud. Até que... uma placa na rua me chamou a atenção! Estava escrito Paradiso e por baixo "cinema / organic and raw food". Pedi ao Tiago para entrar comigo naquela rua e tentar encontrar o tal Paradiso... e encontrámos. O espaço é super simples mas senti que valeria a pena passar ali algum tempo. O filme das 19h era o Danish Girl que nenhum de nós tinha visto e acabámos por comprar bilhetes... 50 mil rupias cada que se podiam reverter em comida no bar. Corremos para casa para um duche e em 20 minutos estávamos de volta para uma das melhores refeições que comi por cá ( e olhem que tenho comido maravilhosamente ). Quando entrei na sala de cinema nem queria acreditar... as cadeiras eram uma espécie de espreguiçadeiras/sofás enormes... Experiência MARAVILHOSA. 

 

Em Ubud também visitámos o Rice Terrace, o Holy Spring Water Temple ( onde me atrevi a fazer o ritual de purificação ) e uma plantação de café. No nosso último dia em Ubud acordámos para mais um temporal e decidimos pedir ao senhor que nos levou a fazer esta pequena tour ( e que tinha sido o motorista para a aula de culinária ) e pedir-lhe para nos levar aos famosos armazéns e a uma parte mais "local" e menos turística. A verdade é que fazer a viagem de volta para Canggu de mota com aquele tempo seria impensável. 

Almoçámos com ele em mais um dos "spots" locais que não aparecem nos gps e no final do dia fizemo-nos à estrada. Foram duas horas longas de caminho... já em Canggu apanhámos as nossas malas, a roupa que tinha ficado na lavandaria, comemos uns fresh spring rolls no restaurante vietnamita da rua do hotel e apanhámos um táxi para o Uluwatu. É por aqui que temos andando nos últimos dias. E sim... o tempo só voltou a melhorar hoje. 

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Reencontrámos o Tiago e a Nadine ( com quem temos partilhado momentos óptimos ) e fomos explorar esta zona. Chegar no primeiro dia de lua cheia valeu-nos uma full moon party na praia de Padang! Dançar com o pé na areia, há maior sensação de liberdade?

Infelizmente a viagem deles está a terminar... ontem fomos juntos até Kuta ( a parte mais "cidade" de Bali ) onde vão ficar até se irem embora e andámos a explorar aquelas ruas labirínticas. 

Hoje acordámos com sol ( finalmente ) e fomos até Bingin. A praia é paradisíaca e requer um óptimo trabalho de pernas para subir e descer uma escadaria que termina numa areia branca e num mar apetecível. Seis horas de praia ( nem me lembro da última vez que fiquei tanto tempo no areal ) e um jantar mágico com o por do sol. Quinta-Feira é noite de música ao vivo no Cashew Tree e foi lá que terminámos a noite. 

 

Para já o plano é explorar as praias desta zona. Há muitoooo para ver! Estou mesmo feliz por estar a viver esta experiência. Curiosamente não penso nesta viagem como umas férias gigantes... mas antes como um momento de aprendizagem e de descoberta. 

 

 

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14
Jul16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 2

Ana Gomes

 

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 Já passou uma semana desde o último caderno de viagem e sinto-me bem diferente!

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A chegada à Villa onde passámos os primeiros dias não foi super confortável. O quarto era simpático e tínhamos uma piscina mesmo bonita mas ( e tinha que haver um mas ) a casa de banho não tinha porta e as janelas não tinham vidros! Ou seja... a entrada a animais era super convidativa. Dormir com repelente ? Obrigatório!

Depois rapidamente percebemos que o "pequeno-almoço" incluído nunca iria acontecer porque ... "a cozinheira não veio hoje" . Pois... Não foi nunca! Para além disso ficava numa zona um pouco afastada: impossível ir a pé para a praia ou qualquer centro de animação. Sabem que mais ? No segundo dia já nada disto me incomodava!

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Ainda assim decidimos mudar para algo um pouco mais confortável e perto da "civilização" e no domingo arrancámos para um hotel mesmo simpático e com um preço razoável. É daqui que vos escrevo! Koa D Surfer Hotel, dá para ir a pé para a praia, fica junto de uma rua com uns restaurantes e bares engraçados e tem um piscina super gira no topo do hotel. O pequeno-almoço não é nada de especial : mas tem uma zona onde cozinham ovos ( estrelados, mexidos ou omeletes ) que sempre permite uma refeição saudável para começar o dia.

Falando em refeições saudáveis! A zona onde estamos - Canggu - parece uma espécie de Meca da alimentação saudável. Tem cafés e restaurantes com decorações fenomenais e menus de babar. As famosas "bowls" são uma perdição - uma espécie de "papa" de fruta congelada com granola e fruta fresca por cima - e servem como uma refeição substancial para um bom dia de praia com muitos mergulhos : ou muito surf! Esta zona é o paraíso dos surfistas.

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Mas não são só as "bowls" que são maravilhosas : tostas de abacate com ovo escalfado, saladas com tofu, spring rolls vietnamitas, imensas opções de comida "raw". Estou muito inspirada e feliz com as alternativas alimentares que por aqui se encontram. Quantos aos preços... pintaram-me uma versão diferente da história! "Lá comes barato em todo o lado". Convenhamos que não pago um balurdio como em muitos países da europa para onde viajei... mas pago quase o mesmo que em Portugal! Tirando aquelas refeições que fazemos à beira da estrada com os locais. Ovo e arroz com vegetais 2/3€.

Hoje descobri um restaurante interessante! Na porta podia-se ler " healthy food with local prices " e foi mesmo! Funciona numa espécie de buffet em que cada ingrediente tem um preço e no final é tudo somado : o meu prato composto por arroz selvagem, milho, brócolos, tofu panado, um ovo com molho de chilli e feijão verde com cenoura ficou por 2€ também! Acho que o segredo é mesmo esse : ir procurando.IMG_0023.JPG

Ontem fiz também a minha primeira massagem em Bali. Paguei uma ninharia! 6€ por uma hora de massagem. Mas não gostei :( Mentalizei-me que seria bom fazer uma massagem por semana. Com estes preços é óbvio que temos que aproveitar mas... desta vez não correu bem! Mas sabem porque decidi fazer a massagem ontem? Porque tive a minha primeira aula de surf por estas bandas e levei uma valente tareia deste mar puxado ahhaah. Soube-me SUPER bem acreditem... apesar de confirmar que não tenho talento nenhum para interagir com pranchas de surf.

 

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Até aqui tem tudo corrido super bem. As pessoas são simpáticas, prestáveis e falam muito menos inglês do que seria de esperar. Mas lá nos desenrascamos. Um destes dias ao final da tarde ( que aqui já é noite cerrada ) ficámos sem gasolina e tivemos de caminhar pela berma durante algum tempo. Quando os locais se começaram a aperceber do que nos tinha acontecido não paravam de rir. É que aqui NINGUÉM anda a pé. E não comecem a achar ( mãe e pai ) que ficámos sem gasolina por distracção... o leitor da mota estava avariado, ok?!

 

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Os templos ou as referências "divinas" multiplicam-se. É normal que as entradas de qualquer edifício mas simples pareçam a entrada de um templo!

Visitámos esta semana um lugar muito especial - Tanah Lot - mas como a maré estava cheia não pudemos entrar dentro do templo.

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Temos saídos TODOS os dias à noite. Há quem chame a Bali " Balifórnia" pela cultura do surf e skate que se vive aqui. O nosso roteiro não sai dos mesmos locais - Old Man's, DEUS e Pretty Poison. Se o primeiro é super popular - tem inclusive um dia dedicado a uma série de jogos tontos tipo Beer Pong - o segundo vive da cultura das motas ( e é mundialmente conhecido ) , já a Pretty Poison tem um encanto especial! Parece um barracão abandonado, com muita vibração punk, e uma piscina sem água que serve de bowl para skatar. Foi lá que acabámos por ir mais vezes : concerto, sessão de cinema e open mic.IMG_9628.JPGIMG_9626.JPG

Mas sabem qual foi a noite mais divertida que tivémos? A noite em que Portugal fez aquele jogo incrível contra França. Saímos do hotel ainda não eram 8 horas ( aqui os eventos começam entre as 19 e as 20 ) e fomos para a DEUS - era noite de música ao vivo. Vimos dois concertos e acabei por encontra um casal conhecido de Lisboa ( Olá Nadine e Tiago ), ficámos a conversar e a dançar e à meia noite a festa acabou... faltavam 3 horas para o jogo começar... decidimos seguir todas as motas que saiam dali e fomos parar a uma festa na praia! Dançámos, rimos, fomos tentando aliviar os nervos mas às duas da manhã já estávamos a caminho do Old Man's para ver o jogo : Imaginem : 10 portugueses e uns 100 franceses. Fomos gozados, enxovalhados, enfim... nunca parámos de cantar, gritar e "manter o orgulho". Quando Portugal marcou nem imaginam como nos sentimos! É que uma coisa é ver o jogo rodeado de portugueses... outra coisa foi o alivio e o contentamento depois de termos sido gozados durante HORAS!

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Amanhã partimos para UBUD. O objectivo é ter umas aulas de culinária e voltar ao Yoga. Vamos fazer o caminho de mota ( cerca de uma hora ) e levamos apenas a mochila que trouxe da American Tourister. O resto da bagagem fica aqui guardada no hotel até regressarmos!

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07
Jul16

Cadernos de Viagem By American Tourister. Viagem a Oriente - 1

Ana Gomes

São 22.22. Começar a escrever um texto numa capicua só pode ser bom sinal! 

Bom... mas são 22.22 em Bali. Mais precisamente 15.22 em Portugal ou 21.22 na Tailândia de onde acabei de chegar. 

 

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Importa tentar enquadrar a viagem : há cerca de 2 semanas fui desafiada a embarcar nesta "aventura" pelo Oriente. Sem grande tempo para organizar as coisas em Lisboa coloquei como meta o primeiro aniversário do meu sobrinho e a partir dali consideraria arrancar. E assim foi : Segunda-Feira, depois do aniversário no Domingo, estava na aeroporto de Lisboa com várias horas de voo pela frente. 

O destino final era Bali, mas confesso que nunca sonhei ou idealizei a viagem, por isso tinha - e tenho - zero expectativas. Como estamos em época alta, e decidimos a viagem literalmente em cima da hora, percebemos que poupávamos algum dinheiro se o trajecto fosse feito via Tailândia. Aqui sim... o meu sonho existia! Mas para não dispersar decidimos que ficaríamos apenas um dia. 

Khao San Road era a indicação que levávamos como a rua dos "backpackers" e como encontrei um hotel a um preço razoável e com bom aspecto marquei! Claro que havia uma detalhe maravilhoso : o nosso quarto ficava mesmo em cima da discoteca mais movimentada da rua. Foi um susto - achei que nunca iria conseguir adormecer - mas claro que cansada como estava dormi super bem toda a noite. <

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Trouxe uma mochila muito prática da American Tourister ( na foto ) onde coloquei roupa para dois dias, comprimidos produtos básicos de higiene, computador e uns livros. Foi a mala que andou comigo sempre no avião - como kit de sobreviência -  caso a mochila maior de extraviasse! Isso não aconteceu ( felizmente ) mas ainda nem a abri porque tenho os básicos todos organizados aqui. 

Obviamente que em apenas um dia não aprendi grande coisa sobre Banguecoque : é barato ( só o álcool não é tão barato... pagamos tanto por uma cerveja como por uma refeição ), come-se de TUDO (sim... não é mito que se vendem baratas e aranhas fritas nas ruas), não é limpo: mas pareceu-me bem mais limpo do que Índia, há muita poluição ( no ar... no rio ) e é muito movimentado. Fiquei com a impressão de que a cidade era "pegajosa". Mas sofri HORRORES com o jet lag e com a decisão precipitada de tomar um comprimido para dormir para tentar acertar o fuso horário : passei o dia a adormecer em TODO o lado : TUC-TUC, sofá do restaurante, quando entrei no quarto de hotel para ir buscar o bikini... enfim!

 

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Um mergulho na piscina do hotel ao final do dia, um duche, mais uma soneca e sair para jantar : Pad-Thai! Simples, barato e muito saboroso. Acabei por me render a uma "foot massage" que ajudou MUITO a desinchar as pernas e passei numa "Seven Eleven" - lojas que estão abertas SEMPRE - para umas compras básicas.

A única vantagem de ter dormitado o dia todo? Ter estado super desperta para ver Portugal ganhar. Eram duas da manhã e éramos os únicos Portugueses a ver o jogo contra o País de Gales : foi uma experiência bem gira! Não costumo ligar aos jogos da selecção ( ou sofrer com eles ) o Benfica leva a minha quota parte de emoção desportiva. Mas ver um jogo do nosso país quando estamos fora tem um gosto especial! 

 

Mais 3 horas de sono e já estava de mala pronta para seguir para o aeroporto. Agora sim com destino a Bali. Cheguei à pouco. Eram 7 da tarde e já era noite escura. Um trânsito infernal : duas horas para um percurso de 40 minutos. Chegámos à Villa que tinha reservado e confesso que não foi uma sensação confortável. Às 21h o restaurante já tinha fechado... encontrámos um lugar na berma da estrada onde jantámos por 3,50€! imaginem : 3 pessoas = 3,50€. Comemos 3 pratos de arroz com legumes e ovo, duas àguas e umas entradinhas tipo galetes de arroz. Fomos 3 porque convidámos o senhor que nos trouxe do aeroporto até aqui para jantar : foi super disponivel e simpático! 

 

Agora é hora de descansar : dizem que aqui o dia começa mesmo cedo. Não dúvido. Não se houve agitação na rua, nem na Villa. 

 

Só consigo pensar no mergulho que quero dar quando acordar.

 

 

*Estes cadernos de viagem são escritos com o apoio da American Tourister.

 

Podem saber mais sobre a marca nas seguintes plataformas : 

Facebook;

Instagram;

Loja Online;

Ou nos hashtags : #AmericanTourister #MyAtStyle 

 

 

 

 

 

 

 

26
Out15

Passatempo #packmorefun - American Tourister

Ana Gomes

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 Quando a American Tourister me propôs que fizesse um passatempo fiquei cheia de comichões. 

Quis boicotar isto... quis ser eu a pegar na mala e a planear uma nova viagem. 

Mas pronto! Eu acho - sinceramente - que vocês merecem e por isso esta mala de cabine da linha Palm Valley Fly Away (pvp 111€) é para o sortudo que vencer este passatempo! 

 

Vencedora : 

 

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17
Jul15

Rubrica RFM - Dicas Para Malas de Viagem

Ana Gomes

Numa altura em que há muita gente de férias ou a aproveitar os fins-de-semana de bom tempo, decidimos partilhar convosco algumas dicas para as Malas de Viagem. 

 

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Há quem não se preocupe muito com o tema e por isso seja um expert natural... mas há outras pessoas (eu por exemplo) para quem isso é uma verdadeira dor de cabeça. 

 

Primeiro convém que nos mentalizemos que não vale a pena levar a casa às costas. É que na verdade quanto mais coisas levarmos, mais trabalho teremos!! Há que começar por respirar fundo e perceber que o essencial é mesmo... só o essencial! 

 

Hoje partilho convosco algumas das minhas dicas preferidas mas antes de começar pensem em fazer uma lista com tudo o que se vão lembrando. Escrever no telemóvel todas as coisas de que nos vamos lembrando ajuda a diminuir o stress ou a ansiedade de nos esquecermos de alguma coisa. 

 

Depois organizem os items por categorias e levem bolsas distintas para casa um. É mais fácil de arrumar, de verificar se ficou alguma coisa de fora e de encontrar as coisas na mala. 

 

Caso o destino seja praia devemos optar por levar os produtos de higiene adequados a estas condições : Protectores Solares, Cremes para Regenerar a Pele, Champô e Condicionar adequados ao sol e sal. E claro que o ideal é usar frascos pequenos para economizar espaço, usem uma caneta de acetato ou uma etiqueta para identificar o conteúdo. 

É relembrar que caso a viagem seja feita de avião estes produtos não podem ser transportados na mala de mão caso tenham mais de 100ml! 

Aproveitem - em qualquer dos casos - para levar amostras que tenham perdidas por casa! 

 

Levem uma lâmina de barbear, desodorizante e perfume ( é muito comum serem esquecidos já que tendencialmente os utilizamos no dia da viagem... ). 

 

No que diz respeito à maquilhagem talvez seja a altura ideal para experimentar os looks mais naturais! Um bom hidratante ( que se for um BB Cream já tem factor de protecção solar e cor ), um pó bronzeador, uma máscara de pestanas e um lápis de olhos ( se der para esfumar melhor.. já que serve para dar um efeito de sombra ). A dica boa para a maquilhagem? Levar 3 ou 4 batons de cores diferentes! Vão fazer toda a diferença ;) Por exemplo : Um nude, um rosa, um vermelho e um mais alaranjado. 

 

Levem também o verniz da cor que já estão a usar para pequenos retoques que sejam necessários. Se tiverem oportunidade aproveitem o sol e a água do mar para usar as unhas desmaquilhadas! Vai torná-las mais fortes. 

 

Outra das coisas que é importante ter em conta é a roupa interior, convém que tenhamos - para além de peças para todos os dias -  pelo menos dois pares de cuecas e 1 soutien que sejam da cor da pele ou o mais neutras possíveis já que há looks em que as peças são mais transparentes e desta forma corremos menos riscos. O ideal será escolher um modelo de soutien cujas alças sejam alteráveis ( para cruzar no caso de alguns tops, ou para servir de cai-cai ). 

 

Quanto ao calçado vai sempre variar de acordo com o motivo e o destino da viagem... mas pensando numas férias de praia o melhor será optar por uns chinelos giros, uma sandálias de salto e umas sapatilhas confortáveis (vários pares de meias também!). As alpercatas também são uma óptima opção e ocupam pouco espaço e são super versáteis. A verdade é que podemos aproveitar para fazer caminhadas ou usar os chinelos não só para o areal mas também para o gelado do final de tarde ou o almoço na esplanada... escusando para isso de levar outro par de sandálias rasas! E caso viagem de carro procurem juntar os sapatos todos ( no caso de uma família ou casal ) e levá-los numa mala separada! 

 

Outra dica boa é levar bikinis ou fatos de banho reversíveis. No final do dia podemos lavar as peças no duche, torcer bem e estender de imediato e assim reduzimos o numero de peças na bagagem! 

 

Se pensarmos nas surpresas que o tempo nos tem pregado o ideal será incluir sempre umas jeans ou umas calças de sarja e um corta vento! Combinados com os tops ou as t-shirts que estavam pensadas para os dias de calor funcionam nos dias cinzentos! Para uma mala versátil incluam vestidos leves e com que se sintam bem ou no caso dos rapazes uma camisa de linho e um cinto ( óptimos para uma festa inesperada ou um jantar mais "especial" ).

 

Procurem fazer "conjuntos" com a roupa antes de a emalar. Assim podem calcular quantos dias irão ficar e o que vão vestir. E aproveitem para usar algumas das dicas que já partilhámos sobre misturar padrões! Assim o mesmo numero de peças dá para quase o dobro dos looks! ;) 

 

Escolher peças básicas e calções de ganga ou caqui facilita um bom bocado! Optar por tecidos que não amarrotem é igualmente importante. 

 

Levar alguns acessórios fortes - brincos grandes, turbantes ou fitas de cabelo com estampas, colares grandes - este tipo de peças transforma um look super simples e básico num conjunto muito mais especial! 

 

Levem sempre um saquinho para ir separando a roupa suja e uma ou várias bolsas impermeáveis para guardar os fatos de banho ( para não estragar outras peças de roupa caso ainda estejam húmidos ).

 

Caso gostem de ter um kit SOS levem numa bolsinha : pensos rápidos, gel desinfectante, uma tesoura pequena, algodão e paracetamol. Se fizerem alguma medicação especifica optem por levá-la também numa bolsa separa e perto de vocês. 

 

Todas as dicas são bem-vindas! Se tiverem um truque que achem bom de partilhar... comentem! Conselhos bons nunca são demais e prometo que para a semana partilho as sugestões em directo ;) 

 

 

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 ( modelos American Tourister ). 

 

 

 

 

09
Jul15

Passatempo American Tourister - 5 passes Meo Sudoeste.

Ana Gomes

 

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Tudo pronto para os festivais? É o tema quente dos próximos tempos e queremos muito partilhar esta emoção convosco! 

 

Uma das marcas giras que descobri este ano e me tem acompanhado nas melhores aventuras deste ano... será uma das patrocinadoras do festival Meo Sudoeste. E se me acompanha a mim.... que vos possa acompanhar a vocês também! 

Temos 5 passes para o festival para oferecer e é uma oportunidade imperdível para viverem dias inesquecíveis. A American Tourister vai estar presente no recinto do festival com um stand onde poderão tirar fotografias e habilitar-se a ganhar uma mala! Passem pelo stand e não se esqueçam : Quando a vida vos chamar, estejam preparados com a American Tourister. 

 

 

Os vencedores serão contactados por email durante esta semana : 

 

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