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A Melhor Amiga da Barbie

19
Mai17

Vamos falar do parto?

Ana Gomes

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Sou mãe há exactamente uma semana. 

E passei praticamente 9 meses a pensar e a ter certezas absolutas sobre o parto e certas coisas da maternidade. 

Bom... na verdade eu não tinha a certeza do que iria acontecer ( claro ) mas tinha a certeza da minha vontade e de como a queria levar a bom porto. 

 

Antes de continuarem a ler o texto... gostava de deixar o meu conselho a mães grávidas e que estejam próximas da data do parto: não continuem a ler. A nossa história acaba bem ( estamos aqui as duas para a contar ) mas confesso que um dos meus maiores factores de ansiedade perante o dia "D" se prendeu com a partilha de experiências espontâneas que várias pessoas tiveram comigo : a cabeça começa a entrar em loop, pensamos: "eu não sei se aguento passar por isto" e por aí fora. Mais vale não ler, não ouvir, não saber e ser guiado pela equipa médica e pelo nosso instinto. E acreditem : o que na altura vos parecer horrível depois... esquece-se mesmo! 

 

Mas voltando a nós! A Vi estava encaixadinha para sair há bastante tempo, aliás, isso valeu-nos um internamento e várias semanas de repouso absoluto. Mas a última ecografia mostrava um bebé pequenino e que teimava em não engordar na barriguinha. Decidimos que, se a menina não nascesse até dia 11 de Maio, o parto seria provocado no dia 12. 

 

E assim foi. Fomos cedinho para a maternidade, malas no carro, coração aos pulos e umas lágrimas nos olhos. Fiz o caminho do Bairro Alto para a Expo junto ao rio e fui toda melodramática a imaginar que aquela seria a última vez que veria o mundo assim... sozinha. 

 

O parto foi induzido por uma enfermeira que durante TODO o processo me explicou tudo o que ia acontecer. Foi mesmo super atenciosa e detalhada ao longo do dia, explicou-me tudo o que iria sentir, o que se estava a passar e como me podia "defender". Foi também esta enfermeira que percebeu que a menina Vitória tinha recuado em relação ao dia anterior quando fui observada, conclusão: um trabalho de parto que se previa relativamente rápido...não iria ser. 

 

Abreviando a história e as várias horas que passei entre toques e CTG houve dois momentos em que as coisas se complicaram. E sim.. a meio da tarde já tinha pedido a deliciosa epidural, depois de ter rebolado muito na bola de pilates e de me ter contorcido um bocadinho na cama. Lembro-me de dizer ao Tiago que - no que a mim me dizia respeito - a Vitória seria filha única. Mas também sou obrigada a dizer que não me lembro em absoluto da dor que senti. A minha Mãe também já estava connosco quando as coisas se começaram a complicar : o primeiro desaceleramento cardíaco. Puseram-me a oxigénio e ajudaram-me a controlar a situação.

 

Sabem o que senti neste momento? Zero medo. Senti uma tristeza e um peso no coração por saber que a minha Mãe estava a assistir a tudo isto. Fiz-lhe sinal para sair do quarto e só pensava que nenhuma Mãe merecia assistir a isto. Foi neste momento que fiquei realmente nervosa e assustada.

Passado uma hora o cenário repetiu-se e a minha Obstetra - Dra. Ana Cristina Marques - explicou-me que não podíamos correr riscos e que teríamos de avançar para uma cesariana. 

A minha cabeça dizia Não! Já chegámos até aqui, fizemos tudo o que tinha de ser feito, eu não quero uma cesariana. Mas não precisei de verbalizar nada, durante vários meses eu manifestei a minha vontade de ter um parto normal, a Dra. sempre disse que esse era o caminho que iríamos levar, ajudou-me e esteve ao meu lado durante toda a tarde. Eu tinha de acreditar que aquela decisão era fundamentada ( como se dois momentos de susto não fossem o suficiente ). 

 

Seguimos para o bloco, eu desolada, a minha mãe a dar-me força, toda a equipa a motivar-me. Depois de tudo preparado deixaram o Tiago entrar no bloco e em pouco tempo a Vitória estava connosco. O meu mini bebé perfeitinho. 

Achei - não sei bem porquê - que não iria sair daquela sala de parto. A minha menina nasceu sufocada pelo cordão, a cesariana foi - sei-o agora - a decisão mais acertada. 

É obrigatório agradecer às pessoas que lutaram pelo direito do Pai estar presente na sala de partos durante a cesariana. Poder ter o Tiago ao meu lado, poder desabafar com ele, explicar o que sentia, termos o privilégio de agarrar na nossa menina mal nasceu... é um direito de ambos. Apesar da epidural consegui sentir tudo o que aconteceu e lembro-me de lhe dizer que estava a sentir que a nossa menina ia nascer e uns segundos depois do meu coração ter parado de bater fora do meu corpo ( os segundos das manobras que tiveram de ser feitas por causa do cordão ) a Vi estava entre nós os dois. 

 

A minha mini bebé nasceu no dia 12 de Maio, às 18.20 com 2,600kg e 46 cm. Para infelicidade de 90% da equipa médica não decidi mudar o nome para Francisca - em homenagem ao Papa que tinha acabado de chegar a Fátima. 

 

 

Obrigada Mamã por teres estado sempre do meu lado. Obrigada Ti por uma menina tão perfeitinha - e por não teres desmaiado na sala de parto. 

16
Mai17

A minha ausência está mais do que justificada não é ?

Ana Gomes

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Esta minha ausência está mais do que justificada não é? 

 

Nos minutos que vão "sobrando" tento ver umas mensagens, devolver chamadas, ver uns emails e não perder o fio à meada. Mas claro que tenho noção que vai ficar muita coisa pelo caminho : não importa! É que não importa mesmo nada. 

 

Para já o que vos posso dizer é que a maternidade é tudo aquilo que vos disseram. Isso mesmo... tudo! Maravilhoso, terrível, delicioso, aterrador, apaixonante, complexo. 

 

Nem sei bem o que nos acontece, ou que me aconteceu, que ainda ontem estava a olhar para ela e só pensava: é minha filha... minha... filha. Num misto de espanto e de certeza. 

 

Não há como mentir. Apesar de ser mágico - se pensarmos que vimos esta bebé pela primeira vez como um ponto de luz que piscava num ecrã e que agora é uma pessoa pequenina - é também uma dor constante, uma preocupação e um medo sem fim. E parece que não melhora... só se altera. 

 

Ainda é cedo para poder dar conselhos, dicas ou recomendações. Mas o pouco que aprendi nestes dias é que o mais saudável é não criar expectativas. Aceitar as coisas como elas são e tentar fazer delas o melhor que podem ser. Todos os dias são uma Vitória e no nosso caso é mesmo isso... literalmente! 

 

Obrigada pelo carinho, pelas mensagens, pelo apoio e por toda a energia positiva! 

Obrigada a todos os tios "virtuais", a todas as marcas e a todos os que nos têm enviado as coisas mais giras que fazem desta miúda uma verdadeira princesa! Imaginam a quantidade de fotos que enchem o meu telefone? Ela um dia vai ver isto tudo ;) 

 

 

17
Abr17

Update da Maternidade - 34 Semanas.

Ana Gomes

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Está praticamente a fazer uma semana que tive alta do hospital. 

Vim para casa com as mesmas recomendações: estar deitada, fazer o mínimo de coisas possível ( basicamente tomar banho e ir à casa de banho ), continuar com a medicação que fazia no hospital e beber muita água. 

 

Ponderei um bocadinho antes de escrever este post ( um bocadinho que demorou quase uma semana ) mas sei que de alguma forma há sempre quem queira ter noticias e quem se acabe por relacionar com esta situação. 

 

Primeiro importa referir que apesar de parecer isso.. isto não é propriamente uma queixa! Apesar de estar altamente condicionada sei que há pessoas em situações bem mais complicadas que a minha... mas enfim... também não posso dizer que isto é fácil porque sejamos francos : não é! 

 

A semana que passei internada foi um balanço de desespero e alivio: estava a desesperar por estar fechada, altamente condicionada, com muitas saudades do meu ritmo, das minhas coisas e basicamente da minha vida. Depois ficava sempre incomodada por estar a dar um trabalho extra aos meus pais que foram sempre incansáveis... kms e kms para me visitar todos os dias e vários mimos que tornaram as coisas mais fáceis. Várias passagens pelo celeiro antes de me ir visitar, um banana bread ainda morno que saiu do forno lá de casa para o hospital, água de coco, uma entrega de refeições macrobióticas, revistas, livros. Enfim! Tudo o que me pudesse ajudar a normalizar. O Tiago que ia dividindo o dia entre o escritório e o hospital e a minha família e amigas que se foram organizando para passar por lá. 

Assumo que a minha cara fosse de desespero em alguns momentos... várias vezes ouvi o Tiago a tentar confortar-me e a dizer que só queria poder levar-me para casa. Já nem sei quantas horas passei a olhar pela janela sem fazer mais nada. E chorei claro... não muito, mas algumas vezes.

Estar internada também foi um alivio porque senti-me muito bem acompanhada. Fazia exames várias vezes por dia, a equipa de enfermagem do hospital da CUF Descobertas foi sempre atenciosa e isso facilita muito as coisas. De certa forma sentimos que se algo tiver de acontecer... aquele é o lugar certo para estar. 

Foi por isso que a alta foi recebida com um misto de receio e de felicidade extrema. Arrumei o quarto sozinha e em 5 minutos e quando me fui despedir da equipa de enfermagem nem me reconheceram. Compreendo : viram-me mais de uma semana de camisa de dormir do hospital é normal que de repente parecesse uma pessoa estranha. 

 

Voltar para casa foi duzentas vezes melhor do que a semana anterior ao internamento. É que de repente tinha vivido uma semana ainda mais condicionada e este cenário parecia mais tolerável. E é! Não faço as refeições no quarto, a minha mãe cozinha divinamente ( e tudo do bom e do melhor ) - para terem uma ideia nos últimos 3 dias que estive internada nem conseguia comer direito a comida do hospital, enjoei o cheiro, o sabor, os horários... - mas garanto-vos que não é pêra doce. Ter o Vulcão por perto o tempo todo ajuda... acreditam que morria de saudades dele no hospital? Sabia que estava a ser super bem tratado mas... achei que se podia sentir abandonado ou confuso. 

Depois há outras dificuldades... pego no computador em esforço - estou fartaaa do computador -, não tenho vontade de ler, não consigo manter uma conversa, já cheguei ao ponto de ficar irritada ao ver uma série porque as personagens saiam para ir jantar e ver um concerto e eu... há 4 semanas que não saia da cama. Pode ser estupido e mimado na vossa óptica mas acreditem : não vale a pena criticar. Só quem está privado é que sabe o que sente. 

Tento encontrar uma metáfora mas o melhor que sei dizer é que a minha vida está em pausa. Depois já sei que entrará num acelaramento sem fim... mas o que se vive é o agora. 

Amanhã há mais exames e novas considerações. A barreira que definimos foram as 36 semanas ( ficam a faltar duas ) e o que me importa neste momento é saber que ela está bem e sem sofrer. O resto... logo se vê. 

E já sei : tenho que ter paciencia. Mas nem acho que esteja a ser muito impaciente. 

 

Apesar de desejar profundamente a pior coisa que se pode querer : que o tempo passe muito rápido. O mais rápido possível. 

05
Abr17

Apetece-me...

Ana Gomes

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Eu sei que o fim compensa o sacrifico. Eu sei que tudo vale a pena. E até tento não pensa nesta pausa gigante em que a minha vida se tornou. Mas agora... 

 

Apetece-me Comer : 

 

Ovos mexidos, estrelados ou escalfados;

Panquecas;

Sumos Verdes;

Fruta Tropical;

Banana Bread;

Arroz Integral;

Tostas com Abacate;

Abacate de Qualquer Forma;

Uma Salada 

 

Apetece-me : 

Abraçar o meu cão;

Apanhar Sol;

Ver o Rio ou o Mar;

Ficar sentada numa esplanada com os meus amigos;

Conseguir escrever;

Curtir os últimos dias da gravidez;

Namorar. 

 

 

 

 

 

 

04
Abr17

A segunda bomba a cair e estamos... internadas!

Ana Gomes

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E ontem caiu a segunda "bomba". 

 

Fui à consulta de rotina, cheia de energia e feliz por sair de casa. 

Mal cheguei à clínica puseram-me a fazer um CTG e estava animada e feliz por ter o Tiago comigo e todo bem disposto. Estávamos inclusivamente a "dançar" porque ele dizia que o barulho da máquina lhe lembrava uma rave. E riamos : felizes.  

Até que ele me disse que o ritmo ficava diferente numa passada constante. E eu pensei imediatamente : merda. Vou ser internada. 

 

5 minutos depois a obstetra entra e diz " Ana... lamento... sabe o que vai acontecer? Não quero que esta bebé nasça já e vamos ter de lhe dar medicação e hidratar... vou mandá-la para o internamento." Esperei que ela saísse e comecei a chorar. 

Passaram-me mil coisas pela cabeça. Não tenho medo que a Vitória nasça, não tenho medo do parto, mas não sei bem explicar o que senti : impotência, frustração, desconforto, aquela coisa egoísta de ficar presa num hospital por tempo indeterminado... não pensar que isto me pudesse acontecer... enfim! Não podia ser mais sincera. Foi um misto de impotência, frustração e desconforto. 

 

Tinha uma janela de hora e meia para passar de um hospital para outro e decidi nem ir a casa. Precisei de ir dizer um até já ao Vulcão. Chorei um bom bocado, ele confuso a lamber-me as lágrimas da cara e eu abraçada a ele - drama! ahaha Agora tenho vontade de rir de todo este cenário mas fiquei mesmo descompensada. 

Entretanto temos uns amigos mesmo maravilhosos que se prontificaram para - mais uma vez - ficar com o nosso Vulcão para não estarmos preocupados com a logística :) Tenho a certeza que ficou optimamente e hoje deve ir para casa dos meus pais. 

 

Por falar neles... já se sabe... são do caraças. Apesar de ter dito que não valia a pena fazer a viagem, porque estava a ser internada de noite e ia passar por uma série de logísticas que me iam impedir de lhes dar atenção e etc, puseram-se cá ainda eu não estava de bata. Com uma mala com tudo o que podia precisar ( e que nem tinha pedido porque o Tiago ia buscar a casa ). Mãe é mãe e não faltava NADA das minhas rotinas de beleza ( desconfio que viu o meu live no facebook da semana passada e trouxe tudo o que faria sentido num hospital ). 

 

O Tiago tem passado aqui bastante tempo, o que sempre ajuda, e a família tem-se desdobrado. A minha cunhada até me fez o favor de passar na RFM para trazer algumas coisas para que possa tentar trabalhar já que estava meia ansiosa com isso também. 

A boa noticia é que aparentemente as contracções desapareceram e já levei a última injecção para a maturação dos pulmões : ou seja... se por acaso as contracções se mantiverem assim durante o dia de hoje posso ter alta nos próximos dias. Uma alta do hospital... volto para casa mas sempre estou no meu espaço :) 

 

Miúda apressada esta! :) Sim... todos te queremos conhecer e saber como és. Mas fazemos todos o esforço de esperar um pouquinho mais... podes aguentar firme bonequinha? :) 

 

 

 

 

28
Mar17

A Alimentação e a Maternidade - 2 - Dra. Iara Rodrigues

Ana Gomes

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A minha segunda consulta com a Dra. Iara Rodrigues correu mesmo muito bem. 

Como vos expliquei neste post senti muita empatia e senti-me mesmo compreendida na primeira consulta e creio que isso foi meio caminho andado para o "sucesso" deste processo. Depois há outra coisa que acho fundamental , falamos a mesma linguagem alimentar, não há criticas pelo facto de não comer carne : há alternativas. 

 

Ate à consulta estava a correr tudo lindamente com a gravidez e com o ganho de peso : no total - e em 29 semanas - tinha ganho apenas 3 kg e aumentado uns cms na zona abdominal e inclusive reduzido na zona da anca. Para além disso a retenção de líquidos - que vive em mim.. - estava equilibrada : ou seja, para quem tem um historial como o meu estava tudo sob controle : nada de tornozelos inchados, ou edemas mais chatos. 

 

Digo "até à consulta" porque tenho perfeita noção que o paradigma mudará significativamente agora que estou deitada mais de 23h por dia! Mas tudo se resolverá :) 

 

Vamos ao que interessa. Com o avançar da gravidez comecei a sentir mais fome, tinha inclusivamente de me levantar depois de jantar para comer mais qualquer coisinha. Tenho dito, por brincadeira, que achava que sabia o que era ter fome ( ou apetite, como quiserem ), mas que na realidade só descobri o que isso era com a gravidez. Então a pessoa acaba de comer e nem meia hora depois sente todo um vazio? E nem é um vazio existencial... é mesmo um vazio no estômago! A solução foi fácil de encontrar, fazer mais um lanche e fazê-lo com alimentos mais substanciais! Comer - por exemplo - uma tosta de salmão, ou uma tosta de atum! Dessa forma iria com menos fome para o jantar e comendo a mesma dose de sempre... tinha menos fome depois! 

E funcionou! 

 

O melhor de tudo é que saí da consulta munida de receitas! Almôndegas de Tofu, pizza saudável, oopsies, brownies de batata doce, chips de couve, imensos smoothies e sumos verdes e o banana bread - que fez imenso sucesso por aqui.  Tenho imensas receitas para testar o que fazem com que a alimentação não tenha de ser nada aborrecida! 

 

É claro que desde que estou deitada e em repouso que alterei um pouco os hábitos alimentares. Estranhamente tenho muito mais fome - talvez por andar menos ocupada - mas tento fazer refeições muito pensadas e com boas doses de proteína para não ficar - ainda mais - molinha :) 

 

Hoje fiz as seguintes refeições : 

 

Pequeno-Almoço : 

 

Banana Bread - 2 fatias

Taça de "café" solúvel com leite de aveia ( batido até fazer espuma )

 

Almoço :

 

Arroz integral, lentilhas, abacate, couve e cenoura salteadas. Temperado com molho de soja e sementes tostadas

 

1 laranja pequena e 3 nozes

 

Lanche : 

 

Batido de Manga com Leite de Arroz Linhaça e Sementes de Cânhamo ( inteiras para mastigar )

4 Galetes de Milho 

 

Ainda não sei ao certo o que vou jantar mas será certamente uma sopa e eventualmente alguma proteína :) 

Tenho bebido sempre uma infusão de Camomila, Funcho e Valeriana para dormir melhor e fazer bem a digestão.

 

Atenção! Se estivesse com a minha vida "normal" e super activa faria outra refeição a meio da manhã e pelo menos 3 lanches :) Como estou deitada tenho-me tentado controlar!  

 

Ah! E caso tenham ficado a babar para a pizza e até tenha sido a imagem que vos trouxe até aqui... deixo-vos uma adaptação da Receita de Pizza Saudável de Couve-Flor da Dra. Iara : 

 

Ingredientes : 

1 Couve Flor

1 Dente de Alho 

1 Colher de Sopa de queijo parmesão light ou 2 colheres de sopa de Aveia em Farinha

1 ovo inteiro batido

1/2 Chávena de Chá de Mozzarela Light

3 Colheres de Sopa de Molho de Tomate ( de preferência Bio ) 

Sal, Oregão e Mangericão a gosto

Na adaptação junto alguns extras como : Beringela Laminada e Cebola Roxa Fatiada Grosseiramente 

 

Como fazer :

Pré-aquecer o forno a 180º

Triturar a Couve-Flor num processador e transferir para um pano para retirar o excesso de àgua. 

De seguida colocar uma taça e juntar o alho, sal, oregãos, queijo parmesão e o ovo batido e misturar muito bem - esta será a massa de pizza. 

Colocar a massa numa forma de pizza e levar ao forno por 20 minutos. 

Retirar do forno e colocar o molho de tomate, a mozzarella e caso queiram colocar alguns extras este é o momento! Levar de novo ao forno para gratinar o queijo e cozinhar os restantes ingredientes. 

 

Retirar do forno, colocar o mangericão e servir imediatamente! :) 

 

 

 

Para informações sobre consultas podem enviar e-mail para info@iararodrigues.com, caso queiram marcar basta ligarem para o 21 011 6410 ou 93 474 8192 

 

Facebook Dra. Iara Rodrigues. 

 

 

27
Mar17

E se ficamos em casa? Que cuidados de beleza dispensamos?

Ana Gomes

 

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Este post pode parecer ridículo mas tenho a certeza que haverá muita gente por aí a identificar-se. 

Podem fazê-lo só secretamente... ninguém julga ninguém por isso ahahah. 

 

Desde que estou "de cama" que tenho pensado um bocado sobre cuidados de beleza. 

Não estou a falar de cuidados de higiene - quem me tira o meu banho tira-me tudo... e nem que seja pela sanidade mental de trocar de pijama faço por me levantar da cama e por me arranjar minimamente - falo sim de hidratação, depilação, cremes de olhos, cremes de firmeza... maquilhagem... enfim! O que quiserem imaginar! 

 

A verdade é que uma pessoa sai da cama para a cama e vale a pena a rotina de beleza? Eu acho que sim! Podemos transportar a situação para um domingo em que não saem de casa, dois dias de férias que tiraram para organizar coisas... enfim... não preciso que transportem a vossa imaginação para uma baixa chata em que não se podem levantar da cama. 

 

Quando me pus a pensar nisto, lembrei-me daquela velha história do "tenho um date.. lá vou ter de tratar da depilação". Qual é a margem que separa o estarmos "bem" para nós mesmas... de estarmos "bem" para os outros? Porque é que temos de ser desleixadas ou menos cuidadosas só porque vamos passar o dia connosco mesmas?

 

Ok... em primeira análise até admito que não seja o momento para usar um smokey eye, ou carregar a pele com base ou produtos desnecessários : dou de barato.. não acho que seja necessário ou vantajoso. Mas porque não colocar o óleo drenante? Porque não correr todos os pontos do corpo com creme hidratante? E no rosto? Porque é vamos deixar de passar o tónico ou o contorno de olhos e saltamos logo para um cremezinho que nos deixe a pele confortável? 

 

Nah... até ver não me quero deixar levar por cantigas. A pele é um orgão e não deve ser mal tratada! Por isso, mesmo saltando debaixo do edredon para cima do edredon não vou dispensar tudo aquilo a que tenho direito. E sim... no final ainda ponho um BB Cream e uma máscara de pestanas que posso ter que passar pelo espelho durante o dia. ahaha E perfume? sim! Uma colónia fresquinha e leve que isto não tem muito como evaporar e os lábios cheios de hidratante. 

 

A verdade é que as rotinas de beleza que se mantêm evitam que tenhamos de fazer tratamentos de choque à priori. Uma pele que começa a ser desleixada  - a nível de hidratação - terá de ser muito mais trabalhada a todos os níveis - desde o aspecto à firmeza - depois. 

 

O meu conselho é que façam esse esforço extra! Por vocês mesmas :) Afinal de contas nestas alturas tempo é o que não nos falta... até nos pode faltar paciência - estou solidária, mas não nos pode faltar amor próprio nem vontade de estarmos bonitas. 

 

Mesmo que um cão seja a nossa única companhia! 

 

 

24
Mar17

E aconteceu aquilo que mais temia na gravidez...

Ana Gomes

... e não era o Parto. 

Era mesmo ir a uma consulta e mandarem-me para casa descansar. 

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Eu não gosto de estar em casa. Ou melhor : eu não gosto que me obriguem a estar em casa. Aprecio imenso a minha liberdade e a minha possibilidade de decidir o que quero ou não fazer. 

Por momentos ainda pensei : "Ah... boa! Vou organizar o caos todo que tenho para organizar e preparar tudo direitinho para a mudança e para a maternidade. " mas foi no mesmo momento em que ouvi " é para estar deitada, sem pegar em pesos, sem fazer esforços, acabou o ginásio, acabaram-se viagens e grandes passeios... aliás... o ideal é mesmo ficar entre a cama e o sofá." 

 

Eu até entendo a estratégia... a minha vida é tão fixe que a miúda queria nascer. Se me obrigam a ficar fechada em casa num mega aborrecimento ela vai reconsiderar... vai pensar "epá... se é isto que se passa lá fora deixa-me ficar aqui sossegada". 

 

E sim... eu sei que é por um bom motivo. Que é cedo para ela nascer - estamos a entrar nas 31 semanas - que é tudo por um bem maior. 

 

Até lá sopas e descanso. 

 

E sim... SOPAS... que uma pessoa ficar semanas deitada na cama não pode resultar em coisa boa. 

 

 

 

 

17
Mar17

Como funciona a cabeça de quem pensa - demais - em tudo? Exemplo prático:

Ana Gomes

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Como funcionam as cabeças das pessoas que em tudo pensam? 

 

Assim : 

 

Há duas semanas comprei umas calças de algodão - tipo fato de treino - mas com alguns pormenores que faziam delas umas calças giras e super práticas para a gravidez. Como em 90% dos casos não as experimentei! Lembro-me que nesse dia até estava de collants e por isso não dava mesmo jeito experimentar as calças. 

 

No dia em que as ia estrear percebi que não gostava de me ver com elas. A esta distância de tempo até percebo que sentir-me "enorme" com as calças seria algo normal já que enfim... estou grávida! Mas decidi que as iria devolver porque não queria uma peça de roupa que não fosse "estou muita confortável" no meu armário. 

 

Optei por trocá-la por um vestido, em Vichy ( mega tendência ), com folhinhos nas mangas ( não acabei de falar de mega tendências? ) e que achei que seria uma óptima opção tanto para os dias de Primavera - que já se vão fazendo sentir - como para os dias mais frescos : com umas collants opacas pretas e um biker jacket. Cereja no topo do bolo? Estava nas midseason sales e custou 16€. 

 

Vim o caminho todo a sentir alguma angustia. Acabei de comprar uma peça de roupa que vai dar para usar 2 meses ( se tanto ) e na qual só voltarei a pegar daqui a um ano. E porquê? Porque é impossível dar de mamar com este vestido. 

 

Nota mental : comprar apenas peças largas ou com decote que seja possível "expandir" para alimentar bebés. 

 

Ainda estou a pensar se fico ou não com o vestido. Mas creio que sim... afinal de contas posso sempre olhar para ele e lembrar-me desta história. 

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